Com marca de 400 internações, Hospital de Campanha da UPA Central de Santos é desativado

Postado por Maíra Oliveira em 21/jul/2021 -

Estrutura com 40 leitos foi aberta em 31 de março para auxiliar no enfrentamento à pandemia

 

Equipe de funcionários da unidade recebeu diversos elogios de pacientes e familiares

O Hospital de Campanha da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central de Santos, que funcionou no segundo e terceiro andares da UPA, encerrou dia 20 de julho os atendimentos na unidade. A queda nos índices de novos casos e internações por Covid-19 na cidade contribuiu para o encerramento do serviço, aberto em 31 de março para auxiliar no enfrentamento à pandemia. Ao todo, até o fechamento dos leitos, foram realizadas 400 internações.

O processo de transferência dos últimos pacientes para unidades da região foi concluído esta semana. Durante os três meses e meio em funcionamento, o hospital de campanha operou com 40 leitos, sendo metade de enfermaria e metade de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Foi uma experiência transformadora e edificante. Conseguimos manter o padrão de atendimento já disponibilizado na UPA com a oferta de uma assistência humanizada, segura e eficaz. Fato comprovado, inclusive, pelos depoimentos voluntários de diversos pacientes e familiares que tanto nos emocionaram. Toda a equipe está de parabéns pelo desempenho”, disse a gerente da UPA Central de Santos, Zilvani Guimarães.

Segundo a Prefeitura, a ocupação de leitos municipais destinados à Covid-19 está em torno de 30% (Clínica Médica e UTI). A Administração esclarece que, mediante necessidade, todos os leitos desativados podem ser reabertos.

“Estamos realizando essa ação com muita responsabilidade, diante de um cenário de 30% de ocupação dos leitos municipais. Continuaremos a avaliar diariamente o comportamento da Covid-19 em Santos e, se percebermos a necessidade de retomada desses leitos, a estrutura física já estará pronta”, explica o secretário municipal de Saúde, Adriano Catapreta.

Santos optou pela criação dos leitos de campanha em estruturas de saúde já existentes, de forma que, após o seu uso, toda a infraestrutura como rede de gases medicinais e equipamentos permanecesse à disposição da rede municipal de saúde.

ASSISTÊNCIA

O município seguirá, ainda, com 235 leitos específicos para o tratamento da Covid-19 no Hospital Vitória, no Complexo Hospitalar dos Estivadores, no Complexo Hospitalar da Zona Noroeste, na Santa Casa de Santos e no Hosopital Beneficência Portuguesa.

Durante o período em funcionamento o Hospital de Campanha da UPA Central de Santos acumulou inúmeras mensagens de agradecimentos registradas nas redes sociais, especialmente direcionadas à humanização das equipes assistenciais e administrativas. Em maio, o serviço recebeu “votos de congratulações” durante a 18ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Santos. O requerimento assinado pelo vereador Lincoln Reis e lido durante a plenária teve como foco o reconhecimento do trabalho realizado pelo hospital no enfrentamento à Covid-19. (Com informações da Prefeitura de Santos)

Gastroenterologia da FMABC tem estudo publicado em revista científica internacional

Postado por Maíra Oliveira em 20/jul/2021 -

Estudantes do 4º ano de Medicina fizeram revisão de artigos sobre linfoma que acomete o intestino delgado

 

Alunos e a professora de Gastroenterologia da FMABC, Dra. Ethel Zimberg Chehter

A disciplina de Gastroenterologia do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) acaba de ter artigo aprovado para publicação na conceituada revista científica on-line Public Library of Science (PLOS). O estudo propõe ampla revisão das características clínicas, opções terapêuticas e resultados de tratamentos da Doença Imunoproliferativa do Intestino Delgado (IPSID), caracterizada pela aparição de linfomas (tumores) no intestino delgado. O objetivo é auxiliar médicos e especialistas a diagnosticar e tratar a enfermidade de forma adequada e precoce, dada a escassez de literatura científica sobre o tema. O trabalho também fornece subsídio para futuras políticas públicas de saúde direcionadas ao tratamento da doença.

O artigo, desenvolvido por estudantes do 4º ano do curso de Medicina, teve coordenação da professora de Gastroenterologia da FMABC, Dra. Ethel Zimberg Chehter. Com base nas diretrizes PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), declaração que orienta a redação de revisões sistemáticas e meta-análises, os autores fizeram uma revisão de artigos com base no banco de dados da PubMed, plataforma utilizada no mundo todo para pesquisa de publicações científicas da área da saúde. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 33 artigos publicados entre os anos de 2000 e 2020 que incluíam informações clínicas relevantes sobre o tratamento da doença.

“Nosso grupo percebeu que tratava-se de uma doença rara, de difícil diagnóstico e com poucos estudos publicados, cerca de 100 em todo o mundo. Por isso, pensamos em escrever um artigo de revisão sistemática, pois o que mais faltava era justamente a abordagem das formas de tratamento da doença”, disse uma das autoras, a aluna Daniele Evangelista-Leite.

DADOS

Ao todo, foram selecionados 22 relatos de caso, 7 revisões, 1 artigo de pesquisa, 1 estudo prospectivo, 1 carta ao editor e 1 ‘memoriam’ em que 76 pacientes foram identificados. Foi possível realizar uma ampla análise epidemiológica dos dados, elencar sintomas prevalentes e opções de tratamentos para facilitar a orientação de profissionais da área médica. Com base no levantamento, identificou-se que a maioria dos pacientes são homens, com média de idade de 32 anos e que geralmente manifesta a doença no duodeno, parte inicial do intestino delgado mais acometida pela IPSID. Já os sintomas mais comuns observados nos pacientes, de acordo com a apuração, são diarreia crônica (associada ou não à perda de peso), má absorção de nutrientes e dor abdominal.

“Este é o resultado de um trabalho proposto como desafio em nossa Disciplina de Gastroenterologia. Fui surpreendida com esta solução em forma de revisão. Trata-se de um excelente trabalho recompensado com a publicação em uma revista de grande prestígio”, disse Dra. Ethel.

O trabalho foi desenvolvido pelos alunos Daniele Evangelista-Leite, Breno Affonso Madaloso, Bruno Shouta Yamashita, Francesco Enrico Aloise, Lucas Polito Verdasca, Murilo Lopes de Mello e Renan Murata Hayashi, além da professora Ethel Zimberg Chehter. A íntegra do estudo pode ser acessada pelo link https://is.gd/3qjtTz.

AME Praia Grande cria sistema de confirmação de agendas e otimiza contato com pacientes

Postado por Maíra Oliveira em 20/jul/2021 -

Sem custos, ferramenta traz agilidade na comunicação com pacientes via aplicativo de mensagens e torpedos SMS

 

Apresentação do projeto ao Estado foi realizada virtualmente em 12 de julho

O Ambulatório Médico de Especialidades de Praia Grande (AME-PG), gerenciado pela Fundação do ABC desde 2009, desenvolveu um sistema próprio de confirmação de consultas, cirurgias, exames, além de envio de laudos e mensagens com os pacientes por meio do WhatsApp Business e torpedos telefônicos. A iniciativa substitui os antigos contatos telefônicos que, ao longo dos anos, mostraram-se ineficazes para tais finalidades, devido à desatualização de cadastros e principalmente à ausência de devolutivas por parte dos usuários.

Os primeiros testes da nova solução tecnológica tiveram início em 2019. No ano passado, as equipes administrativa e de desenvolvimento do AME-PG evoluíram a ferramenta e, no começo deste ano, foi colocada em prática de forma definitiva. A apresentação do projeto à Coordenadoria de Gestão de Contratos de Serviços de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (CGCSS) foi realizada virtualmente dia 12 de julho.

Após a finalização da consulta ou procedimento do paciente, por exemplo, o mesmo pode ir embora sem a necessidade de agendar o retorno de forma presencial ou retirar algum documento impresso. Todo o contato é feito pela unidade via celular após o atendimento. O WhatsApp também permite a interação por mensagens, caso o usuário tenha dúvidas ou solicite informações não disponíveis nas respostas automáticas.

Os principais benefícios que a nova ferramenta traz são a confirmação de 100% dos agendamentos internos e externos; automatização de todas as mensagens enviadas, de forma instantânea; facilitação da busca/interação das mensagens; automatização do envio de laudos (antes entregues apenas pessoalmente); elaboração e tabulação de indicadores, além da economia com a redução de 5 para 2 colaboradores deslocados para a função e com o serviço de telefonia local. Após a otimização no processo também foram devolvidos nove computadores à empresa locadora dos equipamentos.

COMPARATIVO

Em 2020, apenas 27% das 100 mil ligações realizadas durante o ano tiveram êxito para fins de confirmação. Paralelamente, entre maio e dezembro do mesmo ano, teve início o envio-teste das mensagens de forma eletrônica. Ao todo, 82% das 153 mil mensagens receberam as confirmações necessárias dos pacientes. Já este ano, entre janeiro e maio, foram realizados 59 mil envios de mensagens por WhatsApp e torpedos SMS, com índice de 94% de sucesso.

A evolução ocorre de forma gradativa. Em 2009, ano de inauguração da unidade e primeiro ano da FUABC à frente da gestão, todo o processo de confirmação de agendamento ainda era realizado manualmente. Em 2017, os contatos com os pacientes passaram a ser registrados numa planilha de Excel. Agora, com a nova ferramenta, o objetivo é qualificar cada vez mais o vínculo do usuário com o serviço e combater o absenteísmo. “Estamos bastante satisfeitos com a evolução da ferramenta e as funcionalidades que ela tem trazido à rotina assistencial e administrativa. Promovemos treinamentos dos médicos aos recepcionistas para que todos saibam orientar os pacientes e alinhar os fluxos de atendimento. Em época de pandemia, também reduzimos substancialmente o período que o usuário permanece no local, visto que antes era necessário aguardar numa sala de espera para efetuar os agendamentos e retornos. No caso de retirada de laudos impressos, conseguimos evitar o deslocamento dos pacientes, que muitas vezes vêm de outros municípios até a unidade”, explica o diretor-geral do AME Praia Grande, Cassio Lopes.

PREPARO DE EXAMES

Outra inovação prática e importante são as orientações sobre preparo de exames. Com auxílio de um software gratuito de edição digital, foram gravados áudios padrões com orientação de preparo relativo a cada exame. As mensagens de voz também são enviadas previa e instantaneamente pelo WhatsApp. Via torpedo, as orientações vão por escrito.

Devido a alguns pacientes não possuírem acesso à internet móvel, foi desenvolvida a opção de interação por torpedos telefônicos, que exige apenas uma linha telefônica com chip ativo. Seja pelo aplicativo ou por SMS, a confirmação dos agendamentos é realizada com apenas uma tecla (1 para confirmar, 2 para cancelar). Caso o paciente deseje desmarcar a consulta, por motivos de segurança, o sistema exige duas confirmações. Sendo assim, a agenda é liberada naquela data para novas marcações.

A ferramenta funciona de forma integrada aos programas do pacote Office, como Excel e Access, para os quais a unidade já possuía licença vigente de utilização. Já os dados de contato dos pacientes são extraídos do sistema da Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS), gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde.

 

OftalmoABC instala primeiro tomógrafo de córnea ‘Galilei’ da região do ABC

Postado por Maíra Oliveira em 16/jul/2021 -

Equipamento de última geração está disponível em pouquíssimos centros do País e demandou investimento de R$ 500 mil

 

O equipamento e o chefe da disciplina de Oftalmologia da FMABC, Dr. Vagner Loduca

A disciplina de Oftalmologia do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC acaba de trazer para a região do ABC o primeiro tomógrafo de córnea ‘Galilei’ – equipamento de última geração, disponível em pouquíssimos centros médicos do País, tanto públicos quanto privados. O investimento foi de aproximadamente R$ 500 mil e o equipamento está à disposição dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que utilizam os serviços do Instituto de Olhos do ABC, no campus universitário em Santo André.

O aparelho é destinado, principalmente, a exames pré-operatórios de alta precisão que subsidiam as equipes médicas na realização de cirurgias refrativas e para o acompanhamento pós-operatório. O sistema utiliza duas câmeras e análise tridimensional, permitindo avaliações exatas para curvaturas (topografia) e elevações da retina. Também oferece alta precisão em paquimetria, que é a medição da espessura da córnea – a camada mais superficial do globo ocular.

Em função da acurácia, o Galilei também é utilizado com frequência nas áreas de transplante de córnea, diagnóstico e acompanhamento de ceratocone e no pré-operatário de cirurgia de catarata para cálculo de lentes intraoculares, entre outras aplicações.

AVANÇO

O serviço de Oftalmologia do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC contava anteriormente com um tomógrafo de córnea convencional, disponível na maioria dos serviços da especialidade. “Estamos falando do que há de mais moderno no mundo para avaliação da córnea. A alta precisão dos exames pré-operatórios melhora os resultados cirúrgicos, pois mostram ao médico com exatidão dados de espessura, curvatura e um escâner completo de todo segmento anterior do olho. São informações valiosas de uma região extremamente delicada e que subsidiam o cirurgião a intervir com maior precisão”, detalha o chefe da disciplina de Oftalmologia da FMABC, Dr. Vagner Loduca.

Para o docente, além dos benefícios aos pacientes do Instituto de Olhos do ABC, a tecnologia envolvida no novo tomógrafo de córnea Galilei também trará frutos positivos para o ensino e a pesquisa. “Dificilmente nossos médicos residentes teriam a oportunidade de trabalhar com um equipamento tão moderno em outros serviços oftalmológicos. Trata-se de ganho substancial na formação desses profissionais e um avanço para os nossos estudos oftalmológicos, especialmente na área de cirurgia refrativa”, completa Loduca.

Após 22 dias de internação, jovem recebe alta do Hospital de Campanha de São Caetano

Postado por Maíra Oliveira em 16/jul/2021 -

Paciente venceu a Covid-19 após período de internação e intubação

 

O paciente Victor e a equipe da unidade na saída do hospital – Foto: Divulgação/PMSCS

“Meu filho renasceu”, foi com essas palavras e muita emoção que Jane Cristina Aragão Maia de Freitas, mãe de Victor Augusto Aragão Maia de Freitas, 27 anos, o recepcionou após 22 dias de internação no Hospital de Campanha de São Caetano do Sul.

“Foi uma bênção de Deus. Foi muito emocionante recebê-lo no hospital após tantos dias internado. Passamos por momentos difíceis quando ele precisou ser intubado”, relatou Jane, relembrando que Victor Augusto foi internado três dias após a família enterrar seu tio, irmão de Jane, que faleceu aos 61 anos vítima de Covid-19. “Ele acompanhou de perto todo o processo da doença de meu irmão e isso o abalou demais”, explicou.

Por volta do dia 15 de junho, a mãe já percebia que o filho não estava bem, mas ele achava que era asma, já que sofre de bronquite asmática. “Ele trabalha de casa. Somente eu, meu marido e minha filha trabalhamos fora, tanto que em janeiro nós três tivemos a doença e ele não contraiu”.

“Quando percebi que a gripe e a falta de ar começaram a se agravar, o levei ao Hospital Municipal de Emergências Albert Sabin. A Covid foi detectada e, com 50% do pulmão comprometido, ele já ficou internado. Nossa família, que já vinha de uma perda recente, ficou absolutamente abalada”.

O paciente deu entrada no Hospital Municipal de Emergências Albert Sabin no dia 22 de junho com quadro de tosse seca, mialgia (dor muscular), astenia (perda ou diminuição da força física) e cefaleia. No mesmo dia foi transferido ao Hospital de Campanha da cidade. Três dias depois apresentou piora no quadro e foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para suporte intensivo.

AGRAVAMENTO DA DOENÇA

Com o agravamento da doença, no dia 26 de junho houve necessidade de intubação. Victor permaneceu sete dias em ventilação mecânica. “Por ele ser muito jovem, a evolução rápida da doença nos chamou muita atenção. Mas, após esforços da equipe multidisciplinar, e da luta pela vida do próprio paciente, houve melhora significativa no quadro. Ele pôde ser novamente transferido para a Enfermaria e ontem (14/07), após 22 dias de internação, recebeu alta hospitalar e foi recepcionado de forma emocionante por toda a família”, explicou o diretor do Hospital de Campanha, Arthur Felipe Rente.

A mãe do paciente conta que por ter vivenciado a doença do tio, Victor tinha muito medo da intubação e resistiu demais. “Os médicos nos ligavam diariamente com notícias, mas o diagnóstico quando ele estava na UTI não era dos melhores. Ele estava resistente à sedação e com muito medo, devido à perda do tio. Foi um período terrível e angustiante. Mas, com uma grande corrente de orações que envolveu a família dos meus 11 irmãos e muitos amigos, além de todo cuidado que recebeu da equipe do hospital, ele se curou”, comemora Jane.

Victor Augusto, ainda em recuperação e sob efeito de anestesia e sedativos, conta que demorou para entender que ficaria internado. “Quando me vi num quarto de hospital fiquei muito ansioso e triste. Não consigo me lembrar muito bem de tudo o que aconteceu. Quando fui extubado voltei sem noção de quanto tempo fiquei intubado e o que havia acontecido. Aos poucos, os médicos foram me contando e me acalmando. Eles falavam sobre os procedimentos e o porquê eu ainda precisaria me alimentar por sonda”, explicou.

Segundo Jane, Victor deixou o hospital com encaminhamentos para atendimento com psicólogo e pneumologista. “Ficar em um ambiente com pessoas com Covid é muito ruim. Olhava à minha volta e via pessoas sofrendo, acompanhei momentos de tensão. Mas sempre fui acalmado pela equipe médica e de enfermagem. Eles me diziam que eu estava bem, que minha imunidade melhorava a cada dia. Porém, não é fácil você ver alguém que estava ao seu lado partir. A gente entra em choque”, relatou Victor que, agora, comemora a volta ao lar. “Muito bom estar em casa, poder dormir mais tranquilo e receber os cuidados dos meus familiares. Daqui para frente vou mudar minha rotina alimentar, me preocupar menos com tantas coisas e agradecer a cada dia pela minha vida. Também agradeço aos meus familiares e amigos que fizeram uma grande corrente de oração para que hoje eu pudesse estar aqui”.

Há menos de 24 horas em casa, Victor fez questão de responder a cada uma das mais de 300 mensagens que recebeu pelo WhatsApp enquanto esteve internado. “Foram mensagens de apoio que vieram de pessoas que eu nem imaginava”.

Ao deixar o hospital, em 14/07, o sentimento de Victor Augusto e de sua família foi retratado em cartazes com frases de agradecimento a Deus e toda equipe do hospital. “Obrigado aos médicos e enfermeiros do Hospital de Campanha por não desistirem de mim”.  Além dos pais Milton e Jane, e da irmã Gabriela, mais três tias e um primo foram recepcionar Victor na saída do hospital. “Eu agradeço muito a toda a equipe do Hospital de Campanha. Meu filho foi muito bem cuidado e bem tratado. Só tenho elogios”, declarou a mãe.

Victor agradeceu todo o apoio e cuidado da equipe e disse que todos estarão em suas orações. “Uma das minhas prioridades é voltar para a igreja. Depois de tudo que eu rezei, agora só tenho que agradecer. Agradecer diariamente pela minha vida, pela família e amigos”.

Paciente pede namorada em casamento na UPA Central de Santos após vencer a Covid-19

Postado por Maíra Oliveira em 15/jul/2021 -

Vitor Matos Caselato, 31 anos, recebeu alta esta semana após 18 dias internado na UTI

 

Surpresa contou com a colaboração da equipe do hospital – Foto: Divulgação/Prefeitura de Santos

Momentos emocionantes marcaram nesta semana a vida do paciente Vitor Matos Caselato, 30 anos, e da namorada Ester dos Santos França, 31 anos. Internado desde o dia 25 de junho no hospital de campanha da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santos, gerenciado pela Fundação do ABC, o engenheiro civil recebeu alta no dia 14 de julho após 18 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratar da Covid-19. No momento da alta, para aproveitar o clima de festividade e alívio, uma surpresa: um pedido de casamento. Ao encontrá-lo na saída do hospital, Ester foi surpreendida com buquês de rosa, trilha sonora romântica, bexigas, balões e muitos aplausos de familiares e funcionários.

Juntos há 12 anos, o casal pretendia oficializar a união, mas esperava maior estabilidade financeira. “Com a doença, percebi que o que realmente precisávamos nós já tínhamos, que é o amor, o companheirismo e a parceria”, disse Vitor.

A equipe do hospital ajudou a organizar toda a surpresa, após um combinado feito 10 dias antes com a médica do hospital de campanha da UPA Central, Isabela Rossi, que acompanhou Vitor diariamente durante sua internação na UTI. Foi o momento mais marcante para ele e para toda equipe, já que seu estado de saúde era considerado grave, com 90% de comprometimento do pulmão e grande chance de intubação.

“Ele não estava melhorando e fizemos tomografia para ver se tinha alguma alteração pulmonar que justificasse a dificuldade de melhora clínica. Naquele dia, soubemos que ele ia pedir a namorada em casamento por videochamada, mas como voltou cansado do exame, não conseguiu”, relata a médica.

No dia seguinte, pela manhã, vendo-o muito emotivo e com medo de não conseguir fazer o pedido, a médica fez um combinado: “Pedi para ele não ficar mais nervoso e disse que, no dia que ele tivesse alta, eu iria comprar o balão que ele pediu e um buquê de rosas. Combinei que ele tinha que ficar bom para poder fazer um pedido de verdade e não por videochamada. Poder ajoelhar e pedir do jeito que ele tinha sonhado”.

Vitor, a noiva e familiares após a alta médica

VITÓRIA COLETIVA

As medicações foram ajustadas e as fisioterapias intensificadas. E, a partir do combinado com a médica, Vitor começou a responder melhor às terapias. “O dia que a gente decidiu que faria a surpresa à namorada foi o ponto que ele realmente começou a melhorar, ficou mais positivo em relação ao tratamento, mais motivado e esperançoso. E toda a equipe viveu esse sonho”, conta a médica, lembrando que foram 10 dias planejando a surpresa. “Todo dia a gente falava sobre isso, combinava que flor ia trazer, como seria, o que ele iria falar. No final, a vitória não foi só dele, mas de todo mundo”.

Para Vitor, foi o vigor que precisava para sua própria recuperação. “O combinado com a Dra. Isabela me deu forças e esperança para lutar contra a Covid. Toda equipe acreditou na minha força. Quero agradecer a todos os funcionários, médicos, enfermeiros, técnicos e pessoal administrativo da UPA Central, pelo atendimento e por todo o carinho neste momento especial. Compraram tudo, fizeram literalmente uma festa. Vocês são anjos nas nossas vidas”, disse.

AGRADECIMENTOS

A ocasião provocou um misto de emoções em toda a equipe, que desde o início da pandemia mantém padrão de excelência no atendimento aos pacientes do hospital de campanha, este inaugurado em março no mesmo prédio da UPA. “Ficamos todos muito emocionados. Esses são os momentos que nos trazem imensa satisfação. Não tem preço o que vivemos hoje (13/07) e em tantas outras altas. Nossa equipe é fantástica. Estão todos de parabéns. Este hospital de campanha é um sucesso graças ao empenho de todos os funcionários”, disse a gerente da UPA Central de Santos e do hospital de campanha, Zilvani Guimarães.

Gerente administrativa da Central de Convênios/FUABC, Vanessa Crispim estendeu os agradecimentos às equipes assistenciais e administrativas da unidade. “Todos os elogios não bastam para enaltecer os imensuráveis serviços prestados por todos os colaboradores do Hospital de Campanha e da Central de Convênios neste período de pandemia. São verdadeiros heróis, pois permanecem firmes na linha de frente de combate ao vírus. Nosso parabéns especial se estende à gestora Zilvani Guimarães, que executou com maestria todas as atividades necessárias para que pudéssemos alcançar este sucesso. É o resultado do comprometimento do gestor que atua junto à sua equipe, que faz muito mais que otimizar processos, que age como facilitador, coordenando, delegando e incentivando a todos para o cuidado humanizado”, disse a gerente.

HOSPITAL DE CAMPANHA

O Hospital de Campanha funciona no segundo e terceiro andares da UPA Central de Santos. Inaugurado em 31 de março, a unidade opera com 40 leitos, sendo metade de enfermaria e metade de UTI. Ao todo, desde a inauguração até o dia 14 de julho, foram realizadas 386 internações.

Durante o período em funcionamento o serviço acumula inúmeras mensagens de agradecimentos registradas nas redes sociais, especialmente direcionadas à humanização das equipes assistenciais e administrativas. Em maio, a unidade recebeu “votos de congratulações” durante a 18ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Santos. O requerimento assinado pelo vereador Lincoln Reis e lido durante a plenária teve como foco o reconhecimento do trabalho realizado pelo hospital no enfrentamento à Covid-19. (com informações da Prefeitura de Santos)

Noivos, familiares do paciente e colaboradores do hospital se uniram em momento de celebração

Campanha ‘Julho Verde’ alerta sobre perigos do câncer de cabeça e pescoço

Postado por Maíra Oliveira em 13/jul/2021 -

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), 10 mil brasileiros morrem por ano vítimas da doença

 

Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço é celebrado em 27 de julho. A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), que há mais de 50 anos atua na prevenção e tratamento da doença e há seis é responsável pela campanha no Brasil, promove durante todo o mês de julho atividades de conscientização e informação no combate a este tipo de câncer. Com o slogan “Desperte a Esperança, Venha para o Julho Verde”, a SBCCP reconhece o abalo da saúde emocional e como isso reflete no tratamento da doença.

O câncer de cabeça e pescoço é a denominação dada a um conjunto de tumores que afetam regiões da boca, laringe, faringe, glândulas salivares, cavidade nasal, seios paranasais e tireoide, além da pele da face e do pescoço. Segundo a SBCCP, 10 mil brasileiros morrem por ano vítimas da doença.

A campanha de 2021 chega no momento em que o País ainda enfrenta a pandemia de Covid-19. O medo pelo risco de contágio impactou 43% dos pacientes em tratamento de câncer, segundo levantamento do Instituto Oncoguia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece os resultados negativos da pandemia no tratamento do câncer. Muitas pessoas deixaram de fazer exames, o que impediu a realização do diagnóstico em estágio inicial. Pacientes deixaram de comparecer ao tratamento por insegurança, medo ou por falta de atendimento. Quanto mais avançado o câncer, menores são as chances de cura e mais agressiva fica a doença, o que provoca maior demanda de recursos para o tratamento. Além disso, as sequelas físicas após o tratamento de um câncer de cabeça e pescoço são maiores, bem como as emocionais e financeiras.

CÂNCER BUCAL

Entre as neoplasias malignas, o câncer de cavidade oral é o quinto mais comum entre os homens no Brasil (com exceção do câncer de pele). Cerca de 80% dos pacientes que procuram serviços de diagnóstico e tratamento já estão em estágio avançado da doença. Nesses casos, a probabilidade de cura é menor e o tratamento é mais complexo, levando a disfunções na deglutição de alimentos e na fala, além de deformidades estéticas.

No grupo de risco deste tipo de câncer estão: homens com mais de 40 anos, fumantes e consumidores de bebida alcoólica em excesso. Professora da disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da FMABC e membro da SBCCP, Dra. Jossi Ledo Kanda explica que além destes fatores, também são riscos para a doença o mau estado de conservação dos dentes e as próteses dentárias desajustadas. Segundo a docente, para se prevenir adequadamente é necessário evitar o fumo e o álcool, não se expor ao sol sem proteção (risco de câncer do lábio), promover higiene bucal, mantendo os dentes em bom estado, além de fazer pelo menos uma consulta odontológica de controle a cada ano e adotar dieta saudável, rica em vegetais e frutas.

OUTROS TIPOS

A infecção pelo HPV (papilomavírus humano) também tem contribuído com o aumento na incidência do câncer da orofaringe em jovens nos últimos anos, principalmente pelas práticas sexuais sem o uso de preservativos.

No caso do câncer da laringe, além do consumo de bebida alcoólica e tabagismo, alguns fatores relacionados à exposição ocupacional a elementos como pó de madeira, produtos químicos utilizados na metalurgia, petróleo, plásticos, indústrias têxteis e o amianto são relevantes. Entre as mulheres, o câncer da tireoide é o quinto mais frequente, porém, na maioria dos casos, possui prognóstico mais favorável.

Já o câncer de pele é o mais prevalente na população e também tem alta incidência na região da cabeça e pescoço, já que é uma área exposta ao sol. “O diagnóstico de tumores iniciais é fundamental para garantir os melhores índices de cura. Em pessoas acima dos 40 anos, sinais e sintomas como manchas brancas na boca, úlceras, nódulos no pescoço, mudança na voz e rouquidão, dores de garganta e à deglutição, e dificuldades para engolir são alertas para consultar o especialista”, explica a Dra. Jossi Ledo Kanda.

Mais informações sobre o tema podem ser acessadas pelo site: www.sbccp.org.br/julhoverde.

Formas de prevenção:

  • Não fumar;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Ter alimentação rica em frutas, verduras e legumes;
  • Manter boa higiene bucal;
  • Usar preservativo (camisinha) na prática do sexo oral;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Recomendar a vacinação do HPV para os meninos de 11 a 14 anos e para meninas de 9 a 14 anos;
  • Uso de protetor solar e evitar exposição ao sol prolongada.

Hospital Santa Cecília terá 44 novos leitos em julho

Postado por Eduardo Nascimento em 08/jul/2021 -

Exclusivo para o combate à Covid-19, equipamento do Governo do Estado é gerenciado pela Fundação do ABC e contará com total de 104 leitos

Serão 20 novos leitos de UTI e 24 de enfermaria

Parceria entre a Fundação do ABC e o Governo do Estado de São Paulo, o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília abrirá mais 44 leitos até o final de julho, atingindo total de 104 leitos exclusivos para tratamento de pacientes com a Covid-19. Serão 20 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital de Campanha e outros 24 de enfermaria.

A implantação será gradativa e os trabalhos começaram em 1º de julho, com a abertura de uma UTI no 7º andar com 10 leitos. Até a metade do mês está prevista a operação de mais 10 leitos de UTI no 9º andar. Entre 26 e 30 de julho a ampliação será concluída, com o funcionamento de 24 novos leitos de enfermaria no 8º andar.

“O Hospital Santa Cecília tem mantido média de 85% de ocupação e está entre as principais referências do Estado para o enfrentamento à Covid-19. Temos ciência da importância deste trabalho e é muito gratificante acompanhar a recuperação e a alta dos pacientes que têm vencido a doença”, informa a diretora-geral do Hospital Santa Cecília, Dra. Sandra Giron Gallo.

A coordenadora de Recursos Humanos do hospital, Edilaine Correia, junto às doações recebidas por pacientes satisfeitos com o atendimento

GRATIDÃO

Para a dirigente, o carinho e reconhecimento de pacientes e familiares têm sido muito importantes na valorização e motivação das equipes. “Temos recebido várias doações espontâneas de pacientes, familiares e até mesmo de colaboradores da Fundação do ABC, em benefício dos pacientes internados. São demonstrações de gratidão e amor pelo trabalho que estamos realizando no Hospital”, acrescenta Dra. Sandra Gallo.

Recentemente, a família de um dos pacientes encaminhados de Mato Grosso doou um colchão pneumático para UTI, que previne a formação de feridas nas costas de doentes intubados. Com o início do inverno, muitas doações de roupas de frio também têm chegado à unidade, assim como itens de higiene e de uso pessoais, como sabonetes, escovas e pastas de dente, aparelhos de barbear, chinelos e até mesmo bíblias e revistas de palavras cruzadas.

Para a diretora-geral, a sensação é gratificante, de “dever cumprido com responsabilidade e êxito”. Dra. Sandra Gallo completa: “Este sentimento gratificante não diz respeito somente a entrega dos leitos, mas também sobre a assistência humanizada e respeitosa que estamos proporcionando aos pacientes e seus familiares. Temos uma equipe comprometida em fazer o melhor, proporcionando assistência de qualidade e empática aos nossos pacientes. Eu só tenho a agradecer a todos, sem exceção”.

REFERÊNCIA CONTRA COVID-19

O Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília foi inaugurado em meados de abril como Hospital de Campanha do Governo do Estado, exclusivo para o atendimento de casos de Covid-19.

Localizado na região central da Capital, o Hospital está instalado em prédio com 10 andares cedido por um ano ao Estado pela iniciativa privada, onde funcionou o Hospital Santa Cecília até 2019 – desde então, a unidade permaneceu desativada. O plano de trabalho apresentado pela Fundação do ABC foi eleito vencedor para celebração do convênio emergencial para gerenciamento da unidade, cuja publicação no Diário Oficial do Estado ocorreu em 27 de março. Na mesma data, comitiva da FUABC e da Secretaria de Estado da Saúde estiveram no local para receber as chaves.

A partir de então, em apenas 15 dias o hospital recebia o primeiro paciente internado por Covid-19, às 20h04 de 11 de abril. Com alas e leitos abertos gradativamente, foram 54 dias entre o recebimento das chaves e o cumprimento integral do contrato, com a entrega de 60 leitos. Todas as equipes da Fundação do ABC estiveram envolvidas no processo e trabalharam ininterruptamente para a contratação de pessoal, revisão de todas as instalações, aquisição de insumos e medicações, reformas, compra e instalação de equipamentos, entre muitas outras ações básicas necessárias para a abertura da unidade.

Ao final de julho serão 104 leitos em funcionamento na unidade, sendo 40 de UTI e 64 de enfermaria.

Liga de Cardiologia realiza evento on-line com atendimentos simulados

Postado por Maíra Oliveira em 08/jul/2021 -

A iniciativa prepara os alunos para a prova de Residência Médica

A Liga de Cardiologia do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), juntamente com a disciplina de Cardiologia, realizou em 26 de junho atividade com atendimentos simulados on-line para alunos do 5º e 6º anos de Medicina. Conhecida como OSCE – Exame Prático Objetivo Estruturado de Habilidades e Atividades, a iniciativa prepara os alunos para a prova de Residência Médica e também auxilia no aprendizado, já que após os atendimentos, os estudantes recebem a avaliação do professor tutor.

O exame contou com a participação de alunos voluntários representando pacientes, sob organização da Liga de Cardiologia e apoio do professor Miguel A. Moretti. Foram premiados os estudantes com as três melhoras notas: Karine Turke, Giulia Cerchiari e Felipe Crepaldi.

“Parabéns à Diretoria da Liga, na pessoa de sua presidente, a aluna Beatriz Xavier de Camargo Rabello. Em breve, os casos serão apresentados e discutidos on-line. Atividades como essa são fundamentais para o ensino acadêmico, principalmente nos momentos atuais”, considera o professor titular da disciplina de Cardiologia da FMABC, Dr. Antônio Carlos Palandri Chagas.

Parceria com AME Mauá garante coleta de 24 quilos de tampinhas plásticas para o Hospital Nardini

Postado por Maíra Oliveira em 08/jul/2021 -

 

Representantes do Hospital Nardini e AME Mauá

O Hospital Nardini de Mauá recebeu no final de junho 24,5 quilos de tampinhas plásticas arrecadados no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Mauá. A parceria entre os dois serviços gerenciados pela Fundação do ABC teve início em fevereiro, quando a unidade estadual se tornou ponto de coleta de tampinhas plásticas em colaboração à iniciativa sustentável. O Hospital Nardini aderiu ao programa “Tampinha Legal” em julho de 2020 e, desde então, busca parcerias para ampliar os pontos de coleta pela cidade. O valor arrecadado com a venda do material será revertido em benfeitorias para a unidade.

Considerado o maior programa socioambiental de caráter educativo da indústria de transformação do plástico da América Latina, o programa Tampinha Legal foi lançado em 2016, na segunda edição do Congresso Brasileiro do Plástico (CBP). A iniciativa propõe ações modificadoras de comportamento de massa por meio do fomento e incentivo da coleta de tampas de plástico. O projeto fará a coleta do material arrecadado quando o volume chegar a aproximadamente 30 sacos.

São arrecadadas tampinhas plásticas de diversos produtos, como água, isotônico, água de coco, refrigerante, chá, suco, leite, shampoo, condicionador, pasta de dente, colírios, repelentes, sabão líquido, detergente, amaciante, desinfetante, álcool, água sanitária, entre outros, desde que o material seja 100% plástico. A população pode continuar doando nas duas unidades de Saúde.

O projeto Tampinha Legal é uma iniciativa do Instituto SustenPlast e busca melhorar a valorização de mercado do material. Os valores obtidos pelas campanhas são destinados integralmente às entidades assistenciais ou unidades de saúde participantes. Mais informações pelo site: www.tampinhalegal.com.br.