Postado por Maíra Oliveira em 22/fev/2019 -

Objetivo é promover a reabilitação psicossocial dos pacientes por meio do trabalho – Foto: Divulgação/PMSCS
As novas oficinas promovidas pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Dr. Ruy Penteado aos usuários e familiares da Rede de Saúde Mental de São Caetano tiveram início dia 21 de fevereiro. A partir de agora, aulas de costura e confecção de bonecas passam a ser ministradas semanalmente com objetivo de promover a reabilitação psicossocial por meio do trabalho.
Segundo explica Joyce Feliciano, terapeuta ocupacional e responsável pela iniciativa, o projeto faz parte do Incluarte, um empreendimento solidário de geração de renda. “Os trabalhadores têm oficinas terapêuticas de marcenaria, encadernação, artesanato, bolsas, culinária, entre outros, e produzem itens que ficam expostos e à venda em nosso bazar, de segunda a sexta, das 8h às 17h, no CAPS (Rua dos Castores, 60, Bairro Mauá)”, conta. “O valor arrecadado é revertido integralmente às famílias”, completa.
Cerca de 60 pessoas são contempladas diretamente pelo programa, e outras 250 de forma indireta.
Postado por Maíra Oliveira em 22/fev/2019 -
O reitor do Centro Universitário Saúde ABC, Dr. David Uip, ministrou dia 18 de fevereiro a aula inaugural da primeira turma do curso de Medicina da Unieuro, em Brasília. O tema abordado junto aos estudantes foi “Ser médico”. Participaram do evento autoridades, docentes do curso, familiares dos alunos e profissionais da saúde.
A mesa de honra foi composta pelo presidente do Grupo Educacional Ceuma, doutor Clóvis Fecury; pelo presidente do Conselho Regional de Medicina (CFM), Farid Buitrago; o secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, Sarney Filho; o ex-presidente da República, José Sarney; a deputada federal Flávia Arruda, além do reitor Edson Zagrando.
Com base nas instalações e qualificações dos docentes, o curso de Medicina da instituição começa suas atividades classificado com nota máxima, cinco, junto ao Ministério da Educação (MEC). Os novos alunos iniciaram as aulas no dia 19/02, mesmo dia em que foram recepcionados.
DAVID UIP
Secretário de Estado da Saúde de São Paulo entre 2013 e 2017, o infectologista Dr. David Uip possui mestrado e doutorado em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela Universidade de São Paulo e é formado pela segunda turma de Medicina do Centro Universitário Saúde ABC, em 1970. Foi eleito como reitor da instituição para o quadriênio 2018-2021 e também é professor livre-docente da Faculdade de Medicina da USP.
Postado por Maíra Oliveira em 22/fev/2019 -

Objetivo é facilitar o acesso à vacina e ampliar o número de pessoas imunizadas antes do Carnaval – Foto: Alex Cavanha/PSA
A Prefeitura de Santo André realizou dia 19 de fevereiro um mutirão de vacinação contra a febre amarela que imunizou 298 pessoas. A iniciativa aconteceu na estação Prefeito Celso Daniel – Santo André da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e teve como objetivo facilitar o acesso à vacina, além de ampliar o número de pessoas imunizadas antes do carnaval – período em que há grande fluxo de pessoas se deslocando para outras cidades e estados.
Apesar de a vacina padrão da febre amarela estar disponível em todas as unidades de saúde, até o momento apenas 366,3 mil pessoas foram vacinadas contra a doença em Santo André. Esse número corresponde a 53,7% da cobertura.
A gerente de loja Jéssica Barbosa, de 28 anos, aprovou a ação. “Achei a iniciativa bem legal, pois vou viajar para o interior da Bahia e já estava pensando em me vacinar, mas não sabia onde. Esse ponto extra de vacinação facilitou muito. Estava passando, lembrei, tomei a vacina e já estou indo trabalhar”, afirmou.
Os sintomas da febre amarela variam muito, podendo ser leves e diminuir espontaneamente, ou evoluir para complicações graves e causar a morte. Cerca de 30% das pessoas que contraem a doença vão a óbito. Isso ocorre porque, até o momento, não foi descoberta a cura da doença e o tratamento médico se concentra em garantir a melhora dos sintomas apresentados e prevenir complicações.
A vacina ainda é considerada a melhor forma de prevenção e é indicada a partir dos nove meses de idade. Não há indicação para gestantes, mulheres amamentando crianças com até seis meses de idade e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticóides em doses elevadas (como, por exemplo, para tratamento de lúpus e artrite reumatoide). Portadores de HIV positivo e transplantados devem consultar o médico sobre a necessidade de se vacinar.
“A iniciativa de vacinação em um ponto de grande fluxo como a estação ferroviária vem de encontro à necessidade de prevenirmos a incidência da doença em decorrência das viagens de carnaval. A febre amarela é uma doença de alta letalidade e que pode ser combatida de forma eficiente por meio da vacinação”, explicou a diretora de Vigilância à Saúde, Dra. Ana Lúcia Ferreira de Oliveira Meira.
Para se vacinar basta procurar qualquer unidade de saúde de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, munido de documento com foto, e se possível, carteirinha de vacinação.
Unidades de Saúde:
US Bairro Paraíso – Rua Juquiá, 256 – Bairro Paraíso
US Centreville – Rua Bezerra de Menezes, 35 – Centreville
US Centro – Rua Campos Sales, 575 – Centro
US Cidade São Jorge – Avenida São Paulo, 800 – Cidade São Jorge
US Dr. Moysés Fucs – Rua Alexandreta, 180 – Jardim Santo Antonio
US Jardim Alvorada – Rua Dr. Almenor J. Silveira, s/nº – Jardim Silveira
US Jardim Irene – Estrada da Cata Preta, 552 – Jardim Irene
US Parque Andreense – Avenida Ibertioga, 100 – Parque Andreense
US Parque João Ramalho – Rua Maragogipe, s/nº – Parque João Ramalho
US Utinga – Alameda México, s/nº – Vila Metalúrgica
US Vila Guiomar – Rua das Silveiras, 73 – Vila Guiomar
US Vila Helena – Avenida Andrade Neves, 1.082 – Vila Helena
US Vila Lucinda – Rua Caconde, s/nº – Vila Lucinda
US Vila Luzita – Avenida Dom Pedro I, 4.197 – Vila Luzita
US Vila Palmares – Praça Áurea, 234 – Vila Palmares
USF Jardim Ana Maria – Rua Otávio Mangabeira, 331 – Jardim Ana Maria
USF Espírito Santo – Avenida São Paulo, 320 – Cidade São Jorge
USF Jardim Carla – Rua Lopes Trovão, s/nº – Jardim Carla
USF Jardim Santo Alberto – Rua Almada, 745 – Jardim Santo Alberto
USF Jardim Santo André – Rua Sete, s/nº – Jardim Santo André
USF Jardim Sorocaba – Avenida Sorocaba, 935/945 – Jardim Sorocaba
USF/PA (Pronto Atendimento) Paranapiacaba – Rua Rodrigues Alves, 29 – Paranapiacaba
USF Parque Miami – Estrada do Pedroso, 5151 – Parque Miami
USF Recreio da Borda do Campo – Avenida Mico Leão Dourado, 2452 – Recreio da Borda do Campo
USF Valparaíso – Rua Andradina, 471 – Bairro Valparaíso
USF Vila Linda – Rua Embaré, 97 – Vila Linda
Policlínica Jardim Bom Pastor – Rua José D’ângelo, 35 – Jardim Bom Pastor
Policlínica Campestre – R. das Figueiras, 271 – Campestre
Policlínica Parque Novo oratório – Rua Madagascar S/N – Parque Novo oratório
Clínica da Família JD. Cipreste – Rua Caminho dos Vianas, 300 – Jd. Cipreste
Postado por Maíra Oliveira em 22/fev/2019 -

Grupo é formado por 50 voluntários e 25 palhaços
O Hospital da Mulher de Santo André recebeu dia 14 de fevereiro o grupo Naninhas do Riso para uma ação com pacientes internadas. Vestidos de palhaços, os voluntários cantaram e entregaram mais de 50 naninhas – bonequinhos feitos de tecido de algodão e enchimentos que servem de travesseirinhos – para as mães, bebês e usuários do hospital.
O grupo começou seu trabalho em 2017 após iniciativa de Paulo Sergio Alves, Sandra Aparecida Alves e Mônica Santos Prian, que viram na ação uma oportunidade de ajudar pessoas. “O projeto foi criado para acalmar e suavizar o sofrimento daquelas crianças e pessoas que passam por longo tratamento de saúde. Qualquer ação que traga humanização e carinho é fundamental para eles e a família. Só a cura da Medicina não é suficiente, tem que vir com amor e solidariedade”, disse Paulo.
Para confeccionar as naninhas o grupo conta atualmente com mais de 50 voluntários, além de 25 palhaços que ajudam a entregar os itens em diversos hospitais parceiros. Mônica explica que as naninhas são feitas de tecidos de doação e costuradas com auxílio de voluntários. “Não vendemos as naninhas. Elas são doadas para crianças hospitalizadas, mas se as pessoas quiserem uma, trocamos por dois metros de tricoline com motivos infantis”.
As Naninhas do Riso atendem no Centro Hospitalar Municipal de Santo André, no Hospital Estadual Mário Covas, Hospital e Maternidade Santa Helena, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital São Cristóvão e agora no Hospital da Mulher.
COMO AJUDAR
O grupo precisa de doações de tecido tricoline 100% algodão com temas infantis ou florais lisos; TNT branco e enchimento de fibra siliconada (antialérgica). Para doar basta entrar em contato com os coordenadores do projeto pelos telefones: (11) 98308-0318 (Paulo), (11) 95924-1548 (Sandra) ou (11) 98500-6796 (Mônica).
Postado por Maíra Oliveira em 15/fev/2019 -
A Rádio Jovem Pan promoveu 18 de fevereiro o fórum “Mitos & Fatos”, cuja temática foi a área da Saúde. Entre os expoentes convidados para os debates esteve o professor titular e reitor do Centro Universitário Saúde ABC, Dr. David Everson Uip. O evento contou com três painéis temáticos: “Imortalidade: é possível chegar ao homo Deus?”, “Prevenção: os avanços em áreas críticas” e “Estamos matando o futuro?”.
Entre os objetivos do fórum está a discussão do conflito entre os grandes avanços da Medicina e as dificuldades em tornar o acesso à saúde universal e igualitário. Dr. David Uip integrou o segundo painel, sobre “Prevenção: os avanços em áreas críticas”, que abordou a sobrecarga do Sistema Único de Saúde, que atende mais de 150 milhões de pessoas em todo o País. Diante do cenário atual, o SUS deixa de oferecer, em parte significativa dos casos, atendimento preventivo, que poderia diminuir custos, evitar tratamentos mais caros e aumentar a saúde e o bem-estar da população.
O fórum incluiu a saúde suplementar nas discussões, a fim de ampliar o debate de ideias para o aumento da cultura de prevenção no País.
Ao lado do reitor do Centro Universitário Saúde ABC esteve Mauricio Wajngarten, professor de Cardiologia da USP e médico do Hospital Albert Einstein; Paulo Pachi, professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; e Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.
Postado por Maíra Oliveira em 15/fev/2019 -

Treinamento foi feito para voluntários do projeto Big Riso, da MBigucci – Foto: Divulgação
O docente e coordenador do Ambulatório de Oncologia Pediátrica da Faculdade de Medicina do ABC, Dr. Jairo Cartum, realizou dia 9 de fevereiro treinamento dos voluntários do Big Riso – Programa de Responsabilidade Social da MBigucci, empresa que mantém o projeto voluntariado há 15 anos. O professor falou sobre o câncer infanto-juvenil e de que forma a humanização auxilia no tratamento de crianças com câncer. A palestra fez parte do Encontro Anual dos Integrantes do Big Riso (EIBRISO) e ocorreu em São Bernardo, no auditório da construtora.
“Já existem trabalhos científicos comprovando que a felicidade ajuda no sistema imune. Ao brincar com as crianças em tratamento do câncer, os palhaços do Big Riso atuam de maneira positiva no estado de saúde e no sistema imune dessas crianças, e, consequentemente ajudam a mudar o prognóstico da doença. Não é somente um trabalho lúdico, é um papel importante no resultado da cura da doença. Outra coisa positiva é que a presença dos palhacinhos também ajuda na adesão ao tratamento, pois as crianças não querem faltar”, disse Dr. Jairo aos voluntários.
O médico também abordou as diferenças e chances de cura do câncer infantil e de carcinomas em adultos, principais tipos de câncer na infância e tratamentos atuais, além das sequelas psicossociais causadas pela doença. “Segundo o INCA, o Brasil registra por ano 12,5 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes. Os tumores mais frequentes são as leucemias, que afetam os glóbulos brancos e representam 1/3 dos casos; em segundo vêm os tumores cerebrais que atingem o sistema nervoso central, com 20% dos casos; e, na sequência, os linfomas, com 15% das incidências”, explicou.
O especialista destacou ainda a importância da responsabilidade dos voluntários nos cuidados com seu próprio bem-estar e saúde. “As crianças ficam debilitadas pelo tratamento da quimioterapia. Se não formos cautelosos, podemos precipitar uma infecção. Por isso, oriento para que só façam as visitas quando estiverem 100% bem e não tiverem tido contato recente com alguém doente”, alertou.
A coordenadora do Big Riso, Roberta Bigucci, agradeceu ao Dr. Jairo pela parceria de longa data. “Em 2019 o Big Riso completará 15 anos de voluntariado e nada melhor do que começar nossas comemorações com a excelente palestra do Dr. Jairo, que sempre foi um grande apoiador do Big Riso desde o início”. A coordenadora aproveitou o encontro para reforçar aos voluntários as normas de conduta dentro dos hospitais, além de apresentar o balanço anual grupo e o planejamento de atividades para 2019.
GRATO ABC
Durante a palestra, Dr. Jairo Cartum também divulgou o GRATO ABC – Grupo de Assistência e Tratamento Oncológico Pediátrico da Faculdade de Medicina do ABC. “Estamos criando uma rede entre várias entidades, profissionais e órgãos públicos para captação de recursos com objetivo de construir um Instituto de Oncologia Pediátrica no ABC. Estamos muito aquém do que a região precisa”, explicou. Quem quiser conhecer e aderir ao Grato pode acessar http://gratoabc.com.br/ ou seguir o grupo nas redes sociais: Grato ABC.
BIG RISO
Criado em 8 de novembro de 2004, o Big Riso é um Programa de Responsabilidade Social da construtora MBigucci. Colaboradores da construtora e voluntários externos se transformam em palhaços e visitam semanalmente crianças com câncer internadas em hospitais públicos do ABC e São Paulo, levando amor, carinho e diversão. Em 15 anos de atuação o Big Riso já realizou mais de 1.900 visitas em hospitais, além de 150 ações sociais, beneficiando mais de 12 mil pessoas. No total já passaram pelo grupo 643 voluntários.
Postado por Maíra Oliveira em 15/fev/2019 -

São necessários frascos de vidros com tampas de plástico, como os de maionese ou café solúvel, que posteriormente são esterilizados
O aleitamento estimula o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê e é fundamental para a saúde de ambos. Existem mães, porém, que têm dificuldades para amamentar. No Hospital da Mulher de Santo André diversos bebês diariamente dependem das doações de leite materno.
E, para estocar esse leite doado, são necessários frascos de vidros com tampas de plástico, como os de maionese ou café solúvel. Esse material é esterilizado e seguro, pois é resistente ao congelamento e descongelamento. O processo evita que o leite não perca os seus nutrientes, além de não acumular cheiro e resíduos com o uso da tampa de plástico.
De acordo com a supervisora do Banco de Leite, Luciene Barbosa dos Santos, os vidros doados são utilizados para coleta, armazenamento e pasteurização do leite humano doado. “A doação de vidros pode salvar a vida de muitos bebês da UTI Neonatal. Para mantermos este trabalho é essencial a doação de leite materno e de potes de vidro com tampa plástica que garantem a conservação adequada”, explica.
BANCO DE LEITE
O Banco de Leite Humano (BLH) do Hospital da Mulher atende de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h. Para doar é preciso ligar para (11) 4478-5048 ou (11) 4478-5027. É realizado um cadastro e agendada uma visita à casa da doadora para o recolhimento do leite. A mãe deverá retirar o excedente e armazená-lo segundo orientações da equipe do BLH.
Todo o material doado passa por processo de pasteurização. Também é submetido a controles de qualidade e distribuído aos bebês prematuros e outros recém-nascidos clinicamente impossibilitados de recebê-lo do seio materno. Há também serviços de orientação e tira-dúvidas sobre aleitamento materno.
DOAÇÃO DE FRASCOS
Para doar frascos de vidro é possível agendar a retirada em domicílio pelos telefones (11) 4478-5048 ou (11) 4478-5027. Ou, realizar a doação pessoalmente no Hospital da Mulher. Basta comparecer à Rua América do Sul, 285 – Parque Novo Oratório – Santo André.
Postado por Maíra Oliveira em 15/fev/2019 -

Rede dispõe de software com tecnologia israelense, inédito no Brasil, que identifica anormalidades nos exames e prioriza laudos urgentes – Foto: Divulgação/PMSCS
A alta tecnologia nos serviços de diagnósticos por imagem já imprimem mais assertividade e precisão nos resultados dos exames realizados nas unidades de saúde da rede municipal de São Caetano. Em visita à sede da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), dia 12 de fevereiro, na Capital, representantes da Secretaria de Saúde da Prefeitura tiveram acesso aos detalhes dos recursos de inteligência artificial que a empresa dispõe ao município e que já estão em uso na cidade.
“São inovações tecnológicas que trazem melhor desempenho na gestão das informações para otimizar a produtividade, auxiliar na tomada de decisões e na solução de problemas”, resume a secretária de Saúde, Regina Maura Zetone. “Temos à disposição um software com tecnologia israelense, inédito no Brasil, que identifica possíveis anormalidades nos exames e os priorizam para que sejam laudados com mais urgência. Dessa forma, podemos ter assertividade de mais de 99% no diagnóstico de patologias graves, o que pode ser classificado como grande aliado dos médicos radiologistas e importante recurso na acurácia dos laudos”, completa.
Com os recursos apresentados, o histórico dos exames dos pacientes pode ser acessado pela nuvem (imagens e laudos) de qualquer unidade da base da FIDI. Dessa forma, evita-se que o mesmo procedimento seja realizado repetidamente, sem necessidade, gerando economia e reduzindo a exposição do paciente à radiação, por exemplo.
Outro ponto de destaque diz respeito à educação continuada promovida aos profissionais (médicos ou técnicos) a fim de que aprimorem os conhecimentos e reduzam as possibilidades de erros. Com dispositivos exclusivos, a realização de exames em São Caetano pode ser acompanhada em tempo real da sede da FIDI, por especialista, que atua como segunda opinião no diagnóstico.
No ano de 2018, mais de 160 mil exames de imagem, como raio X, ultrassonografia, mamografia, tomografia, ressonância magnética e densitometria óssea foram realizados nas unidades de saúde de São Caetano.
Postado por Maíra Oliveira em 15/fev/2019 -

As cinco novas ambulâncias tiveram investimento médio de R$ 195 mil por veículo – Foto: Helber Aggio/PSA
Dando sequência ao processo de renovação da frota de veículos da saúde, a Prefeitura de Santo André entregou dia 11 de fevereiro cinco novas ambulâncias que já estão prestando atendimento à população. Todas são do modelo Sprinter e são equipadas com rede de oxigênio e ar comprimido, oxigênio portátil, pranchas longas, GPS, ar condicionado, infraestrutura elétrica, maca retrátil, além de mochilas com materiais para atendimento de primeiro socorros.
O prefeito Paulo Serra destacou, durante a entrega dos veículos, o compromisso da gestão em oferecer mais qualidade no serviço prestado aos usuários. “É uma revolução na frota que tínhamos na cidade. Estamos aumentando a nossa capacidade de atendimento com um novo padrão, como parte da modernização promovida pelo Qualisaúde”, afirmou.
As cinco novas ambulâncias tiveram investimento médio de R$ 195 mil por veículo. “São totalmente equipadas para fazer atendimento interhospitalar e, se for necessário, atendimento de rua de urgência. Elas têm todos os equipamentos necessários para garantir um atendimento seguro e de qualidade para o paciente”, comentou a secretária adjunta de saúde, Rosana Pereira Madeira Grasso.
A renovação da frota foi iniciada em novembro de 2018 com a entrega de duas ambulâncias de suporte avançado do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e duas motolâncias. Novas entregas serão realizadas nas próximas semanas.
SAMU
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) tem como objetivo prestar rápido atendimento às vítimas em situação de urgência ou emergência, reduzindo o sofrimento, riscos de sequelas ou morte. Por meio do número 192, a Central de Regulação Médica recebe em média 8 mil ligações por mês. Muitas das chamadas recebidas são solucionadas de forma remota, pois as equipes possuem capacitação técnica e são altamente qualificadas e preparadas para prestar o primeiro atendimento em qualquer situação.
Santo André conta com três tipos de equipes: Unidade de Suporte Avançado de Vida, composta por médico, enfermeiro e condutores; Suporte Básico de Vida, com técnico/auxiliar de enfermagem e condutor; e as motolâncias, que contam com enfermeiros que realizam média de 3 mil atendimentos mensais.
Postado por Eduardo Nascimento em 11/fev/2019 -
O Centro de Pesquisa Clínica da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), está com vagas abertas em novos estudos sobre doença de Crohn, uma inflamação intestinal crônica relativamente frequente, de difícil diagnóstico e que necessita de supervisão médica constante. A FMABC possui ambulatório específico nessa área, referência nacional tanto na assistência como na pesquisa – de grande relevância para os pacientes, que podem se beneficiar de tratamentos gratuitos e medicamentos novos, inclusive na classe de imunobiológicos, que estão entre os mais promissores do mercado.
Interessados em participar dos estudos clínicos devem ter o diagnóstico confirmado da doença e preencher questionário disponível no link https://bit.ly/2sXKkSR. As inscrições estarão abertas até o final de abril de 2019. Mais informações no telefone (11) 4317-0405 ou pelo WhatsApp (11) 94129-1254.
DOENÇA DE CROHN
A doença de Crohn decorre de alterações no sistema imunológico do intestino, cuja consequência é a inflamação. As origens são desconhecidas, mas pesquisas apontam que fatores hereditários potencializam o desenvolvimento. Problemas emocionais e estresse podem piorar o quadro.
Mais frequente entre adultos jovens de 15 a 25 anos, ela pode ocorrer em qualquer setor do aparelho digestivo – em alguns casos, levando à obstrução intestinal. Os sintomas geralmente estão associados ao emagrecimento e à dor abdominal. Também são considerados sinais de alerta a diarreia frequente, sensibilidade abdominal, febre, náusea, vômitos intermitentes e anemia importante.
“A inflamação ocorre com maior frequência na região do íleo, podendo afetar qualquer parte do trato gastrointestinal. A prevalência estimada é ao redor de um caso para 10 mil pessoas em países ocidentais, sendo ambos os sexos igualmente afetados”, explica a biomédica coordenadora de Pesquisa Clínica da Faculdade de Medicina do ABC, Josiane Duarte, que acrescenta: “Existe uma tendência mundial para o aumento da incidência. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 1,4 milhão de pacientes são afetados por doenças intestinais inflamatórias. Na Europa, há pelo menos 2,2 milhões de indivíduos que sofrem deste tipo de patologia”.
De maneira geral, o tratamento pode ser clínico, à base de medicamentos, ou cirúrgico, dependendo da gravidade e das condições do doente.
SEGURANÇA E INOVAÇÃO
Antes de iniciar qualquer estudo, o Centro de Pesquisa Clínica da FMABC submete o protocolo à aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da instituição, assim como à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Trata-se de procedimento extremamente relevante, pois garante que os trabalhos são conduzidos com seriedade, segurança e dentro das normais legais estabelecidas.
Para participar, os pacientes devem se enquadrar nos perfis de cada pesquisa, obedecendo a critérios de inclusão e exclusão. Vale destacar que o Centro de Pesquisa Clínica da FMABC não realiza o diagnóstico das doenças – ou seja, é necessário que o paciente já tenha a confirmação da patologia por meio de avaliações médicas anteriores e exames.
O estudo clínico é uma exigência para o desenvolvimento de novas terapias para todas as doenças e envolve diversos profissionais, como médicos investigadores, farmacêuticos, enfermeiros, biomédicos e biólogos, entre outros. Dessa forma, além do acesso gratuito a tratamentos de ponta, os pacientes também recebem acompanhamento completo.
Desde 2010, mais de 3 mil pacientes já participaram de pesquisas clínicas na FMABC. Logo de início, o voluntário é informado pelo médico responsável sobre todos os procedimentos e objetivos da participação no estudo. Caso aceite participar, um “termo de consentimento livre e esclarecido” é assinado, para garantir que todas as informações foram passadas previamente. Além disso, o paciente tem a liberdade de sair do protocolo de estudo quando desejar.