Publicado em: 03/07/2026

Equipe do Instituto de Infectologia Emílio Ribas II durante atividade na unidade
Na última semana de junho, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas II – Baixada Santista promoveu um treinamento voltado à avaliação e aos cuidados com lesões. A atividade foi conduzida pela enfermeira Andreia Albuquerque Souza Almeida e reuniu profissionais das equipes de Farmácia, Enfermagem e Nutrição, que atuam de forma conjunta no acompanhamento dos pacientes internados na unidade.
Durante o encontro, foram discutidas técnicas de identificação e classificação de lesões, além de estratégias de tratamento adequadas a cada caso. A proposta era justamente essa: alinhar condutas entre as diferentes áreas, para que o cuidado prestado ao paciente seja mais uniforme, independentemente de qual profissional o esteja atendendo naquele momento.
Iniciativas como essa têm se tornado cada vez mais frequentes na rotina do hospital, que atende exclusivamente pacientes com doenças infectocontagiosas encaminhados pelo Sistema Único de Saúde. Isso porque o cuidado com lesões de pele exige atenção redobrada em um ambiente hospitalar como esse — pacientes imunossuprimidos, por exemplo, tendem a apresentar cicatrização mais lenta, o que torna o manejo correto ainda mais determinante para a recuperação.
A ação também reflete um movimento mais amplo da unidade em relação à qualificação técnica de suas equipes. Não é incomum que o hospital promova capacitações internas ao longo do ano, somando-se a eventos maiores, como os tradicionais Ciclos de Palestras, que reúnem centenas de profissionais da Baixada Santista para debater temas de infectologia.
Vale lembrar que o Instituto de Infectologia Emílio Ribas II está sob gestão da Fundação do ABC desde 2014, e desde então tem passado por uma série de reconhecimentos institucionais. Em 2023, a unidade recebeu a certificação ONA Nível 1, tornando-se a primeira instituição 100% SUS acreditada na Baixada Santista — e, até hoje, a única no Guarujá com esse selo, considerando também hospitais privados. Neste ano, em março, veio a acreditação ONA Nível 2, que avalia critérios ainda mais rigorosos, como a integração entre setores e a padronização de processos.