Postado por Maíra Oliveira em 06/mar/2020 -

Prefeito José Auricchio fez apresentação das reformulações previstas para os hospitais da cidade – Foto: Divulgação/PMSCS
Em evento realizado no auditório do Hospital Márcia Braido, dia 4 de março, o prefeito José Auricchio Júnior apresentou o Plano Diretor Estratégico para obras de modernização e ampliação do Complexo Hospitalar do município.
O pacote engloba 13 ações, em investimento total previsto de R$ 3,8 milhões. Destaque para os novos Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem, Pronto-Socorro de Ginecologia e Obstetrícia, e Ambulatório, que passará de sete para 18 consultórios.
A previsão é a de que todo o plano seja concluído em agosto, com a entrega da ala de enfermaria exclusiva para pacientes com câncer, já em obras no 4º andar do Márcia Braido. Serão dez quartos, de uso individual.
Auricchio exaltou as conquistas para a cidade. No entanto, destacou que “Saúde não se faz só com equipamentos modernos”. “A inovação obviamente contribui e nos faz alcançar patamares cada vez mais elevados na prestação do serviço. Mas, fundamentalmente, temos um governo voltado para cuidar das pessoas. O fator humano é fundamental.”
O chefe do Executivo traçou um histórico do Complexo Hospitalar, lembrando que os três hospitais que o formam foram construídos em épocas diferentes, o que requer atenção especial do poder público em sua manutenção. O Márcia Braido foi inaugurado em 1973, o Maria Braido em 2004 e o Euryclides de Jesus Zerbini em 2012. “Com estas obras damos prosseguimento à renovação de todo o Complexo”, salientou a secretária de Saúde, Regina Maura Zetone.
Desde 2017, a Prefeitura investiu outros R$ 3 milhões em obras para a modernização do Complexo Hospitalar. Já foram construídos o Centro de Endoscopia Dr. Odair Manzini, a UTI pediátrica, o setor de internação infantil, a Brinquedoteca Dr. Roberto Guidoni, o setor de Radiologia Dr. Carlos Alberto Lopes e o Centro Cirúrgico Dr. Carlos Alberto Bezerra.
CONFIRA CADA UM DOS INVESTIMENTOS DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO COMPLEXO HOSPITALAR:
Novo Lactário – R$ 40 mil (entregue);
Novo Pronto Socorro de Ginecologia e Obstetrícia – R$ 300 mil (previsão de entrega: março);
Novo Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI) – R$ 500 mil (abril);
Nova Casa da Gestante na Rua Espírito Santo – R$ 200 mil (abril);
Melhorias na Maternidade / Método Canguru – R$ 50 mil (abril);
Novo Centro de Especialidades de Tratamento da Pele – R$ 200 mil (março);
Novo Ambulatório, passando de 7 para 18 consultórios – R$ 350 mil (maio);
Nova Enfermaria de Oncologia – R$ 484 mil (emenda parlamentar do deputado federal Carlos Sampaio – agosto);
Novo Centro de Estudos – R$ 200 mil (investimento USCS – junho);
Nova Central de Material e Esterilização – R$ 480 mil (emenda parlamentar do deputado estadual Thiago Auricchio – agosto);
Nova Central de Material e Esterilização – equipamentos para etapas de lavagem e desinfecção – R$ 400 mil (agosto);
Novo NIR (Núcleo Interno de Regulação de leitos da rede hospitalar municipal) – R$ 40 mil (maio)
Reforma do Pronto-Socorro Infantil – R$ 80 mil (maio)
Manutenção predial externa (fachada) – R$ 500 mil (junho)
Total: R$ 3.824.000,00 milhões
Postado por Maíra Oliveira em 05/mar/2020 -
O Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e o Hospital Estadual Mário Covas, ambos em Santo André, promovem atividades neste mês em celebração à Semana do Sono, comemorada nacionalmente todos os anos.
A FMABC fará palestras abertas ao público para abordar os principais problemas relacionados ao sono, como apneia e insônia. A atividade está marcada para o dia 19 de março, às 10h, no
Anfiteatro David Uip, no campus universitário. As explanações serão ministradas pelas médicas voluntárias do Ambulatório do Sono da FMABC, Marcela Yanagimori, Mariana Fernandes, Thais Cano e Viviane Passini. O objetivo é destacar a influência do sono na qualidade de vida das pessoas e reforçar como atitudes simples podem trazer benefícios para melhorar a saúde do sono.
MÁRIO COVAS
Já no dia 13 de março (sexta-feira) será a vez do Hospital Estadual Mário Covas promover palestras sobre o tema. O evento será das 12h às 13h, no auditório da unidade, com apoio da disciplina de Otorrinolaringologia da FMABC. As atividades serão conduzidas pelos otorrinolaringologistas e especialistas em Medicina do Sono, Dr. Danilo Squillar e Dra. Milena Campanholo. Os temas serão “Por que dormimos?”, “Sono R.E.M. (Rapid Eye Movement)”, “Apneia do sono”, “Privação de sono e suas consequências para profissional da saúde e pacientes” e “Higiene do Sono”.
A ação no hospital também conta com apoio da Associação Brasileira do Sono (ABS), Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABMS) e Associação Brasileira de Odontologia do Sono (ABROS). A cartilha produzida pela ABS para a campanha deste ano pode ser acessada aqui.
SEMANA DO SONO
De acordo com a Associação Brasileira do Sono, que promove nacionalmente a Semana do Sono entre 13 e 19 de março, trata-se de um esforço global para aumentar o conhecimento da população sobre os inúmeros problemas de sono que acometem toda a população e são frequentemente negligenciados ou apenas desconhecidos. O tema de 2020 da campanha é “Sono e sonhos melhores para um mundo melhor”.
Postado por Eduardo Nascimento em 02/mar/2020 -

Professor responsável pelo setor de Neurologia Infantil da FMABC e Chief Medical Officer (CMO) da HempMeds Brasil, Dr. Rubens Wajnsztejn
O setor de Neurologia Infantil do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) organizou em 29 de fevereiro (sábado), das 9h às 13h, a primeira edição do “Encontro de Medicina Canabinoide”. Com apoio da HempMeds Brasil, a ação teve lugar no campus universitário em Santo André, na Sala de Videoconferência, e marcou o “I Encontro de Ex-Residentes de Neurologia Infantil da FMABC”.
A abertura dos trabalhos esteve sob responsabilidade do professor responsável pelo setor de Neurologia Infantil da FMABC e Chief Medical Officer (CMO) da HempMeds Brasil, Dr. Rubens Wajnsztejn. Entre os temas pautados para o evento estiveram “Contexto histórico da Cannabis medicinal e farmacologia dos fitocanabinoides”, “Fisiologia do sistema endocanabinoide”, “Segurança e eficácia no uso de Canabidiol (CDB)”, “Apresentações terapêuticas e casos clínicos”, além de mesa redonda para discussão da temática e dúvidas dos participantes.
Participaram das atividades médicos residentes e ex-residentes de Neurologia Infantil, preceptores de ensino, equipe do Núcleo Especializado em Aprendizagem da Faculdade de Medicina do ABC (NEA-FMABC), entre outros convidados.
CENÁRIO
O Brasil vive hoje momento essencial para os pacientes que utilizam medicamentos à base de Cannabis. Em dezembro de 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permitiu a venda de Canabidiol (CBD) em todas as farmácias do País. No início deste ano, em 22 de janeiro, o colegiado aprovou a flexibilização e a desburocratização da importação de produtos à base de Cannabis medicinal.
“O Canabidiol tem reconhecido efeito antiepiléptico e reduz as descargas neuronais que determinam as convulsões. Cada vez mais a utilização terapêutica dos canabinoides tem sido discutida e não somente para as epilepsias. A aprovação no Brasil foi a consolidação do anseio dos pesquisadores”, considera Dr. Rubens Wajnsztejn.
As discussões sobre a utilização medicinal da Cannabis nunca estiveram tão avançadas no Brasil e já superaram tabus em relação à comprovação terapêutica no combate a sintomas de diversas doenças, entre as quais esclerose múltipla, epilepsia, autismo, Parkinson, Alzheimer, fibromialgia, inflamações crônicas e transtornos de ansiedade.

Postado por Eduardo Nascimento em 28/fev/2020 -
Amanhã, dia 29 de fevereiro, é o Dia Mundial das Doenças Raras – uma campanha global de conscientização sobre o impacto dessas doenças na vida de pacientes e seus cuidadores. A iniciativa teve início em 2008, por meio da organização não-governamental e sem fins lucrativos Eurordis – Rare Diseases Europe, que representa 894 organizações de pacientes com doenças raras em 72 países. Batizada “Raros são muitos, raros são fortes, raros têm orgulho”, a campanha deste ano contará com 477 eventos, distribuídos em 102 países – incluindo o Brasil (a lista completa está disponível no site https://is.gd/dmsLaz.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças raras atingem aproximadamente 5% da população e caracterizam-se pelo acometimento de até 65 pessoas a cada 100.000 indivíduos – ou seja, 1,3 pessoa num grupo de 2.000. Em todo o mundo são mais de 300 milhões de pacientes com algum tipo de doença rara. Estima-se que 80% dos casos tenham origem genética e 50% afetem crianças – sendo que 30% destas morrem antes de completar 5 anos de idade. Até o momento, entre 6.000 e 8.000 doenças raras já foram identificadas, cujas características principais são a natureza complexa, a evolução crônica e debilitante. Essas particularidades, associadas ao acesso limitado aos tratamentos e serviços especializados, têm grande repercussão no cotidiano de milhões de famílias.
“Quanto mais cedo o diagnóstico de uma doença rara, melhor o prognóstico. De forma pioneira, instalamos em 2017, no Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (Santo André/SP), o primeiro serviço de referência de doenças raras do Estado de São Paulo e implantamos uma disciplina eletiva para os alunos de Medicina, que conta com a participação de todos os docentes envolvidos nesse tipo de atendimento. Temos visto outras ações semelhantes no Estado e esperamos que essas iniciativas se espalhem pelo restante do País, chegando a todos aqueles que necessitam de um diagnóstico diferencial e específico para o adequado tratamento de sua doença rara”, considera a médica pediatra e professora de Alergia e Imunologia, Dra. Anete Grumach, que coordena a Centro de Doenças Raras da FMABC juntamente com o Dr. Caio Parente Barbosa.
REFERÊNCIA EM DOENÇAS RARAS
O primeiro Centro de Referência de Doenças Raras do Estado de São Paulo abriu as portas em julho de 2017, na Faculdade de Medicina do ABC. O projeto da instituição foi aprovado em meados de 2016 pelo Governo do Estado e credenciado no final do mesmo ano pelo Ministério da Saúde, conforme Portaria 3.372, de 29/11/2016, que “Habilita o Ambulatório de Especialidade da FUABC/Faculdade de Medicina do ABC/Santo André, como Serviço de Referência em Doenças Raras”. Trata-se de trabalho pioneiro, que busca ofertar em um único espaço diversos especialistas, exames específicos e trabalho multidisciplinar para o atendimento integral a pacientes com as mais diversas patologias raras.
“O Centro de Referência da FMABC tem como objetivo, justamente, organizar o atendimento de pacientes suspeitos ou portadores de doenças raras, a fim de melhorar o acesso ao diagnóstico e às terapias necessárias. Contamos com ampla e moderna estrutura, com ambulatórios, laboratório de Genética e profissionais altamente especializados. Além disso, em breve daremos início à realização de exames de exoma genético, que não estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que custam entre R$ 2.000,00 e 3.000,00 cada”, informa o coordenador do serviço e professor titular da disciplina de Saúde Sexual, Reprodutiva e Genética Populacional da FMABC, Dr. Caio Parente Barbosa.
O exoma genético realiza análise minuciosa por sequenciamento nos cerca de 20 mil genes que formam o genoma humano, em busca de mutações associadas a doenças. “Será um avanço muito importante, tendo em vista que 80% das doenças raras têm origem genética”, completa o docente.
Na Faculdade de Medicina do ABC, as principais áreas atendidas via Centro de Referência de Doenças Raras são: reumatologia pediátrica, fibrose cística, diagnóstico genético, erros intatos do metabolismo, oftalmopediatria, cardiologia, infecções de repetição ou imunologia clínica, ortopedia pediátrica, pneumopatia rara e ventilação mecânica, doenças neuromusculares, doenças pulmonares intersticiais, nefrologia pediátrica, pediatria, nefrologia e neurologia. Interessados podem obter mais informações pelo telefone (11) 4433-2846.
POLÍTICA NACIONAL
Lançada em 2014 pelo Ministério da Saúde, a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras organiza o cuidado dos pacientes em dois eixos. O primeiro reúne as patologias de origem genética e inclui as anomalias congênitas ou de manifestação tardia, deficiência intelectual e os erros inatos do metabolismo. O segundo eixo é composto por doenças raras de origem não genética: infecciosas, inflamatórias e autoimunes.
Postado por Maíra Oliveira em 28/fev/2020 -

Reunião foi conduzida pela secretária de Saúde, Regina Maura Zetone – Foto: Letícia Teixeira/PMSCS
A Prefeitura de São Caetano do Sul, por meio da Secretaria de Saúde, está preparada para combater uma eventual epidemia de coronavírus e informa que não há casos suspeitos de pessoas infectadas no município. O anúncio foi feito dia 26 de fevereiro, no auditório do Complexo Hospitalar Municipal, para cerca de 50 profissionais da área.
O encontro marca, também, a criação do Comitê de Emergência e Combate ao Coronavírus, formado por 10 pessoas entre médicos, enfermeiros, agentes de saúde e da vigilância sanitária. A medida preventiva foi implantada pelo prefeito José Auricchio Júnior e pela secretária de Saúde, Regina Maura Zetone.
O consenso geral é tranquilizar a população para que não haja pânico. “O coronavírus é semelhante ao vírus da gripe, com sintomas e tratamentos parecidos. As mortes que aconteceram pelo mundo foram de pessoas que já tinham baixa imunidade”, explicou Regina. “É de extrema importância que haja o esclarecimento para a população de que temos de ter sempre o hábito de lavar as mãos com sabão por 20 segundos e após tossir ou espirrar, evitar aglomerações e nada de pânico”, completou a secretária.
Dia 27 de fevereiro, a Secretaria de Saúde entregou para todos os agentes de saúde um protocolo com objetivo de orientar a Rede de Saúde para atuação na identificação, notificação e manejo oportuno de casos suspeitos de Infecção Humana pelo Novo Coronavírus.
“Neste protocolo, reafirmamos a forma de evidenciar um caso suspeito, que deve ser identificado através de três situações: pela febre ou pelo menos um sinal, sintoma respiratório, como tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros; pelo histórico de viagem vinda de uma área de alerta de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas e, por fim, contato próximo de caso confirmado de coronavírus (2019-nCoV) em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas”, finalizou Regina Maura.
Caso o paciente tenha vindo de área onde há ocorrência da doença (China, Itália, Alemanha e outros países que já entraram no alerta da OMS) e apresente sintomas da doença, é necessário procurar imediatamente as Unidades Básicas de Saúde (UBS) Amélia Richard Locatelli (Alameda João Galego, 01, Bairro Santa Maria), Dolores Massei (Rua Senador Fláquer, 134, Bairro São José), Nair Spina Benedicts (Rua Oswaldo Cruz, 1.153, Bairro Oswaldo Cruz) e Dr. Ivanhoé Esposito (Rua Flórida, 295, Bairro Barcelona) de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, das 8h às 12h – nos demais horários, o paciente deve recorrer ao Hospital Municipal de Emergências Albert Sabin ou à UPA Julio Marcucci Sobrinho (Rua Aurélia, 101, Bairro Santa Paula). Estas quatro UBSs estão aptas a realizarem as coletas (exames) de pacientes com suspeita.
A secretária de Saúde informou a todos na reunião que as coletas de exames serão enviadas diária e diretamente ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, especialista em infectologia. O resultado do exame fica pronto em até 48 horas.
Postado por Maíra Oliveira em 28/fev/2020 -

Divulgação/CHMSA
Apontado recentemente pelo levantamento ‘Painel da Saúde’ como o hospital municipal que mais realiza atendimentos em todo o Estado de São Paulo, o Centro Hospitalar Municipal de Santo André (CHMSA) Dr. Newton da Costa Brandão começou 2020 com uma série de atividades voltadas aos colaboradores internos e de toda a rede de saúde, além do público em geral, visando o aprimoramento dos serviços prestados.
As ações desenvolvidas no primeiro bimestre do ano tiveram como foco principal o aperfeiçoamento das equipes assistenciais. Entre os eventos, foram realizadas palestras e reuniões de capacitação.
DIREITO DO PACIENTE E DOS FAMILIARES
Os aspectos legais para a restrição de visita hospitalar foram abordados em palestra, no dia 29 de janeiro, no auditório do CHMSA. Realizado pelo Núcleo de Educação em Saúde (NES), o evento teve como convidado Joseval Martins, advogado especializado em saúde, coordenador do MBA em Administração Hospitalar da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e professor de Bioética e Biodireito.
VOLUNTARIADO
No dia 5 de fevereiro, foi promovido um encontro com responsáveis pelas ações de voluntariado no hospital. O objetivo foi integrar ONGs (Organizações Não Governamentais) e projetos sociais, visando o desenvolvimento humanizado das equipes. “Considerando a importância do serviço de voluntários e seu compromisso e dedicação aos nossos usuários, estamos estreitando o contato com todos e propondo cada vez mais uma atuação em conjunto com as equipes de enfermagem, serviço social e coordenadores, para consolidarmos a parceria e prestar suporte a todos que necessitam. A responsabilidade compartilhada produz mudanças no modo de gerir e cuidar”, explica a responsável pelas ações de voluntariado no CHMSA, Dra. Ekatriny Antoine Guerle.
Entre as atividades destacam-se visitas de contadores de histórias, palhaços e cães (pet terapia), além de atividades de música e pintura nas enfermarias da Clínica Médica e Clínica Cirúrgica, Pediatria ou Psiquiatria. O trabalho voluntário e a promoção do voluntariado estão enquadrados pela Lei do Voluntariado (Lei nº 9.608, de 18/02/1998).
CAPACITAÇÃO
Encarregadas das equipes de Enfermagem participaram, no dia 7 de fevereiro, de uma reunião de capacitação sobre os cateteres venosos centrais (CVC), no prédio da diretoria. O angiologista e cirurgião cardiovascular, Dr. Alexandre Sacchetti Bezerra, orientou as profissionais sobre os diferentes tipos de CVC. Os mais comuns são mais comuns são o port-a-cath e o cateter venoso central de inserção periférica (PICC). Os cuidados com a punção de agulhas são necessários para evitar desconfortos e garantir maior eficácia do tratamento.
MULHERES X ÁLCOOL
O acompanhamento de várias especialidades em casos de mulheres viciadas em álcool foi abordado na palestra “Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Acompanhamento Multiprofissional para o Alcoolismo entre as Mulheres”, realizada no dia 19 de fevereiro, no auditório do CHMSA. As palestrantes foram a Dra. Luiza Martins de Oliveira, médica psiquiatra do CHMSA, a enfermeira Patrícia Batista Alves Teixeira e a psicóloga Chayana Bellacosa, ambas do CAPS-AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas) de Santo André.
INTEGRAÇÃO
Também no auditório do Centro Hospitalar Municipal, ocorreu, em 20 de fevereiro, mais uma integração de residentes e internos do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Na programação, houve palestras sobre o conteúdo do Manual de Normas do hospital, ministrada pelo Dr. Roberto Milani; os aspectos éticos no atendimento médico, feita pela Dra. Ekatriny Antoine Guerle, do Núcleo de Educação em Saúde/NES) e ainda sobre Doença de Notificação Compulsória, Higienização das Mãos e Programa de Gerenciamento de Resíduos, conduzida pela equipe educacional do Núcleo de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar/NECIH da unidade.
Postado por Maíra Oliveira em 27/fev/2020 -
O Governo do Estado de São Paulo definiu o Hospital e Pronto-Socorro Central de São Bernardo do Campo (Rua Secondo Modolin, 490, Centro) como ponto estratégico para atendimento às pessoas vítimas de acidentes por escorpião na região do Grande ABC. O assunto foi pauta da reunião do Grupo de Trabalho (GT) Saúde do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, realizada dia 18 de fevereiro.
A definição do polo para atendimento foi motivada pelo aumento da incidência e números de óbitos, principalmente de crianças menores de 14 anos, no Estado de São Paulo. O objetivo é garantir que a população seja atendida dentro do tempo convencionalmente definido para a aplicação da soroterapia específica.
De acordo com Plano de Ação Regional para Acidente Escorpiônico, a região foi classificada como área vulnerável. O documento pontuou que o tempo de deslocamento superava o limite aceitável de segurança de 50 minutos para atendimento do paciente acidentado até o Hospital Vital Brazil, ligado ao Instituto Butantan, na Zona Oeste de São Paulo, local de referência para a aplicação do soro antiescorpiônico em casos de envenenamento grave nos municípios.
O coordenador do GT Saúde do Consórcio ABC e secretário da pasta em São Bernardo, Geraldo Reple Sobrinho, explicou que o governo estadual dividiu os polos em várias regiões com o intuito de agilizar os atendimentos e que a escolha da unidade foi motivada pela estrutura que a unidade oferece. “A maioria dos acidentes mais graves acontece com crianças, e no Pronto-Socorro Central de São Bernardo do Campo temos equipe médica especializada e UTI pediátrica”, explicou.
No novo fluxo de atendimento, o acidentado por escorpião pode dar entrada em qualquer serviço de saúde da região e, em seguida, será encaminhado ao ponto estratégico do território. “As pessoas devem procurar a unidade de saúde mais próxima da sua cidade e, se houver necessidade, esse caso será encaminhado para o Pronto-Socorro Central”, afirmou Reple.
O Plano de Ação Regional para Acidente Escorpiônico foi elaborado pelo Grupo de Vigilância Epidemiológica – Região do ABC (GVE 7), pelo Centro de Apoio Regional I do Grande ABC (Cars ABC), pelo Departamento Regional de Saúde I – (DRS I), pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), vinculados à Secretaria de Estado da Saúde, e pelos municípios.
Postado por Maíra Oliveira em 27/fev/2020 -

Foto: Letícia Teixeira/PMSCS
Cerca de 120 profissionais da Enfermagem, Assistência Social, Fisioterapia e Farmácia formaram o público do primeiro encontro do Saúde Acolhedora em 2020. O programa permanente da Prefeitura de São Caetano do Sul visa a humanização do setor, que inclui a requalificação dos cerca de 2.200 servidores da Secretaria de Saúde. A capacitação foi realizada dia 20 de fevereiro, no auditório do Hospital Infantil Márcia Braido.
O prefeito José Auricchio Júnior participou levando a sua experiência como gestor e médico aos servidores. O chefe do Executivo destacou que São Caetano possui indicadores muito positivos no setor, resultado do alto investimento na área – de cada R$ 100 investidos pela Prefeitura, R$ 25 são na Saúde. “Mas às vezes os indicadores se perdem por problemas pontuais. E é aí que uma atitude proativa evita o desarranjo do sistema”, ponderou.
Auricchio ressaltou que atenção, carinho e respeito são indispensáveis no atendimento ao paciente. “É alguém que está sofrendo, hospitalizado ou com um ente hospitalizado. E nós somos a esperança dele. Às vezes uma palavra, um telefonema, ajuda a amenizar a sua angústia”, exemplificou. “Não há recurso que compre ou tecnologia que substitua o atendimento humanizado.”
Também participaram a secretária municipal de Saúde, Regina Maura Zetone, e os diretores do Complexo Hospitalar, Ricardo Carajeleascow (técnico) e Ubirajara de Campos Filho (administrativo).
Médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, funcionários de setores administrativos e da Central de Agendamento, entre outros, estão recebendo orientações dentro do Programa Saúde Acolhedora, iniciado em julho de 2019.
Postado por Eduardo Nascimento em 27/fev/2020 -

Coletiva de imprensa sobre o Coronavírus, com David Uip, Helena Sato, Alberto Kanamura e Solange Sabóia. Foto: Governo do Estado de São Paulo.
O Governo do Estado de São Paulo acaba de criar um Centro de Contingência para monitorar e coordenar ações contra a propagação do novo coronavírus em São Paulo. O anúncio ocorreu em 26 de fevereiro, logo após a confirmação do primeiro caso da doença no País, na capital paulista. Para coordenar o centro foi escolhido o médico infectologista e reitor do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Dr. David Uip.
O Centro de Contingência também contará com profissionais do Instituto Butantan, médicos especialistas das redes pública e privada, sob a supervisão do secretário de Estado da Saúde, Dr. José Henrique Germann.
O primeiro caso de COVID-19 foi diagnosticado em 25 de fevereiro, em um paciente do Hospital Israelita Albert Einstein. Seguindo o fluxo oficial definido pelo Ministério da Saúde, o exame foi enviado para contraprova no Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência nacional para análise de amostras casos suspeitos.
“Infelizmente, foi confirmada em São Paulo a infecção de um brasileiro, que estava na Itália, por coronavírus. Por isso, estamos criando este centro e de contingência e, a partir daí, anunciaremos as medidas a serem adotadas”, disse o governador João Doria.
O reitor do Centro Universitário FMABC acrescenta: “Montamos um grupo de apoio ao governador e ao secretário de Saúde, de altíssimo nível, no entendimento do que é necessário para este momento em que acabamos de ter o primeiro caso de coronavírus diagnosticado no Estado e no Brasil”.
O homem está em isolamento domiciliar, estável. Reside na Capital e esteve, em fevereiro, na Itália. Apresentou sintomas suspeitos, como tosse e febre, compatíveis com a suspeita de COVID-19.
Além da Itália, Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Singapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes Unidos estão na lista de locais de origem ou transição definida pelo Ministério da Saúde, levando em conta o aumento de casos registrados fora do território chinês. As orientações foram replicadas pelo Governo de São Paulo para todas as regiões do Estado.
“É imprescindível que, ao apresentar os sintomas, as pessoas procurem um serviço de saúde mais próximo, como fez este paciente”, afirmou o secretário Germann.
Além dos sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza é preciso observar outros aspectos epidemiológicos, como histórico de viagem em área com circulação do vírus ou mesmo o contato próximo a algum caso suspeito ou confirmado laboratorialmente para COVID-19.
“A prevenção é o mais importante para doenças respiratórias, pois vírus não respeita fronteira”, destacou o infectologista Dr. David Uip, ao completar: “As populações mais vulneráveis são pessoas acima de 60 anos e, especialmente, acima de 80 anos. Já as principais comorbidades envolvem o doente crônico, ou seja, o doente pulmonar crônico, o diabético, o paciente imunodeprimido, em tratamento oncológico e os transplantados”.
As secretarias de Saúde do Estado e da Prefeitura de São Paulo estão monitorando as pessoas que tiveram contato com o primeiro paciente infectado. Todas as ações e medidas seguem protocolos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde. O site www.saude.gov.br/coronavirus está concentrando as informações atualizadas sobre o tema.
DICAS DE PREVENÇÃO:
– Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar.
– Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
– Não compartilhar objetos de uso pessoal.
– Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado.
– Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool.
– Deslocamentos não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente.
– Quem for viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), e a circulação em mercados de animais e seus produtos.
Postado por Eduardo Nascimento em 21/fev/2020 -

Pesquisadores europeus e da FMABC em reunião de trabalho na Bélgica
O Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), em Santo André, por meio do Departamento de Saúde da Coletividade, acaba de firmar parceria com a Universidade Livre de Bruxelas, da Bélgica, para implantar uma metodologia que estudará as vulnerabilidades associadas à saúde da população idosa no Grande ABC. O método inovador, em implantação em diversos países da Europa, visa mapear as condições de vida de idosos para ajustar e elaborar políticas públicas de saúde direcionadas à terceira idade.
A técnica pertence ao grupo de pesquisa Belgian Ageing Studies (BAS), ou Estudos sobre o Envelhecimento na Bélgica, ligado à universidade e que há dez anos dedica-se ao estudo científico dos aspectos sociais do envelhecimento. Com o início da parceria, a FMABC torna-se referência no Brasil para aplicação da metodologia, sendo a primeira universidade do País convidada a integrar a rede internacional do BAS.
O acordo entre Medicina ABC e Universidade Livre de Bruxelas foi oficializado neste fevereiro, durante reunião científica na Bélgica que contou com as presenças da professora titular da disciplina de Saúde Coletiva da FMABC, Dra. Vânia Barbosa do Nascimento, e da preceptora da Rede de Atenção Primária, Danyela Casadei Donatelli. A proposta é realizar diagnóstico da situação de vida dos idosos e adequar os processos de intervenção para elaboração de políticas públicas específicas. O foco é melhorar as condições de vida da população idosa de modo interdisciplinar, intersetorial e com a participação ativa dos próprios pacientes na aplicação do estudo. O tema guarda relação com o rápido e complexo envelhecimento da população brasileira e as vulnerabilidades psicossociais e econômicas presentes na terceira idade, que trazem consequências à saúde. A metodologia foi desenvolvida pelos pesquisadores Dr. Dominique Verté e Dr. Nico de Witte, que conduziram a reunião junto às convidadas brasileiras.
“O próximo passo será identificar municípios interessados e preocupados em atuar junto aos seus idosos para planejar o desenvolvimento da pesquisa, que uma vez aplicada certamente oferecerá muitos elementos para desencadear ações junto à população idosa, e que nem sempre envolvem recursos financeiros, como foi apontado pelos pesquisadores belgas e holandeses na apresentação do projeto”, disse Dra. Vânia Barbosa do Nascimento.
ORIGEM
A iniciativa da pesquisa é resultado do desdobramento da parceria científica da FMABC com a Universidade de Birmingham, da Inglaterra, firmada em 2018 e que avalia a eficácia dos meios de diagnósticos da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). A universidade inglesa é especialista em pesquisas clínicas sobre saúde respiratória em diversas regiões do mundo. Os pesquisadores europeus têm apoiado a formação de um grupo de pesquisa em Saúde Coletiva junto à FMABC para acompanhar os estudos aplicados à realidade da saúde da população brasileira.