Postado por Maíra Oliveira em 12/mar/2021 -

Estudantes em visita ao Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), em 2019
Os recém-formados no curso de graduação em Enfermagem do Centro Universitário Faculdade de Medicina do (FMABC) foram aprovados em vários processos de seleção para integrar os programas de residências multiprofissionais das principais instituições de saúde do País, como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, A.C. Camargo Câncer Center, Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e nos programas de Residência e Aprimoramento da própria FMABC. Ao todo, foram aprovados cerca de 20 ex-alunos nas seleções.
A concorrência é altíssima e os critérios para ingresso nos cursos de especialização variam entre as instituições. Em geral, são utilizadas análise curricular, prova escrita, prova prática e entrevistas. O sucesso é atribuído à atualização criteriosa do projeto pedagógico do curso segundo exigências do mercado de trabalho, além da qualidade do corpo docente. Atualmente, a graduação possui cerca de 200 alunos matriculados. “O desempenho também se atribui às estratégias metodológicas adotadas no curso, que resultam na proatividade do aluno, além de possuirmos um currículo que oportuniza ao aluno uma diversidade de práticas nos serviços de saúde e atividades de extensão”, analisa a professora e coordenadora do curso, Dra. Rosangela Filipini.
De acordo com a vice-coordenadora, a docente Isabel Cristine Fernandes, cerca de 50% dos alunos matriculados na turma do ano passado ingressaram nas instituições. “A turma de 2020 realmente deixa seu marco. Para alcançar este resultado todo o corpo docente precisa estar voltado ao ensino, pesquisa e extensão. Seguramente o ensino baseado neste tripé permitiu aos estudantes tais conquistas. Outro aspecto que merece destaque se refere às práticas de enfermagem do primeiro ao último ano, que permitem desenvolver o pensamento crítico e o raciocínio clínico, ações necessárias para praticar uma enfermagem com qualidade”, complementa.
O curso de graduação em Enfermagem do Centro Universitário FMABC recebeu em 2020, mais uma vez, nota 4 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), realizado em novembro de 2019 em 1.063 municípios brasileiros. O resultado foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação. O projeto pedagógico do curso possui carga de 4.800 horas em quatro anos. Trata-se, portanto, de um curso intenso com 6 horas/aula dia, de segunda a sábado. A graduação garante a realização de atividades práticas desde o primeiro ano, com permanente estímulo à inserção dos alunos em atividades de extensão, congressos, pesquisas clínicas, iniciação científica e até em intercâmbios profissionais em outros países.
DEPOIMENTOS
A ex-aluna Keyla Santomero Damim foi aprovada nos programas de Residência Multiprofissional em Oncologia do Hospital Sírio-Libanês e do próprio Centro Universitário FMABC. A participação em atividades extracurriculares foi a estratégia adotada para qualificar ainda mais o currículo. “Quando decidi que queria fazer residência tentei ao máximo enriquecer o meu currículo, realizando diversas atividades extracurriculares oferecidas pela própria FMABC, como participação em ligas acadêmicas, monitorias e iniciação cientifica. A dedicação durante a graduação me trouxe um ótimo embasamento teórico”, disse Keyla.
Já Júllia Kovacs apostou em estudar as peculiaridades das provas das instituições que pretendia concorrer, além de se dedicar ao conhecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). “Fiz um planejamento com as matérias que mais caíam e comecei a estudar pelas principais, além de ter me dedicado muito ao SUS. Resolver provas anteriores me ajudou muito, pois aprendi a otimizar meu tempo e a conhecer as bancas. Por isso, mesmo com as questões que não estava familiarizada, consegui resolver por conhecer o estilo de prova que as bancas traziam”, conta a ex-estudante, aprovada nos programas de residência em Saúde da Família das prefeituras de São Paulo e Praia Grande.
Beatriz de Oliveira, aprovada no programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso da FMABC, destaca a importância do ensino da instituição para a aprovação no processo seletivo. “Os conteúdos que tivemos durante os quatro anos de graduação ajudaram muito quanto à interpretação e resolução das questões, pois estavam presentes na maioria das provas. O estudo individual, porém, se fez necessário. Desta forma, realizei resumos em formato de fichas, assisti videoaulas de temas que tinha maior dificuldade, me dediquei muito à resolução de questões de provas anteriores e também de livros. Todos os temas de estudo foram guiados conforme os editais”, explica Beatriz.
Confira a lista de estudantes do curso de Enfermagem da FMABC aprovados em programas de residências em 2020:
Júllia Kovacs
Residência em Saúde da Família – Prefeitura de Praia Grande/SP.
Residência em Saúde da Família – Prefeitura de São Paulo/SP.
Viviane Alves de Carvalho
Residência em Oncologia – Hospital Israelita Albert Einstein.
Residência em Envelhecimento – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Residência em Saúde do Idoso – Centro Universitário FMABC.
Residência em Aprimoramento em Enfermagem Médico-Cirúrgica – Centro Universitário FMABC.
Larissa Fávaro de Carvalho
Residência em Aprimoramento em Enfermagem Médico-Cirúrgica – Centro Universitário FMABC.
Residência em Saúde da Família – Prefeitura de São Paulo/SP.
Giulia Rabello Fernandes Silveira
Residência em Enfermagem Obstétrica – UNIFESP.
Bárbara Silva Verri Solla
Residente em Saúde do Idoso – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Beatriz de Oliveira
Residente em Saúde do Idoso – Centro Universitário FMABC.
Izabelle Zaparoli Martins
Residência Multiprofissional em Oncologia – UNIFESP.
Residência Multiprofissional em Oncologia – Centro Universitário FMABC.
Keyla Santomero Damim
Residência Multiprofissional em Oncologia – Hospital Sírio-Libanês.
Residência Multiprofissional em Oncologia – Centro Universitário FMABC.
Tainara Viana
Residência em Enfermagem Obstétrica – Universidade Estadual Paulista (UNESP).
Ellen Cardoso dos Santos
Pós-graduação em Oncologia Pediátrica – Hospital Israelita Albert Einstein.
Sarah Reis
Residência em Oncologia – A.C Camargo Câncer Center.
Ana Beatriz Rodrigues Lima
Residência Multiprofissional em Oncologia – Centro Universitário FMABC.
Brenda Balieiro
Residência Multiprofissional em Aprimoramento em Centro Cirúrgico – Hospital das Clínicas da USP.
Nathalia de Araujo Ferreira
Residência Multiprofissional em Oncologia – Centro Universitário FMABC.
Cheini Francis Shoshima
Residência em Enfermagem Cardiovascular – Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
Erica Beatriz Topolski
Residência Multiprofissional em Enfermagem Obstétrica – Universidade de São Paulo (USP).
Giovanna Leme
Residência Multiprofissional em Aprimoramento em Enfermagem Médico-Cirúrgica – Centro Universitário FMABC.
Fabiane Letícia
Programa de Pós-graduação em Cirurgia Torácica e Cardiovascular – Instituto do Coração (InCor) – Hospital das Clínicas da FMUSP.
Laiza Lopes da Silva
Residência Multiprofissional em Oncologia – Centro Universitário FMABC.
Nataly Souza Barbosa
Residência em Aprimoramento em Enfermagem Médico-Cirúrgica – Centro Universitário FMABC.
Giovana Beltrame Contin
Pós-graduação em Enfermagem Obstétrica e Ginecológica – Hospital Israelita Albert Einstein.
Postado por Maíra Oliveira em 12/mar/2021 -

Foto: Divulgação/PMMC
Em meio ao aumento de casos de Covid-19, a Prefeitura de Mogi das Cruzes entregou em 9 de março 7 de 15 novos leitos de Terapia Intensiva Covid-19 no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC). Com isso, a unidade passou a contar com 61 leitos de UTI para pacientes com o novo coronavírus, dos quais 56 já estavam ocupados, o que representa 91% de ocupação.
Os outros 8 novos leitos de UTI Covid devem ser instalados de forma gradativa nas próximas semanas, conforme programação de chegada de novos monitores e ventiladores. Paralelamente, a equipe técnica prepara também a instalação dos novos leitos de enfermaria. No total, serão 50, dos quais pelo menos 26 devem ocupar consultórios e outras áreas internas do Ambulatório de Especialidades, e os demais, possivelmente, no segundo andar da UnicaFisio, anexo ao Hospital Municipal.
“Estamos verificando a melhor estratégia para ampliação das redes de oxigênio e também outros recursos necessários para ampliarmos atendimento conforme a demanda”, adiantou o secretário municipal de Saúde, Henrique Naufel.
UPA CENTRAL DE SANTOS
Outra unidade da Fundação do ABC que pode receber novos leitos em breve é a UPA Central de Santos. O Município anunciou que abrirá gradativamente 60 leitos UTI para atender pacientes de Covid-19 na UPA Central, UPA Zona Leste e Hospital Vitória.
Postado por Maíra Oliveira em 12/mar/2021 -

Leitos de UTI do Hospital Maria Braido – Foto: Eric Romero/PMSCS
A rede pública de Saúde de São Caetano passou a contar em 7 março com dez novos leitos de UTI para pacientes com Covid-19, totalizando 50 leitos no Complexo Hospitalar de Clínicas e no Hospital de Emergências Albert Sabin, além de dois novos leitos de enfermaria, totalizando 28. Ao todo, o município dispõe de 203 leitos de enfermaria e 97 de UTI, incluindo os leitos Covid.
A Secretaria Municipal de Saúde optou pela criação dos novos leitos para conseguir atender de forma organizada à demanda de casos que requerem internação, enquanto trabalha na reabertura do Hospital de Campanha. “O número de casos positivos já vinha indicando um crescimento de internações. Na última semana atingimos 80% de ocupação em nossa UTI Covid e chegamos a 90% na Enfermaria. Foi a maior taxa de internações registrada desde o início da pandemia”, justifica a secretária de Saúde, Regina Maura Zetone.
As unidades de terapia intensiva do Complexo Hospitalar de Clínicas recebem pacientes com Covid-19 em estado grave, transferidos da porta de entrada do sistema de urgência e emergência, formado pelo Hospital Municipal de Emergências Albert Sabin e pela UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Engenheiro Julio Marcucci Sobrinho. Os quadros de baixa complexidade e que necessitam de internação permanecem na Enfermaria Covid do Complexo Hospitalar.
A cidade acompanha pelos boletins publicados diariamente um número maior de casos confirmados. Há também aumento significativo dos atendimentos feitos pelo programa de testagem domiciliar, o Disque Coronavírus. “Há dias em que confirmamos mais de 60 casos positivos. Nossas equipes têm feito, em média, 150 atendimentos diários”, destaca Regina Maura.
Com a piora da pandemia e o número crescente de internações, a cidade também está se organizando para a reabertura do Hospital de Campanha, que funcionará com 48 leitos de Enfermaria no Hospital São Caetano, no Bairro Santo Antônio. “Ainda teremos mais 30 leitos de UTI no Hospital de Campanha para compor os 140 novos leitos que o Estado está prometendo para nossa região”, afirma a secretária.

Profissionais da área de Educação contam com ambulatório exclusivo para tratamento da Covid-19
EDUCAÇÃO
São Caetano inaugurou em 1º de março o primeiro ambulatório exclusivo aos profissionais da Educação para tratamento da Covid-19. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, e atende profissionais da rede que apresentam sintomas. Eles são encaminhados ao ambulatório pela direção da escola e passam por avaliação médica. Caso necessário, serão medicados, orientados e testados com teste rápido de antígeno, equivalente ao PCR e com tempo menor de espera pelo resultado.
“Queremos dar mais segurança e tranquilidade aos profissionais da nossa rede de ensino disponibilizando um espaço para acolhê-los, orientá-los e testar quem estiver com sintomas”, explicou o prefeito Tite Campanella.
Nos casos de síndromes gripais ou sintomas de Covid-19, o funcionário será encaminhado pela direção da escola ao ambulatório. “Caso necessário, o profissional fará o teste e, confirmando a contaminação, o profissional e os contatos mais próximos serão afastados e monitorados”, explica a secretária de Saúde, Regina Maura Zetone.
Postado por Maíra Oliveira em 05/mar/2021 -

A psicóloga e palestrante convidada, Cassia Silva e Souza – Foto: Reprodução
O Departamento de Recursos Humanos (RH) da Fundação do ABC organizou em 5 de março uma palestra com o tema “Mundo Corporativo e Resiliência Feminina”, transmitida virtualmente para colaboradores da FUABC, Central de Convênios e Centro Universitário FMABC pela plataforma Zoom. A atividade, realizada em homenagem ao Dia Internacional da Mulher — comemorado em 8 de março — foi conduzida pela psicóloga e palestrante Cassia Silva e Souza, especialista em Psicologia Positiva e com MBA em Gestão e Desenvolvimento Humano. Ao todo, cerca de 50 funcionários acompanharam a palestra, a maioria mulheres.
A atividade abordou temas como a posição da mulher na sociedade atual, tabus relacionados à equiparação salarial, impacto do machismo nas relações profissionais e pessoais e, principalmente, a importância de exercitar a resiliência em todos os espaços de debate, sejam eles profissionais ou pessoais. Conceitualmente, o termo derivado do latim “Resilire”, que significa “voltar atrás”, refere-se à capacidade que cada ser humano tem de se adaptar e evoluir após situações desafiadoras e crises. “É inegável que a adversidade faça parte da vida das mulheres, muitas delas submetidas a situações de violência doméstica, machismo e subemprego. Temos que lidar com isso diariamente. O público feminino, porém, tem alta capacidade de criar soluções criativas em momentos de dificuldade, algo que advém da própria história de luta e superação das mulheres, de contínua defesa do seu espaço tanto no ambiente corporativo quanto sob aspectos pessoais”, explica a palestrante, que forneceu dicas de livros e autores especialistas no tema.
Para a psicóloga, a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que dá nome à “Lei Maria da Penha”, é o maior exemplo de resiliência nos tempos modernos. A cearense, vítima de violência doméstica por anos, atualmente é líder nacional do movimento de defesa dos direitos das mulheres. Ela ficou paraplégica após sofrer duas tentativas de assassinato pelo ex-marido.
No âmbito da pandemia, a palestrante abordou as consequências dos inúmeros desafios impostos à vida das mulheres, quando muitas se viram obrigadas a reinventar e adequar rotinas para gerenciar a educação dos filhos, dificuldades matrimoniais e obrigações profissionais.
Antes de encerrar o evento, que contou com a constante interação dos participantes por meio de chat e vídeos, a especialista revelou cinco dicas sobre como desenvolver e estimular a resiliência. São elas: autoconhecimento, automotivação, autoconfiança, flexibilidade cognitiva (permitir que os pensamentos sejam flexíveis) e cultivo ao bom humor.
DEPOIMENTOS
Após o encerramento da atividade, algumas participantes deixaram mensagens de gratidão pela experiência adquirida. “Agradecemos imensamente por ter dedicado esse tempo para enriquecer o nosso dia, nos motivar e dar essa palavra de ânimo, especialmente em meio às dificuldades impostas pela pandemia. Às vezes, nos sentimos impotentes diante de tantos desafios. Somos cobradas para sermos excelentes em tudo, mas entendo que também devemos nos permitir vivenciar as nossas próprias falhas e deficiências para que possamos superá-las”, observou a gerente administrativa e assessora da Presidência da FUABC, Dra. Priscila Meyer.
“A palestra é um presente que ganhamos ainda no ano passado. Em razão do início da pandemia, em 2020, o encontro precisou ser cancelado, mas felizmente conseguimos organizar nesta oportunidade. Esperamos que no próximo ano estejamos juntas para celebrarmos a data e nos abraçarmos novamente”, disse a gerente do Departamento de RH da FUABC, Magali Gonçales.
Por último, a coordenadora de Treinamentos do RH da FUABC, Denise Pires, se colocou à disposição dos colaboradores para o desenvolvimento de novas iniciativas que estimulem a integração e atualização dos funcionários. “Conhecemos o desafio diário de todas as mulheres e, por isso, propusemos este espaço para atualização de conhecimento e debate coletivo. Ficamos muito felizes com a participação de todos e por terem acolhido nossa ideia. São dicas e informações que muitos já conhecem, mas que precisamos lembrar de sempre colocarmos em prática”, finalizou.
Postado por Maíra Oliveira em 05/mar/2021 -
O Hospital Estadual Mário Covas (HEMC), em Santo André, concluiu a Pesquisa E-NPS (Employee Net Promoter Score), realizada em fevereiro, que mensura a satisfação dos colaboradores com a instituição. A pontuação atingida indica que a unidade de saúde está classificada em excelente nível de qualidade, resultado essencial para a segurança do paciente e a qualidade dos serviços assistenciais.
A iniciativa de realizar periodicamente a pesquisa de satisfação com os mais de 1.800 colaboradores tem como premissa a preocupação com o nível de excelência dos serviços prestados, considerando que o ambiente saudável de trabalho impacta diretamente na qualidade da assistência ao paciente. “Os resultados da pesquisa também contribuem para estabelecermos nossas políticas de gestão de pessoas”, completa o diretor-geral do HEMC, Dr. Desiré Carlos Callegari.
Por ser uma metodologia simples e eficaz, baseada em apenas uma pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria nossa empresa como um bom local de trabalho?”, a pesquisa vem sendo utilizada por grandes corporações. Dos que votaram no HEMC, 69,2% aplicaram notas entre 9 e 10 (promotores); 20,11% notas entre 7 e 8 (neutros) e apenas 10,69% (detratores) abaixo de 7.
Esse indicador é somado a outros instrumentos de aferição de clima organizacional que também apresentam indicadores significativamente favoráveis. “Não conseguiríamos resultados expressivos sem reconhecer a importância do clima organizacional. Mesmo em época de pandemia, com forte pressão psicológica, o clima manteve-se favorável, contribuindo decisivamente para a manutenção de baixos índices de rotatividade”, afirma o gerente de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico, Paulo Rogério Prado Silva.
O gestor enfatiza que os resultados obtidos na pesquisa contribuem para a formação da reputação do hospital perante a sociedade e solidificam sua marca empregadora. “Conseguimos mensurar a eficácia de nossas estratégias na melhoria contínua no ambiente de trabalho e identificar problemas que possam lesar de alguma forma o ‘orgulho’ em pertencer à instituição”, conclui Paulo.
Postado por Maíra Oliveira em 04/mar/2021 -

Obra tem 26 páginas e é indicada para crianças a partir de 2 anos
Formada em 1988 pela então Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), hoje Centro Universitário FMABC, a cirurgiã do aparelho digestivo Dra. Judith Cristina Gouveia Nogueira acaba de lançar o livro “A Lenda do Mar Salgado”. Publicado pela Editora Regência e com ilustrações de Edgar Bolanho, o livro infantil de 26 páginas tem capa dura e é indicado para crianças a partir de 2 anos. Com figuras grandes, coloridas e texto sucinto, a publicação pode ser lida para crianças ainda não alfabetizadas.
Para o público infantil que já sabe ler, as letras grandes e maiúsculas facilitam a tarefa dos primeiros contatos com a leitura. Embora seja inicialmente dedicada às crianças, a história do livro, que aborda a transformação e o amor de um pai por seu filho, tem tido aceitação de leitores de todas as idades. Segundo a autora, a ideia teve início há mais de 20 anos. “Foi curioso. Estava dormindo e sonhei com toda a história. Porém, naquela época, nem pensei em publicá-la. Anos mais tarde, percebi que poderia ser lançada como livro ilustrado, já que os textos mais curtos são adequados às publicações para crianças”, explica.
A “Lenda do Mar Salgado” relata como o mar adquiriu essa característica, pois antes suas águas não tinham sal. Também não havia mamíferos aquáticos e somente os peixes habitavam os mares. Então, entra em cena o protagonista, o menino Jonas, que consegue mudar essa história de maneira extraordinária, movido por seu imenso amor pelo mar e contando com uma “pequena” ajuda de seres fantásticos e circunstâncias surpreendentes.
Para concretizar a ideia da publicação, faltava apenas encontrar um profissional ilustrador. Edgar Bolanho, cirurgião vascular, trabalhava no mesmo hospital que a autora e produz ilustrações técnicas, anatômicas e cirúrgicas para teses de doutorado e dissertações de mestrado. “Assim surgiu a ideia de trabalharmos juntos em algum projeto, o que também demorou anos para acontecer. Agora, finalmente, temos nossa criação para apresentar”, finaliza Dra. Judith.
O livro pode ser adquirido em formato E-book no site da Amazon. Já o exemplar físico está disponível no site da editora: www.editoraregencia.com.br.
Postado por Maíra Oliveira em 04/mar/2021 -
O professor titular da disciplina de Cardiologia do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Dr. Antonio Carlos Palandri Chagas, será um dos mediadores do ‘webinar’ organizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), onde preside o Departamento de Aterosclerose. O evento será transmitido virtualmente no próximo dia 8 de março, entre 20h e 21h30. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado na mesma data, o evento abordará aspectos da saúde cardiológica da mulher, riscos de doenças cardiovasculares, diagnósticos, tratamentos e prevenção.
O webinar é organizado em parceria com a Diretoria de Promoção de Saúde/FUNCOR e o Departamento de Aterosclerose, ambos ligados à SBC, e também contará com a participação da médica assistente da disciplina de Cardiologia da FMABC, Dra. Carla Janice Baister Lantieri, que atuará como debatedora.
O encontro tem presenças confirmadas de duas palestrantes internacionais, Athena Poppas e Dipti Itchhaporia, respectivamente presidente e vice-presidente do American College of Cardiology (ACC), além de quatro especialistas debatedoras e três mediadores. A abertura será conduzida pelo presidente da SBC, Dr. Marcelo Queiroga.
“Discutir a saúde da mulher é tema de alta relevância. Em especial a saúde do coração da mulher. Infelizmente, são as doenças cardiovasculares as primeiras em mortalidade entre as mulheres, superando a mortalidade por câncer de mama. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são o grande desafio para preservarmos a vida das mulheres. Fatores de risco como dislipidemia, tabagismo, diabetes, hipertensão, sedentarismo, obesidade e estresse têm de ser prevenidos e controlados. O incentivo e orientações adequadas de equipes interprofissionais proporcionam às mulheres maior adesão ao estilo de vida saudável, caracterizado pelo comportamento físico ativo, alimentação saudável e equilíbrio emocional”, afirma a Dra. Carla Lantieri.
As inscrições para participar do evento são gratuitas e devem ser feitas previamente pelo link https://is.gd/TzWSvS.
Postado por Maíra Oliveira em 04/mar/2021 -

Lucas Gabriel, de 1 ano, foi um dos pacientes atendidos no HC – Foto: Omar Matsumoto/PMSBC
Referência no Estado de São Paulo na realização de cirurgias cardíacas infantis, o Hospital de Clínicas de São Bernardo atingiu a expressiva marca de 3.271 atendimentos no seu ambulatório de cardiopediatria. O serviço criado em 2018 pela Prefeitura, em parceria com o Governo do Estado, atende atualmente crianças e adolescentes, de zero a 18 anos, que sofrem com cardiopatias congênitas.
Desde a criação do serviço, o centro de referência instalado no Hospital de Clínicas realizou 2.446 consultas ambulatoriais e 455 procedimentos cirúrgicos, incluindo ainda 370 internações de crianças. Para o atendimento desses pacientes, o complexo hospitalar conta atualmente com leitos de internações em enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para a cardiopediatria. Há ainda equipe multiprofissional composta por cirurgiões, médicos plantonistas e diaristas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêutico, fisioterapeutas, fonoaudióloga, nutricionista, assistente social, psicóloga e terapeuta ocupacional.
Morador do Parque Imigrantes, o pequeno Lucas Gabriel, de apenas 1 ano, foi um dos pacientes atendidos pela equipe do centro de referência em cardiopediatria do HC. Diagnosticado ainda com quatro meses de idade com cardiopatia congênita, durante atendimento de urgência na UPA Demarchi/Batistini, o bebê ficou internado no complexo hospitalar de agosto a outubro do ano passado, onde passou por duas cirurgias cardíacas.
Em 3 de março, o prefeito Orlando Morando visitou o pequeno Lucas, em sua residência. Durante o encontro, o chefe do Executivo, que em setembro do ano passado já havia visitado o paciente durante sua internação no complexo hospitalar, se surpreendeu com a rápida recuperação da criança. “Ver o Lucas hoje correndo pela sua casa, sorrindo, ao lado dos seus primos, me emociona muito. Isso porque, ele é um exemplo da importância de termos em São Bernardo o tratamento de cardiopatia. Além de salvar centenas de vidas, o centro de referência é mais um serviço oferecido a nossa população no HC, que antes da nossa gestão, estava subutilizado”.
Durante o reencontro, a mãe de Lucas Gabriel, a jovem Maria Vitória, 19 anos, não escondeu sua emoção e gratidão pela equipe do centro de referência. “Sou muita grata a todos. Se não fosse a equipe do Hospital de Clínicas, meu filho não estaria vivo. Eles foram verdadeiros anjos enviados por Deus. Agradeço de coração ao profissionalismo, as mensagens de incentivo e ao carinho que eles têm até hoje pela minha família”.
REFERÊNCIA
O Hospital de Clínicas de São Bernardo possui ainda o serviço de cardiologia clínica e cirúrgica adulta, com atendimentos ambulatoriais e internações. O complexo hospitalar dispõe ainda de recursos diagnósticos e terapêuticos como exames de ecocardiograma e hemodinâmica adulto e pediátrico.
Postado por Eduardo Nascimento em 02/mar/2021 -
* Por Dra. Maria Regina Domingues de Azevedo
Estar satisfeito com a própria aparência significa, acima de tudo, satisfação com a vida e consigo mesmo. É muito comum as pessoas “depositarem” ou “transferirem” a desarmonia emocional para o corpo. Na verdade, raramente o verdadeiro motivo da insatisfação está no que é visível externamente, isto é, nos atributos físicos.
O conceito de beleza é muito maior do que se imagina. A beleza não se restringe a um rosto jovem ou a um corpo bem torneado. É, antes disso, estar bem consigo mesmo, sentir-se feliz, gostar de si mesmo, ter respeito próprio e aceitar-se como pessoa. Simpatia, elegância e educação também fazem parte do conjunto. Uma mulher será bonita, desde que ela se sinta bonita. A beleza externa, sem brilho interior, não resplandece, torna-se opaca e rapidamente desaparece.
A partir dos anos 90, tornou-se evidente a cobrança a respeito da beleza masculina. Desde então, eles têm se mostrado mais vaidosos e interessados na forma física. Porém, a preocupação com a estética ainda é mais acentuada entre as mulheres. Ao longo da história, elas são cada vez mais competitivas e, nesse contexto, sem dúvidas, concorrem entre si.
Ao observarmos os períodos da história, os diferentes padrões culturais e sociais, bem como as diversidades regionais, verificamos que a definição de beleza depende de vários fatores. A mídia, e particularmente a TV, exerce indiscutivelmente uma grande influência no comportamento das pessoas. A TV consegue permear todas as classes sociais e alcançar as regiões mais distantes, falando para todos e com todos. Seu poder de persuasão e sedução muitas vezes é maior do que a razão. Porém, isso não significa que os modelos de beleza divulgados devam ser adotados. Faz-se necessário analisar e ponderar acerca não apenas dos padrões de beleza, mas de tudo que a mídia apresenta.
Não existe uma receita pronta, que se aplique a todas as pessoas indiscriminadamente, para encontrar a própria beleza. Mas, o resultado é sempre positivo quando o indivíduo procura se conhecer melhor e aprende a reconhecer suas qualidades, buscando se valorizar tanto externa como internamente. Ele descobre, assim, aspectos interessantes e que são verdadeiramente importantes. Esse processo exige apenas autocuidado e atenção consigo mesmo. Se chegar a esse objetivo estiver muito difícil, não se deve hesitar em procurar ajuda de um profissional especializado.
* Dra. Maria Regina Domingues de Azevedo é psicóloga, professora do Departamento de Pediatria e vice-coordenadora do curso de Psicologia do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).
Postado por Eduardo Nascimento em 26/fev/2021 -
Domingo, dia 28 de fevereiro, é o Dia Mundial das Doenças Raras – uma campanha global de conscientização sobre o impacto dessas doenças na vida de pacientes e seus cuidadores. A iniciativa teve início em 2008, por meio da organização não-governamental e sem fins lucrativos Eurordis – Rare Diseases Europe, que representa 956 organizações de pacientes com doenças raras em mais de 100 países. Batizada “Raros são muitos, raros são fortes, raros têm orgulho”, a campanha deste ano contará com 516 eventos, distribuídos em 101 países – incluindo o Brasil (a lista completa está disponível no site https://www.rarediseaseday.org/events/world).
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças raras atingem aproximadamente 5% da população e caracterizam-se pelo acometimento de até 65 pessoas a cada 100.000 indivíduos – ou seja, 1,3 pessoa num grupo de 2.000. Em todo o mundo são mais de 300 milhões de pacientes com algum tipo de doença rara. Estima-se que 80% dos casos tenham origem genética e 50% afetem crianças – sendo que 30% destas morrem antes de completar 5 anos de idade. Até o momento, entre 6.000 e 8.000 doenças raras já foram identificadas, cujas características principais são a natureza complexa, a evolução crônica e debilitante. Essas particularidades, associadas ao acesso limitado aos tratamentos e serviços especializados, têm grande repercussão no cotidiano de milhões de famílias.
“Quanto mais cedo o diagnóstico de uma doença rara, melhor o prognóstico. De forma pioneira, instalamos em 2017, no Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (Santo André/SP), o primeiro serviço de referência de doenças raras do Estado de São Paulo e implantamos uma disciplina eletiva para os alunos de Medicina, que conta com a participação de todos os docentes envolvidos nesse tipo de atendimento. Temos visto outras ações semelhantes no Estado e esperamos que essas iniciativas se espalhem pelo restante do País, chegando a todos aqueles que necessitam de um diagnóstico diferencial e específico para o adequado tratamento de sua doença rara”, considera a médica pediatra e professora de Alergia e Imunologia, Dra. Anete Grumach, que atua no Serviço de Referência em Doenças Raras da FMABC.
REFERÊNCIA EM DOENÇAS RARAS
O primeiro Serviço de Referência em Doenças Raras do Estado de São Paulo abriu as portas em julho de 2017, na FMABC. O projeto da instituição foi aprovado em meados de 2016 pelo Governo do Estado e credenciado no final do mesmo ano pelo Ministério da Saúde, conforme Portaria 3.372, de 29/11/2016, que “Habilita o Ambulatório de Especialidade da FUABC/Faculdade de Medicina do ABC/Santo André, como Serviço de Referência em Doenças Raras”. Trata-se de trabalho pioneiro, que busca ofertar em um único espaço diversos especialistas, exames específicos e trabalho multidisciplinar para o atendimento integral a pacientes com as mais diversas patologias raras.
No Centro Universitário FMABC, as principais áreas atendidas são: reumatologia pediátrica, fibrose cística, diagnóstico genético, erros intatos do metabolismo, oftalmopediatria, cardiologia, infecções de repetição ou imunologia clínica, ortopedia pediátrica, pneumopatia rara e ventilação mecânica, doenças neuromusculares, doenças pulmonares intersticiais, nefrologia pediátrica, pediatria, nefrologia e neurologia.