Postado por Maíra Oliveira em 23/abr/2021 -

No dia 17 de abril, o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília registrou a segunda alta médica, do paciente João Maria Felix de Souza
O autônomo Edson Guerreiro Lima, 34 anos, morador do Parque Bristol, região do Sacomã, em São Paulo, deu entrada no Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília em 12 de abril. A unidade abriu as portas no dia anterior, como hospital de campanha do Governo do Estado contra a Covid-19 e sob gestão da Fundação do ABC (FUABC). O paciente foi transferido da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Rudge Ramos, em São Bernardo, e teve alta médica no dia 15 – a primeira registrada na unidade.
Ao todo foram três dias de internação na enfermaria do Santa Cecília. Antes com sintomas como tosse, falta de ar e febre constante, o paciente já se encontra em casa e totalmente recuperado da Covid-19. “Os médicos conversavam bastante comigo e com a família diariamente. Nos traziam bastante tranquilidade quanto à rápida recuperação. As conversas com a psicóloga do hospital também foram muito importantes para enfrentar o momento. Agradeço muito o apoio de toda a equipe”, disse Edson.
No dia 17 de abril, o Hospital Estadual registrou sua segunda alta médica, desta vez do paciente João Maria Felix de Souza.
REFERÊNCIA
Parceria entre a Fundação do ABC e o Governo do Estado de São Paulo, o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília recebeu seu primeiro paciente às 20h04 de 11 de abril. Dedicado exclusivamente a casos de Covid-19, o hospital de campanha terá ao todo cerca de 900 profissionais e 180 leitos, que serão abertos gradativamente. Nesta primeira fase, a unidade está sendo ativada com 60 leitos, sendo 40 de enfermaria e 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Em 13 de abril, o governador João Doria e o secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn, visitaram as instalações e realizaram a inauguração oficial do hospital, sucedida por coletiva de imprensa. “O investimento do Governo de São Paulo é de R$ 12 milhões por mês e a implantação ocorre em fases para que os pacientes sejam atendidos de forma adequada nos leitos primários e nos leitos de UTI”, disse Doria.
Localizado na região central da Capital, o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília está instalado em prédio com 10 andares cedido por um ano ao Estado pela iniciativa privada, onde funcionou até 2019 o Hospital Santa Cecília. O plano de trabalho apresentado pela Fundação do ABC foi eleito vencedor para celebração do convênio emergencial para gerenciamento da unidade, cuja publicação no Diário Oficial do Estado ocorreu em 27 de março. Na mesma data, comitiva da FUABC e da Secretaria de Estado da Saúde estiveram no local para receber as chaves.
A partir de então, em apenas 15 dias o hospital recebia o primeiro paciente internado por Covid-19. Todas as equipes da Fundação do ABC estiveram envolvidas no processo e trabalharam ininterruptamente para a contratação de pessoal, revisão de todas as instalações, aquisição de insumos e medicações, reformas, compra e instalação de equipamentos, entre muitas outras ações básicas necessárias para a abertura da unidade.
“Está sendo um grande desafio. Começamos o projeto do ponto zero, com a missão da abertura de leitos o mais rapidamente possível, tendo em vista que enfrentamos a pior fase da pandemia no País. Sabemos da importância desses novos leitos e sem dúvidas estamos contribuindo diretamente para salvar vidas. Nossas equipes entenderam esse cenário e trabalharam todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados, a fim de viabilizar a abertura do hospital. Foi um grande alívio quando, finalmente, conseguimos inserir as vagas no CROSS (Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde) e colocar a unidade à disposição do Poder Público e da população. Ainda há muito trabalho pela frente, mas temos certeza de que estamos no caminho certo”, considera a Presidente da Fundação do ABC, Dra. Adriana Berringer Stephan.
ACOLHIMENTO
Paralelamente às questões assistenciais, um dos pontos mais importantes do projeto da Fundação do ABC foi a preocupação com o bem-estar dos pacientes e de seus familiares durante todo o período de internação.
“Desde o início, direcionamos nosso foco para a humanização do serviço e acolhimento dos pacientes e seus familiares. Temos equipes de assistentes sociais e de Psicologia empenhadas nesse sentido. Também optamos pela instalação de um espaço exclusivo para os familiares, que chamamos de Visita Virtual”, informa a diretora-geral do Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília, Dra. Sandra Giron Gallo, que detalha: “Como temos restrição de visitas em função do elevado risco de contaminação pela Covid-19, criamos a Visita Virtual em ala externa, no primeiro pavimento do Hospital, para as famílias se conectarem aos entes queridos internados. Do lado de dentro, as equipes assistenciais coordenarão a questão logística, que funcionará a partir de videochamadas em tempo real”.
Postado por Maíra Oliveira em 23/abr/2021 -

Foto: Divulgação/Atrium
Santo André passou a contar dia 24 de abril com um novo ponto de vacinação contra a Covid-19 em formato ‘drive thru’. O Atrium Shopping, na Vila Homero Thon, será o quinto local da cidade a receber estrutura para que os munícipes possam ser imunizados sem precisar sair do carro.
“Mais um ‘drive thru’ aberto para otimizar a vacinação em Santo André. Continuamos buscando por mais doses, ampliando e antecipando a vacinação dos públicos prioritários para garantir proteção e cuidado às pessoas. A estrutura de mais um local de vacinação, desta vez no Atrium Shopping, nos garante manter com agilidade e eficiência a imunização contra a Covid-19”, afirmou o prefeito Paulo Serra.
Assim como nos outros ‘drive thru’, é necessário realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A vacinação no Atrium terá início com aplicação de primeira dose em munícipes com 64 anos e profissionais da educação básica com idade superior a 47 anos.
O Atrium Shopping fica na Rua Giovanni Battista Pirelli, 155. O acesso ao drive se dá pela avenida Alexandre de Gusmão, s/nº, no estacionamento do piso G2. Nos dias 24 e 25 de abril, o funcionamento teve início às 8h com horário estendido até as 19h.
Os outros quatro ‘drive thrus’ da cidade ficam no Paço Municipal (Praça IV Centenário, no Centro), Craisa (acesso no portão 5 pela rua Varsóvia, em Santa Teresinha), Estádio Bruno Daniel (localizado na rua 24 de Maio, na Vila América) e Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial). Todos funcionaram das 8h às 19h até 25 de abril e das 8h às 17h após esta data.
Postado por Maíra Oliveira em 23/abr/2021 -

Visita de Theo, o animal doméstico da família, trouxe alívio a João Sanches, 63 anos, em tratamento contra neuplasia pulmonar – Foto: Angelo Baima/PSA
Internado no Centro Hospitalar Municipal (CHM) de Santo André, o paciente João Sanches, de 63 anos, recebeu dia 22 de abril a visita de seu cachorro de estimação, o Theo. Um alívio para o coração, em meio ao tratamento de neoplasia pulmonar com metástase. Theo faz parte da família há três anos, tempo suficiente para ser o “amor da vida” de João. “É amor demais. Ele é o amor da minha vida. Só isso que eu tenho a dizer”, disse o paciente.
Após o diagnóstico e a impossibilidade de alta de João, a equipe de humanização da unidade decidiu liberar a visita de Theo, de acordo com todos os protocolos sanitários exigidos durante a pandemia.
“Conseguimos articular esta visita que é muito importante, até em questão de tratamento, porque melhora o ânimo e tranquiliza o paciente. Ele chorou ao pedir para se despedir do animal de estimação. Além de encher toda a equipe de esperança e gratidão”, afirmou a médica paliativista, Dra. Letícia Sousa Teixeira Cordeiro.
O paciente, internado desde o dia 5 de abril com neoplasia pulmonar metastática, foi submetido a cuidados paliativos, sem condições de alta. João chamava diariamente pelo Theo, porém devido às complicações da doença não era possível que fosse retirado do suporte de oxigênio. Desta forma, foi solicitado à diretoria do CHM a liberação da visita do animal no hospital.
“Ele chorava de saudade do Theo. Tenho certeza que esse encontro fez muito bem para ele, até ajudar no tratamento. Me senti emocionada e muito grata por terem liberado, porque era tudo o que ele queria. Estou em paz. Ele ficou muito feliz. O que eu puder fazer para vê-lo feliz, eu vou fazer”, afirmou Silmara de Queiroz Sanches, esposa de João.
A ação foi integrada pela equipe de cuidados paliativos, diretoria, equipe médica, enfermagem, psicologia e serviço social do CHM.
Estudos apontam que a interação entre cães e pacientes tem efeito calmante e antidepressivo, além da redução da pressão sanguínea e cardíaca, melhoria do sistema imunológico e do bem-estar geral. O CHM iniciou em junho de 2019 as atividades de Pet Terapia em sua unidade pediátrica, mas a ação está temporariamente suspensa devido à pandemia.
Postado por Maíra Oliveira em 22/abr/2021 -

Foto: Divulgação/PMMC
O tanque de oxigênio do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC) foi trocado dia 15 de abril pela empresa responsável pelo fornecimento de gases, passando de 4.950 para 9.870 m³. A capacidade ampliada é uma antiga solicitação da Prefeitura de Mogi das Cruzes que permitirá a instalação de novos leitos Covid-19. Desde o início da pandemia, o HMMC se transformou em principal referência para atendimento aos casos suspeitos e confirmados do novo coronavírus na região.
O prefeito Caio Cunha esteve no local para acompanhar o procedimento. “O novo equipamento tem o dobro da capacidade do antigo. É um avanço muito importante que estávamos esperando há algum tempo e que possibilita ampliarmos o número de leitos no Hospital Municipal, além de garantir mais segurança para pacientes e equipes”, explicou.
Com a capacidade ampliada pelo novo tanque de oxigênio, a unidade poderá, nos próximos dias, abrir mais 45 leitos públicos (30 de enfermaria e 15 de UTI) para atendimento Covid-19. Com isso, a unidade passará a contar com 76 leitos de terapia intensiva e 100 de enfermaria, incluindo as acomodações implantadas na UnicaFisio, no prédio anexo.
O oxigênio é fundamental no tratamento hospitalar de pacientes com a Covid-19. Isso porque o coronavírus Sars-CoV-2 causa uma inflamação no pulmão que faz com que o órgão não consiga transferir, de forma eficaz, o oxigênio que a pessoa respira para dentro do sangue e das células. Quando isso acontece, a saturação de oxigênio – a concentração dele no sangue – começa a cair. O percentual normal de saturação fica entre 95% e 99%. Quando a pessoa não respira direito, esse índice cai e o aporte de oxigênio ajuda na recuperação.
Postado por Maíra Oliveira em 22/abr/2021 -

Integração de novos colaboradores do recém-inaugurado Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília, em São Paulo
A Fundação do ABC, responsável pela gestão de serviços públicos de Saúde em 14 cidades do Estado de São Paulo, atingiu em abril a expressiva marca de 27 mil colaboradores diretos. Em comparação com janeiro do ano passado, antes do início da pandemia, a alta chega a 23%. À época, o índice era de 22 mil funcionários. Apenas em 2021, entre janeiro e abril, foram contratados cerca de 800 novos funcionários.
A alta reflete a constante readequação dos serviços assistenciais exigida pela pandemia de Covid-19, que obrigou as unidades a reorganizar o atendimento em diversas frentes, com foco nos casos suspeitos e confirmados da doença. Muitas unidades, inclusive, passaram a atender exclusivamente esses pacientes. O cenário confirma o protagonismo da instituição no enfrentamento ao vírus. Atualmente, são gerenciados pelo menos 1.095 leitos hospitalares dedicados exclusivamente ao tratamento de casos de Covid-19. O balanço ainda não contabiliza os novos leitos do Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília, recém-inaugurado em abril e que terá 60 leitos somente em sua primeira fase (ver mais abaixo).
O aumento do quadro de colaboradores passa pelo crescimento natural da demanda em áreas consideradas sensíveis, como as Unidades de Terapia Intensiva (UTI), diretamente afetadas pela pandemia, além da necessidade de reposição de mão de obra em função de funcionários que foram contaminados e precisaram permanecer em quarentena. Já outros profissionais integram os grupos de risco e foram afastados das atividades.
NOVAS PARCERIAS
Os novos contratos firmados junto ao Governo do Estado de São Paulo, além de fortalecer e consolidar uma antiga parceria com o Poder Público, contribuíram decisivamente com a alta no número de funcionários da entidade. Entre os convênios mais recentes destaca-se o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília, no Centro de São Paulo, inaugurado em 13 de abril. Com capacidade para abrigar 180 leitos, a nova unidade, em pleno funcionamento, contará com 900 funcionários. As alas serão abertas em etapas e até o fim de abril já serão 60 leitos, sendo 20 de UTI e 40 de enfermaria.
Além disso, em janeiro, a FUABC assumiu a gestão de 20 novos leitos de UTI em equipamentos estaduais de Saúde, sendo 10 no Hospital Ipiranga, em São Paulo, onde também gerencia o Centro de Triagem, e 10 no Hospital Geral de São Mateus Dr. Manoel Bifulco. A instituição já colabora com as atividades da unidade de São Mateus desde maio de 2020, quando foi firmado contrato para gerenciamento do atendimento de urgência e emergência do Pronto-Socorro Adulto. O convênio inicial tinha validade de 6 meses e foi prorrogado.
No caso do Hospital Ipiranga, a Fundação do ABC também já havia atuado na unidade em contrato emergencial semelhante firmado em abril e encerrado em outubro. Com o avanço da pandemia em 2021, a FUABC foi novamente acionada para ampliar a oferta de leitos e de serviços contra a doença.
Outras três importantes parcerias, consolidadas ainda em 2020, trouxeram impacto no número de novos funcionários da instituição. Em novembro, a FUABC assumiu a gestão dos Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) de Sorocaba e de Santos, e do Polo de Atenção Intensiva (PAI) em Saúde Mental da Baixada Santista. Juntas, as unidades somam cerca de 400 novas admissões. Neste ano, o AME Sorocaba criou estrutura de hospital de campanha para atendimento aos casos de Covid-19, com instalação de 10 leitos. O serviço funciona separadamente do ambulatório, que permanece em atividade.
A FUABC também segue à frente da gestão de outros hospitais de campanha, centros de triagem e diversos serviços ligados ao enfrentamento da pandemia no sistema de saúde de cidades como Santo André, São Bernardo, São Caetano, Guarujá, Mauá, Itatiba, Mogi das Cruzes, São Paulo (Capital) e Santos.
Postado por Maíra Oliveira em 16/abr/2021 -

Leitos da unidade serão abertos gradativamente
Parceria entre a Fundação do ABC e o Governo do Estado de São Paulo, o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília recebeu seu primeiro paciente às 20h04 de 11 de abril. Dedicado exclusivamente a casos de Covid-19, o hospital de campanha terá ao todo cerca de 900 profissionais e 180 leitos, que serão abertos gradativamente. Nesta primeira fase, a unidade está sendo ativada com 60 leitos, sendo 40 de enfermaria e 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Em 13 de abril, o governador João Doria e o secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn, visitaram as instalações e realizaram a inauguração oficial do hospital, sucedida por coletiva de imprensa. “O investimento do Governo de São Paulo é de R$ 12 milhões por mês e a implantação ocorre em fases para que os pacientes sejam atendidos de forma adequada nos leitos primários e nos leitos de UTI”, disse Doria.
Localizado na região central da Capital, o Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília está instalado em prédio com 10 andares cedido por um ano ao Estado pela iniciativa privada, onde funcionou até 2019 o Hospital Santa Cecília. O plano de trabalho apresentado pela Fundação do ABC foi eleito vencedor para celebração do convênio emergencial para gerenciamento da unidade, cuja publicação no Diário Oficial do Estado ocorreu em 27 de março. Na mesma data, comitiva da FUABC e da Secretaria de Estado da Saúde estiveram no local para receber as chaves.
A partir de então, em apenas 15 dias o hospital recebia o primeiro paciente internado por Covid-19. Todas as equipes da Fundação do ABC estiveram envolvidas no processo e trabalharam ininterruptamente para a contratação de pessoal, revisão de todas as instalações, aquisição de insumos e medicações, reformas, compra e instalação de equipamentos, entre muitas outras ações básicas necessárias para a abertura da unidade.

Hospital tem capacidade de operar com até 180 leitos
“Está sendo um grande desafio. Começamos o projeto do ponto zero, com a missão da abertura de leitos o mais rapidamente possível, tendo em vista que enfrentamos a pior fase da pandemia no País. Sabemos da importância desses novos leitos e sem dúvidas estamos contribuindo diretamente para salvar vidas. Nossas equipes entenderam esse cenário e trabalharam todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados, a fim de viabilizar a abertura do hospital. Foi um grande alívio quando, finalmente, conseguimos inserir as vagas no CROSS (Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde) e colocar a unidade à disposição do Poder Público e da população. Ainda há muito trabalho pela frente, mas temos certeza de que estamos no caminho certo”, considera a Presidente da Fundação do ABC, Dra. Adriana Berringer Stephan.
ACOLHIMENTO
Paralelamente às questões assistenciais, um dos pontos mais importantes do projeto da Fundação do ABC foi a preocupação com o bem-estar dos pacientes e de seus familiares durante todo o período de internação.
“Desde o início, direcionamos nosso foco para a humanização do serviço e acolhimento dos pacientes e seus familiares. Temos equipes de assistentes sociais e de Psicologia empenhadas nesse sentido. Também optamos pela instalação de um espaço exclusivo para os familiares, que chamamos de Visita Virtual”, informa a diretora-geral do Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília, Dra. Sandra Giron Gallo, que detalha: “Como temos restrição de visitas em função do elevado risco de contaminação pela Covid-19, criamos a Visita Virtual em ala externa, no primeiro pavimento do Hospital. Em breve esse novo serviço estará disponível, com computadores e internet para as famílias se conectarem aos entes queridos internados. Do lado de dentro, as equipes assistenciais coordenarão a questão logística, que funcionará a partir de videochamadas em tempo real”.

Gestores e equipe técnica da FUABC

Gestores e equipe técnica da FUABC; unidade terá cerca de 900 profissionais
Postado por Maíra Oliveira em 16/abr/2021 -

Foto: Letícia Teixeira/PMSCS
A Prefeitura de São Caetano do Sul iniciou dia 12 de abril a Campanha de Vacinação Contra a Gripe (vírus Influenza). Nesta primeira etapa, são vacinadas crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, além de profissionais de Saúde, gestantes e puérperas. É obrigatório o agendamento no site www.saocaetanodosul.sp.gov.br. A imunização deste grupo seguirá até 10 de maio.
O público-alvo pode ser vacinado no drive-thru montado em frente à EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Leandro Klein (Rua Prestes Maia, 100, bairro Nova Gerty), de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Para as crianças, além do drive-thru, a campanha ocorre no Centro Municipal de Imunização da USCA (Unidade de Saúde da Criança e do Adolescente) Amabili Moretto Furlan (Rua Goitacazes, 301, bairro Santo Antônio), de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e aos sábados, das 8h às 12h. No local também é atualizada a carteira de vacinação.
“Com essa organização, separamos o público da vacinação do público das nossas UBSs, que estão atendendo casos de síndromes gripais. Sem filas, com segurança e conforto para os nossos moradores”, ressalta a secretária de Saúde, Regina Maura Zetone. Quem já foi ou está sendo vacinado contra a Covid-19 deve agendar a vacinação contra a gripe após período mínimo de 14 dias entre as doses ou do término da imunização contra o coronavírus.
DEMAIS PÚBLICOS PRIORITÁRIOS
A segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Gripe começará em 11 de maio, para idosos (pessoas com 60 anos ou mais) e professores das redes pública e privada. A partir de 9 de junho será a vez de pessoas com comorbidades e com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e mental ou múltipla); caminhoneiros, trabalhadores portuários e de transporte coletivo; profissionais das forças armadas, de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional; população privada de liberdade e jovens e adolescentes sob medidas socioeducativas.
Postado por Maíra Oliveira em 15/abr/2021 -

Profissionais de Saúde da unidade – Fotos: Alex Cavanha/PSA
O primeiro hospital de campanha instalado em Santo André completa nesta semana um ano de funcionamento. O Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia, reconhecido pela realização de grandes partidas de basquete e vôlei, abriga desde 15 de abril de 2020 uma estrutura montada com o objetivo de garantir assistência aos pacientes com Covid-19.
“O Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia já salvou a vida de 7.406 andreenses em um ano de operação. São pessoas que superaram a doença e puderam voltar para as suas famílias. Esta estrutura nos garantiu capacidade para resistir ao pior momento da pandemia, sem que a nossa gente ficasse sem atendimento médico. Uma marca que nos coloca como referência mundial no cuidado com as pessoas. Nossas equipes também se diferenciam pela humanização e atenção, um trabalho incansável por salvar vidas”, destaca o prefeito Paulo Serra.
Desde sua inauguração, em 15 de abril do ano passado, o hospital de campanha trabalha como retaguarda do serviço público de saúde. O local, que atualmente conta com 190 leitos, sendo 30 de UTI, foi preparado para acolher pacientes leves e moderados e, na condição de agravamento dos casos, garantir o tratamento em leitos de UTI completos.
O espaço recebe munícipes encaminhados dos hospitais municipais ou das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). As três primeiras pacientes foram transferidas para o Dell’Antonia em 17 de abril de 2020, dois dias após a inauguração.
A aposentada Hilda dos Santos, de 70 anos, foi a segunda a ser atendida no local. “Eu pensei que ia morrer, até chamei meus filhos do interior para se despedirem de mim. Fui na UPA Perimetral e, quando fiz a tomografia, o médico viu que o meu pulmão estava comprometido. Fui transferida para o hospital de campanha, onde fiquei oito dias. Quando cheguei, chorei muito, mas não pensava em morte, só em Deus para me curar e eu poder cuidar dos meus sete filhos”, lembra.
Para Hilda, a atuação da equipe da saúde foi fundamental para sua recuperação. “Os profissionais do hospital de campanha trataram muito bem de mim. Hoje, estou me cuidando, passei com pneumologista, com cardiologista e estou bem. Tenho muito a agradecer. Já tomei a primeira dose da vacina e agora estou esperando a segunda”, comemora.
Danielle da Silva Máximo, de 28 anos, foi a quinta paciente a dar entrada no Dell’Antonia. “Eu apresentei alguns sintomas no dia 9 de abril de 2020. No dia 13, tive muita tosse e fui até a Policlínica do Parque Novo Oratório, de onde me encaminharam para a UPA Bangu e depois para o hospital de campanha com mais de 50% do pulmão comprometido. Foi muito difícil ficar longe da minha família, tenho um filho pequeno e tive que controlar muito a minha cabeça para me manter bem”, conta.
A munícipe explica que tem problema de ansiedade e que o apoio psicológico dentro do hospital de campanha foi importante. “Eu agradeço toda equipe pois o tratamento foi muito diferente. No dia que eu soube que eu ia ter alta foi um momento maravilhoso, vi meu filho e fiquei com a minha família. Infelizmente, fiquei com sequelas, hoje faço uso de bombinha, tenho falta de ar. Não tenho mais resistência para fazer atividade física, mas estou bem apesar disso. Eu nasci de novo depois da Covid e passei a valorizar cada momento”, ressalta.
HUMANIZAÇÃO
Desde a abertura do espaço, a Prefeitura de Santo André promove iniciativas para humanizar o atendimento aos munícipes internados no hospital de campanha do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia.
As ferramentas tecnológicas se tornaram grandes aliadas para aproximar pacientes e familiares. A equipe multiprofissional realiza diariamente as visitas humanizadas, que são feitas por videochamada, com duração de aproximadamente 20 minutos cada. “Durante a visita, o paciente consegue falar com a família e matar um pouco da saudade. Tem feito um bem tremendo e é uma hora muito esperada por eles”, explica o superintendente dos hospitais de campanha de Santo André, Victor Chiavegato.
Além disso, houve adesão do uso de crachás com fotos que mostram os profissionais de saúde que atuam no local sorrindo. Isso porque os trabalhadores precisam utilizar uma paramentação especial composta, na maioria das vezes, por touca, óculos, máscara, viseira, avental, luva e propé, o que dificulta a identificação pelo paciente.
Morador da Vila Vitória, Anderson Bernardo dos Santos, de 28 anos, ficou 18 dias em atendimento no Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia. O munícipe recebeu alta em 12 de abril e elogiou os profissionais que o acompanharam durante a internação.
“Gostei muito do tratamento dos médicos, o Dr. (José Roberto) Dente passa muita segurança, principalmente na forma de falar e explicar o nosso quadro clínico. Também gostei muito dos enfermeiros. Fui muito bem tratado, me passaram muito carinho e até anotei o nome de alguns porque quero fazer uma carta de agradecimento para eles”, pontua.
Professor de educação física, Anderson relembra os sintomas quando chegou ao hospital de campanha. “Primeiro senti febre e cansaço. Entrei com 50% de comprometimento pulmonar, depois tive derrame bilateral nos pulmões e contraí três tipos de pneumonia. Os médicos e enfermeiros cuidaram de mim e hoje estou zerado”, comemora.
ATENDIMENTO
A Prefeitura de Santo André instalou no Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia um completo serviço de apoio diagnóstico e terapêutico para acolher e tratar os pacientes, com laboratório de análises clínicas e exames de imagem (raio-x e tomografia).
O município selecionou e contratou uma equipe multidisciplinar, composta por médicos clínicos, intensivistas, infectologistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos e fisioterapeutas, que contam ainda com o apoio assistencial de médicos especialistas da rede de saúde de Santo André, como cardiologistas, neurocirurgiões, proctologistas, anestesistas e vasculares.

Atualmente a cidade conta com 560 leitos destinados exclusivamente à Covid-19, sendo 190 no Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia
LEITOS COVID-19
Por causa das medidas adotadas pela Prefeitura desde o início da pandemia, Santo André é hoje uma das cidades mais bem preparadas para enfrentar a doença e preservar vidas. Sob gestão municipal, há 560 leitos destinados exclusivamente à Covid-19, sendo 182 de UTI. Em pleno funcionamento, além do Hospital de Campanha Pedro Dell’Antonia, Santo André conta com mais um hospital de campanha, na Universidade Federal do ABC (UFABC), com 180 leitos de enfermaria e 10 de UTI.
O Estádio Municipal Bruno José Daniel também já funcionou como hospital de campanha, com 120 leitos, auxiliando o sistema municipal de saúde. Após a desativação do espaço, toda sua estrutura (leitos e equipamentos) foi absorvida pelo Centro Hospitalar Municipal Dr. Newton da Costa Brandão (CHM) e Hospital da Mulher, sem prejuízo no atendimento à população.
ESTRUTURA
Para a instalação dos hospitais de campanha em Santo André, optou-se pelo aproveitamento de infraestruturas existentes, com as devidas adequações, já que não eram espaços construídos com o objetivo de atendimento hospitalar. Com tais medidas, a cidade ampliou sua capacidade hospitalar com novos leitos de enfermaria e UTI para atendimento de pacientes com Covid-19.
“Essas opções objetivavam garantir agilidade na viabilização dos hospitais de campanha, redução de custos, localizações estratégicas de mobilidade para o atendimento aos cidadãos, além de instalações que propiciassem maior conforto aos pacientes e profissionais de saúde, como disponibilidade de espaços para descanso, refeitório, cozinha industrial, estacionamento e instalações sanitárias com chuveiros para higienização pessoal e ainda espaços para apoio administrativo. Os espaços escolhidos atenderam esses requisitos satisfatoriamente”, enfatiza o secretário de Saúde, Márcio Chaves Pires.
Para estruturar os hospitais de campanha foram adquiridos equipamentos hospitalares e mobiliário que serão incorporados ao patrimônio da municipalidade e utilizados em unidades do sistema municipal de saúde após a pandemia.
Postado por Maíra Oliveira em 15/abr/2021 -

Mudança permitiu ampliar de 19 para 30 número de leitos de UTI na unidade – Foto: Omar Matsumoto/PMSBC
Em mais uma ação estratégica de enfrentamento à pandemia da Covid-19, a Prefeitura de São Bernardo concluiu o processo de reestruturação do Hospital Anchieta. As mudanças na configuração do equipamento possibilitaram, desde 10 de abril, que a unidade hospitalar passasse a contar com reforço de 11 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), permitindo o aumento na sua capacidade de atendimento para casos graves de pacientes com Covid-19.
Referência no atendimento de pacientes com o vírus, o Hospital Anchieta conta atualmente com 100 leitos, sendo 19 de UTI e 81 de enfermaria. Com a reestruturação, o complexo amplia sua capacidade de leitos de alta complexidade, passando a ter 30 leitos de UTI e 70 de enfermaria.
Segundo o prefeito Orlando Morando, a modificação foi possível após a Administração municipal reforçar o hospital com equipamentos de alta complexidade, entre eles respiradores, permitindo transformar leitos de enfermaria em UTI. “Graças ao empenho da nossa equipe da Saúde vimos que era possível equipar leitos até então de enfermaria, com aparelhos de alta complexidade, garantindo esse reforço de vagas na UTI. Uma mudança estratégica que amplia a capacidade de atendimento de casos graves, em um momento da pandemia em que a maior demanda é justamente nas UTIs. Com isso, chegamos a quase 200 leitos de UTI para pacientes com Covid-19”, pontuou o prefeito Orlando Morando, ao destacar que o Hospital Anchieta foi devolvido à população há um ano e desde então tem prestado atendimento exclusivo para pacientes diagnosticados com a doença.
Com as mudanças, São Bernardo passa a contar com 196 Unidades de Terapia Intensiva e 341 de enfermaria, totalizando 537 vagas exclusivas, distribuídas por todo o Complexo Hospitalar (Hospital de Urgência, Hospital de Clínicas, Hospital Municipal Universitário, Hospital Pronto-Socorro Central e Hospital Anchieta). A reestruturação ocorre após a rede municipal de São Bernardo apresentar queda na taxa de ocupação de leitos de enfermaria. Durante o período emergencial, entre os dias 27 de março a 4 de abril, o recuo observado foi de 16%.
Para o secretário de Saúde, Dr. Geraldo Reple Sobrinho, a modificação adequa a estrutura hospitalar de São Bernardo para o atual cenário da pandemia, uma vez que os leitos de UTI são cada vez mais requisitados. “Entender a necessidade dos pacientes acolhidos pela nossa rede neste momento da pandemia é fundamental para que possamos estruturar a rede municipal conforme a atual realidade”, pontuou.
Postado por Eduardo Nascimento em 09/abr/2021 -

Ao todo são 10 leitos, sendo 8 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 2 de enfermaria, cujas vagas são reguladas pela CROSS
O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Sorocaba recebeu na noite de 8 de abril o primeiro paciente do Hospital de Campanha montado na unidade. O equipamento Estadual é gerido pela Fundação do ABC desde novembro de 2020 e foi selecionado pelo Governo do Estado para reforçar a rede de atenção destinada à internação de pessoas com a Covid-19. Ao todo são 10 leitos, sendo 8 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 2 de enfermaria, cujas vagas são reguladas pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS).
Os atendimentos ambulatoriais foram mantidos no AME Sorocaba, que passou a contar com estrutura completamente apartada para a assistência aos casos de Covid-19. “A vocação inicial do AME continua. Nosso ambulatório segue funcionando normalmente. Contudo, criamos um sistema híbrido na unidade, inclusive com entradas diferentes para os pacientes do ambulatório e os casos de internação pelo novo coronavírus. Internamente, os fluxos também não se cruzam, o que garante maior segurança a todos, especialmente aos pacientes. Metade da população que utiliza os serviços do AME tem mais de 50 anos. Ou seja, é um público de risco e estamos tomando todos os cuidados necessários para que essa população siga com seus tratamentos sem riscos adicionais em função ao Hospital de Campanha”, garante o diretor-geral do AME Sorocaba, Marcos Paiva de Oliveira.
O primeiro paciente internado no Hospital de Campanha de Sorocaba está recebendo oxigênio da rede própria de gases do AME. Um tanque de oxigênio específico para o hospital está sendo instalado hoje (09/04) para suprir os 10 leitos de Covid-19, permitindo que a rede própria permaneça em stand by, como backup para qualquer tipo de eventualidade.
Conforme planejamento de ocupação, os próximos pacientes serão encaminhados via CROSS ao longo de abril, mediante disponibilidade de insumos, equipamentos e medicamentos.
“Desde o início, entendemos a filosofia da Fundação do ABC e o desejo de fazer parte da solução nesta pandemia. Aceitamos esse desafio e todos os colaboradores se envolveram nos processos e se empenharam no projeto, que culminou na abertura do Hospital de Campanha. Nos últimos 30 dias, as equipes trabalharam incansavelmente para que tudo estivesse pronto e conseguíssemos contribuir com os novos leitos de Covid-19 para Sorocaba e região. É gratificante perceber que esse esforço coletivo será compensado através de vidas salvas”, acrescenta Marcos Paiva de Oliveira.
DOAÇÃO DO ROTARY CLUB
No mesmo dia da inauguração do Hospital de Campanha do AME Sorocaba, a unidade recebeu a visita de representantes do Rotary Club Sorocaba para a doações de máscaras faciais do tipo “face shield”. Ao todo foram doadas 200 peças do equipamento de proteção individual, que será utilizado pelas equipes assistências da unidade no atendimentos aos usuários.

Doação de face shields pelo Rotary Club Sorocaba