Postado por Maíra Oliveira em 07/maio/2021 -

Hospital de Campanha da UPA Central funciona no segundo e terceiro andares da unidade
O Hospital de Campanha da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central de Santos recebeu “votos de congratulações” durante a 18ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Santos, realizada dia 4 de maio. O requerimento assinado pelo vereador Lincoln Reis e lido durante a plenária tem como foco o reconhecimento do trabalho realizado na unidade no enfrentamento à Covid-19.
O parlamentar destacou o primeiro mês de atendimento na unidade, completado dia 30 de abril. O Hospital de Campanha, que funciona no segundo e terceiro andares da UPA, conta com 40 leitos, sendo metade de enfermaria e metade de UTI. Em um mês foram internados 72 pacientes no local, sendo 44 na enfermaria e 28 na UTI.
O vereador também destacou os inúmeros depoimentos de agradecimentos registrados nas redes sociais, especialmente direcionados à humanização das equipes assistenciais e administrativas. Ao todo trabalham na unidade 177 funcionários, além de outros 40 que compõem a equipe médica e de fisioterapia.
“O reconhecimento do nosso trabalho é justamente o termômetro que precisamos para termos ciência de que estamos no caminho certo”, disse a gerente da unidade, Zilvani Guimarães.
Postado por Maíra Oliveira em 07/maio/2021 -

Treinamento foi realizado pela enfermeira do setor de Educação Continuada, Deisy Herculano
O Polo de Atenção Intensiva (PAI) em Saúde Mental da Baixada Santista, localizado no bairro Boqueirão, em Santos, promoveu nesta semana, dias 5 e 6 de maio, uma ação de conscientização junto aos funcionários sobre o Dia de Higienização das Mãos, mundialmente celebrado em 5 de maio. A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2007.
A enfermeira de Educação Permanente da unidade, Deisy Herculano, comandou quatro seções de treinamento junto aos funcionários, uma para cada plantão. Ao lado de uma pia, reforçou com os colaboradores todos os passos para assepsia correta das mãos, com auxílio de um ‘flipchart’ contendo ilustrações e informações técnicas. Segundo a OMS, os 5 momentos para higienização das mãos são: antes de contato com paciente; antes da realização de procedimentos assépticos; após risco de exposição a fluidos corporais; após contato com o paciente e após contato com áreas próximas ao paciente.
Embora pareça um ato simples, a higienização das mãos é a ação mais eficiente para o controle de infecções e prevenção da transmissão de germes, especialmente em meio à pandemia de uma doença altamente transmissível como a Covid-19. Entre as medidas de segurança adotadas em um ambiente de promoção e cuidado da saúde, por exemplo, a higienização das mãos é uma das iniciativas que garantem aos pacientes e profissionais proteção contra várias doenças.
As infecções adquiridas na área de saúde afetam milhões de pacientes e profissionais de saúde anualmente em todo o mundo. Apenas na Europa, quase 9 milhões são registradas todos os anos. Metade dessas infecções pode ser evitada com a implementação de práticas e programas eficazes, incluindo estratégias de melhoria da higienização das mãos.
Postado por Maíra Oliveira em 06/maio/2021 -

Foto: Divulgação/PMMC
O Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC) ampliou em 35% o número de leitos destinados ao tratamento da Covid-19 na cidade. Desde 28 de abril, o serviço passa a contar com 45 novos leitos (15 de UTI e 30 de enfermaria), subindo de 61 para 76 as unidades de terapia intensiva e de 70 para 100 os leitos de enfermaria. A medida faz parte das novas estratégias de combate à pandemia anunciadas pela Prefeitura.
A ampliação reduz os índices de ocupação e aumenta a segurança no atendimento aos pacientes internados. No entanto, o vírus continua circulando por toda a cidade e os altos riscos de contaminação exigem a manutenção de toda a rotina de cuidados.
“A queda na ocupação hospitalar pode gerar uma falsa sensação de tranquilidade, o que não é verdade. A pandemia não acabou e precisamos manter distanciamento social, uso de máscara e higiene constante das mãos”, alerta o prefeito Caio Cunha.
Desde o início da pandemia, o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes foi transformado na principal referência de atendimento Covid-19 do Alto Tietê. O município conta com outros cinco locais para atendimento de pacientes com sintomas leves: UBSs Vila Suíssa, Ponte Grande, Jardim Camila, Alto Ipiranga, Jardim Universo. Em breve, a UnicaFisio, ao lado do HMMC, será a sexta unidade. Em todos os locais de referência a população passará a contar com suporte de um novo exame, o “Swab/antígeno”, capaz de detectar a presença do coronavírus em 20 minutos.
AMPLIAÇÃO
Em 15 de abril, o tanque de oxigênio do Hospital Municipal foi trocado pela empresa responsável pelo fornecimento de gases, passando de 4.950 para 9.870 metros cúbicos (m3). A capacidade ampliada era uma antiga solicitação da administração municipal visando a instalação dos novos leitos Covid-19. O oxigênio é fundamental no tratamento hospitalar de pacientes com a doença, porque o vírus causa inflamação no pulmão e compromete o sistema respiratório.
Postado por Maíra Oliveira em 05/maio/2021 -

A presidente da CIPA do CHSP, Rute Loureiro dos Santos Nunes, e o diretor-geral da unidade, Dr. Rogério Bigas
O Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário (CHSP), gerido pela Fundação do ABC desde 2014, promoveu entre 26 e 30 de abril a Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT). Em formato virtual devido à pandemia, este ano o tema escolhido para o evento foi “Os diversos aspectos, físico, social, mental e emocional em meio à pandemia”, realizado por meio de votação virtual entre os próprios colaboradores.
A psiquiatra do CHSP, Dra. Ednéia Zanuto, elaborou o artigo principal do evento com base no tema escolhido para a edição. Os textos sobre depressão, depressão sorridente e ansiedade, além dos formulários on-line, foram elaborados pelos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e da equipe de Segurança do Trabalho. Já o “Quiz SIPAT”, “Jogo da Conexão” e “EPIs SIPAT” foram enviados aos colaboradores para que todos respondessem questões pertinentes aos temas e a diversos outros associados à pandemia e protocolos de prevenção à Covid-19. A médica do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da unidade, Dra. Karin Regina Kolbe, prestou auxílio para elaboração dos materiais.
Os funcionários que responderam corretamente as questões enviadas por formulários, e em menos tempo, foram presenteados com brindes como álcool gel, máscaras, chinelos, doces, camisetas, cremes, fones de ouvido, sapatos, entre outros itens. Todos os presentes virtualmente no evento também integraram o sorteio de outros três prêmios.
Outro método de premiação ocorreu por ligações realizadas nos ramais telefônicos dos funcionários. Para cada um dos cinco dias de evento foi definida uma frase diferente. Quem falou a frase correta ao atender o ramal, recebeu mais brindes.
SIPAT
A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho é uma das atividades anuais obrigatórias da CIPA, que é regida pela Norma Regulamentadora Nº 5 (NR-5) da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho. A Comissão tem como objetivo ser a ferramenta mais importante dos trabalhadores para tratar da prevenção de acidentes do trabalho, das condições do ambiente e de todos os aspectos que afetam a saúde e a segurança do colaborador.
Postado por Maíra Oliveira em 30/abr/2021 -

Roneide Rosa, 39 anos, foi submetida a uma cesariana – Fotos: Angelo Baima/PSA
O Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein, responsável por realizar cerca de 350 partos por mês, foi palco de uma história de nascimento e renascimento. Isso porque o local é referência para gestantes infectadas pela Covid-19, recebendo pacientes encaminhadas pelas unidades de saúde ou por demanda espontânea. Uma das gestantes que recebe assistência no equipamento é Roneide Rosa, que foi submetida a um procedimento de cesárea enquanto estava intubada na unidade e recebeu alta da UTI dia 27 de abril.
“O bom resultado do nosso trabalho no Hospital da Mulher é consequência do comprometimento e profissionalismo de toda equipe, a qual faço um agradecimento especial. A paciente Roneide teve todo o suporte terapêutico necessário durante sua internação e isto foi fundamental para sua evolução e cura”, comentou a diretora-geral do hospital, Rosana Pereira Madeira Grasso.
Mesmo com todos os cuidados e seguindo os protocolos sanitários, aos sete meses de gestação, Roneide de Alcântara Rosa, 39 anos, contraiu o coronavírus. Falando pausadamente e com traços de cansaço, resquícios da enfermidade causada pela Covid-19, a moradora da Vila Humaitá relatou que realizava o pré-natal na Policlínica do bairro. Quando comunicou que havia contraído o vírus, foi direcionada ao Hospital da Mulher.
No dia 8 de abril, após sentir muita falta de ar, ela procurou o hospital para receber medicação. No entanto, o resultado do exame de imagem indicou comprometimento pulmonar e houve a necessidade de internação. Com quadro agravado, foi feita a transferência para UTI e, posteriormente, necessitou de intubação. “A minha reação não foi das melhores. Eu não aceitava, bateu o desespero. Eu nunca havia sido intubada. Então a primeira coisa que eu perguntei para o médico foi se eu ia voltar (da intubação)”, lembrou.
De acordo com a médica intensivista, Katarine Coelho da Silva Santos, naquele momento não havia outra alternativa a não ser a intubação. “Ela tinha o pulmão muito comprometido e um caso agravado. Durante a intubação, houve momentos de melhora e de piora porque essa doença é muito incerta. Todo dia é um dia ganho para a melhoria”, pontuou.
A decisão de realizar o parto de uma paciente com esse quadro clínico é feita em equipe e levando em conta vários fatores. “A partir do momento em que foi intubada ela necessitou de um aporte maior de medicação e isso poderia gerar um comprometimento para o bebê. A vigilância é feita minuto a minuto e de uma hora para a outra a decisão pode mudar. Tivemos, graças a Deus, um bom time para essa decisão”, explicou a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.
“Ela foi submetida a uma cesariana de urgência justamente por ter um comprometimento de vitalidade fetal, até pela condição materna que estava se deteriorando e isso estava gerando comprometimento para o feto. Foi de emergência e uma cirurgia muito rápida. Apesar da situação, o bebê nasceu em condições de prematuridade, mas já está se recuperando, ganhando peso e tudo está evoluindo bem”, completou.

Paciente recebeu homenagem da equipe durante alta médica, dia 27 de abril
Durante todo o processo a paciente é acompanhada por uma equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e fisioterapeutas.
A fisioterapia acompanha a pré-intubação para avaliar a necessidade e, durante esse fluxo, é responsável pelo processo de ventilação mecânica e de exames, acompanhando o paciente 24 horas. “Depois que a paciente apresenta uma melhora, avaliamos também a possibilidade da extubação e depois trabalhamos a reabilitação até que ela consiga sair do oxigênio. Você reabilita a parte motora e inicia a caminhada até o momento da alta”, comentou a fisioterapeuta Bianca de Abreu, que atua no hospital há 12 anos.
Durante os sete dias de intubação, Roneide recebeu o apoio e boas vibrações da equipe do hospital que, diariamente, passava mensagens de otimismo em seu ouvido. A enfermeira Regina de Fátima Souza foi uma delas. “Participar da evolução da Roneide foi ótimo, porque nem todo dia é bom. Alguns dias foram ruins, mas na hora que tiraram ela do tubo foi emocionante. Enquanto ela estava sedada eu brincava com ela falando ‘você tem que voltar para cuidar do seu filho’, e ela falou que lembrava da minha voz”, comentou a enfermeira.
“Eu estava com sete meses e, quando voltei, passei a mão na minha barriga e senti a diferença. Já perguntei pelo meu bebê, mas a equipe me tranquilizou falando que meu filho estava bem. A todo momento eu recebi essa assistência e me certificaram que o bebê estava bem. Quando acordei, fiquei uns quatro dias com o emocional muito abalado. Chorava muito, mas fiquei muito feliz por sentir que eu tive uma segunda chance. Foi uma felicidade muito grande quando eu vi meu filho, me senti uma mãe de primeira viagem. Notei que ele é bem pequenininho, mas agora está pegando peso”, contou Roneide.
A alta da UTI para a enfermaria foi realizada dia 27 de abril em meio a lágrimas e aplausos dos profissionais que seguravam placas trazendo mensagens de otimismo. O momento foi marcado pela música ‘Raridade’, tocada pela musicoterapeuta Camila Turco, que homenageou a paciente em formato voz e violão, acompanhada pelo coro dos demais profissionais do local.
Ao longo da pandemia, apesar de ter recebido pacientes que tiveram o quadro agravado, não foram registrados óbitos de mães ou bebês com Covid-19 no hospital. “Há sempre uma ansiedade e expectativa muito grande em casos como esse. É uma doença que gera medo e insegurança na família e no paciente. Além de ter comportamento diferente em cada pessoa. Na obstetrícia é uma peculiaridade. Felizmente, neste um ano e meio de pandemia não tivemos nenhuma perda no hospital. Tivemos alguns casos graves, mas conseguimos obter o sucesso e isso nos dá muita paz no coração”, disse a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.
Postado por Maíra Oliveira em 30/abr/2021 -

“Profissionais da Saúde são anjos nas nossas vidas”, disse Bruno Gerônimo Sena, 37 anos, após alta
Morador de Ribeirão Grande, região de Sorocaba, interior do Estado, o caminhoneiro Bruno Gerônimo Sena, de 37 anos, foi o primeiro paciente a receber alta do Hospital Estadual Covid-19 do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Sorocaba, gerido pela Fundação do ABC. Transferido do Hospital Regional de Itapetininga, Bruno ficou três dias internado no leito de enfermaria na unidade de Sorocaba até receber alta, dia 24 de abril. Ao se despedir, recebeu homenagens das equipes e familiares.
“Sou muito grato a Deus. Após cinco dias de grande agonia fui transferido para esta unidade de Sorocaba e meu sentimento foi de muita esperança. Fui muito bem acolhido pelas equipes. As instalações são ótimas e tive todo carinho e conforto que precisava nesse terrível momento. Enfermeiros, médicos, fisioterapeuta, equipe de higienização, os profissionais que serviam as refeições, os que davam notícias à minha família e nos acompanharam na alta. O sorriso e as palavras de todos transmitiram esperança e nos fizeram acreditar que existe uma vida após essa doença tão traiçoeira. Vocês, profissionais da Saúde, são anjos nas nossas vidas e sempre estão presentes em nossas orações. Obrigado por tudo”, disse o agora ex-paciente, que se recupera em casa.
Coordenador de enfermagem da unidade, Leandro Fragoso ressalta a união e dedicação das equipes no enfrentamento ao vírus. “Apesar das dificuldades impostas pela doença, temos trabalhado com uma equipe altamente capacitada para ofertar uma assistência de alta resolutividade, segura e eficaz. Vibramos e comemoramos cada alta, pois também simboliza uma vitória para nós”, resume o coordenador.
COVID-19
O equipamento Estadual é gerido pela Fundação do ABC desde novembro de 2020 e foi selecionado pelo Governo do Estado para reforçar a rede de atenção destinada à internação de pessoas com a Covid-19. Ao todo são 10 leitos, sendo 8 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 2 de enfermaria, cujas vagas são reguladas pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS).
Postado por Maíra Oliveira em 30/abr/2021 -

A paciente Denise Oliveira Meireles da Silva, 66 anos, ficou 10 dias internada na unidade
Em atividade desde 31 de março, o Hospital de Campanha instalado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central de Santos completa um mês em funcionamento. A unidade opera atualmente com 40 leitos, sendo 20 de UTI e 20 de enfermaria. Ao todo, são 177 funcionários, além de outros 40 que compõem a equipe médica e de fisioterapia. Em um mês foram internados 72 pacientes, sendo 44 na enfermaria e 28 na UTI.
O esforço para a abertura dos novos leitos, que funcionam no segundo e terceiro andares da UPA, tem sido compensado pelo reconhecimento de usuários e pacientes, inclusive nas redes sociais. Vários depoimentos de agradecimento foram publicados, especialmente direcionados à humanização das equipes assistenciais.
Um deles é da filha da paciente Denise Oliveira Meireles da Silva, 66 anos, que ficou 10 dias internada na enfermaria do hospital de campanha, entre 16 e 26 de abril. A família inteira foi infectada pela Covid-19, mas apenas ela precisou de atendimento de urgência, devido ao agravamento dos sintomas como tosse e enjoos. Por conta do quadro persistente, a idosa desenvolveu uma leve pneumonia que foi tratada na internação. A filha, Renata Meireles, fez um emocionado relato sobre o atendimento recebido pela mãe.
“Em nome de toda a minha família, preciso registrar nosso agradecimento para toda a equipe do Hospital de Campanha da UPA Central de Santos. Tivemos medo, dúvidas e os profissionais da unidade foram e são impecáveis, sob todos os aspectos. Quanto amor, dedicação e profissionalismo. São soldados de Deus na Terra lutando a guerra contra a Covid. Encontrei na equipe de Assistência Social não só o ombro para chorar, mas o apoio para entender e confiar no processo de internação. Equipe de enfermagem, fisioterapeutas e médicos que cuidaram da minha mãe deram todo apoio necessário e lutaram esta batalha com ela. Estendo meu agradecimento às equipes de Limpeza, Nutrição e ao pessoal administrativo, por cada sorriso que ela recebeu e aqueceu nosso coração. Continuamos rezando por todos os profissionais de Saúde que estão na linha de frente. Que Deus abençoe sempre o caminho de vocês. Viva o SUS e à Medicina”, relata a filha.

Em um mês foram internados 72 pacientes na unidade, sendo 44 na enfermaria e 28 na UTI
A gerente da UPA Central de Santos, Zilvani Guimarães, descreve a sensação de dever cumprido ao tomar conhecimento das mensagens de gratidão, com destaque para o atendimento humanizado junto às famílias. “Comemoramos a alta de cada paciente. Os familiares estão muito satisfeitos com o serviço e o cuidado que estamos tendo com seus entes queridos. Temos um espaço muito bom, totalmente equipado e preparado para oferecer a melhor assistência. Além disso, diariamente a equipe do Serviço Social realiza videochamadas, justamente para que os pacientes internados possam se comunicar com as famílias. Montamos equipes muito dedicadas. Médicos, enfermagem, fisioterapeutas e todos os demais envolvidos estão empenhados em oferecer atendimento humanizado. Em um momento tão difícil, conseguimos organizar um grupo coeso e extremamente motivado. O carinho de cada um tem feito a diferença”.
Gerente administrativa da Central de Convênios, Sabrina Cafolla destaca a qualidade da gestão do serviço, especialmente quanto à agilidade no processo de implantação dos novos leitos. “Estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados em tempo recorde, com destaque para a fundamental atuação da nossa gerente Zilvani, que tornou todo o processo mais prático e eficaz. Seguiremos firmes no propósito de salvar o maior número de vidas possíveis. Toda a equipe está de parabéns”, finaliza.
Postado por Fernando Valini em 30/abr/2021 -

Postado por Maíra Oliveira em 27/abr/2021 -
Considerado o principal equipamento hospitalar para atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mauá, o Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini registrou 96% de satisfação geral dos usuários em pesquisa com mais de 600 pacientes e acompanhantes que utilizaram os serviços da unidade em março. Referência regional também para os municípios de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, o Nardini integra o Complexo de Saúde de Mauá (COSAM), cuja gestão clínica e administrativa está sob responsabilidade da Fundação do ABC.
Na área assistencial, pacientes e familiares avaliaram com 100% de satisfação o setor de Clínica Médica. A Clínica Cirúrgica registrou 94% e os atendimentos no Pronto-Socorro atingiram 97%. A ala de Maternidade foi avaliada pelos usuários com 94% de satisfação, enquanto a Pediatria e a UTI Neonatal marcaram 89%.
No campo dos serviços, a alimentação oferecida aos pacientes apresentou 97% de satisfação, assim como o ambiente hospitalar. A equipe médica teve 99% de aprovação e a de Enfermagem 98%. A recepção aos usuários foi avaliada com 99%. Os dados integram relatório referente à pesquisa de satisfação hospitalar de março de 2021 e contemplam 601 usuários entrevistados pela equipe de Ouvidoria do Hospital Nardini. Conforme acordado no plano de trabalho com a Prefeitura de Mauá, a satisfação dos usuários deve ser mantida acima de 75%.
“Diante dos dados, fica claro o esforço de toda a equipe do Hospital Nardini para prestar a melhor assistência, com humanização e cuidado integral aos pacientes. Não apenas temos cumprido com as metas contratuais, mas estamos atingindo índices muito acima do que é exigido. Esses resultados positivos e o elevado índice de satisfação dos usuários ratificam que estamos no caminho certo e estimulam nossos colaboradores a buscar cada vez mais a excelência”, informa a diretora-geral do Complexo de Saúde de Mauá, Dra. Adlin Savino Veduato.
COVID-19
Desde o início da pandemia, o Hospital Nardini se tornou referência para casos de Covid-19 tanto para Mauá como para Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Em março deste ano, o equipamento de saúde colocou em funcionamento 10 novos leitos, ampliando a capacidade de atendimento a casos graves do novo coronavírus. Desde então, o Nardini passou a contar com 70 leitos instalados contra a Covid-19, sendo 40 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 30 de enfermaria.
Postado por Eduardo Nascimento em 23/abr/2021 -

A enfermeira Adriana Lira da Silva e Flaviane Kesia Rodrigues, enfermeira do SCIH da FMABC
A campanha de vacinação contra a Covid-19 destinada aos funcionários do Centro Universitário FMABC, em Santo André, imunizou, ao todo, 879 funcionários diretos e indiretos entre janeiro e abril. Neste montante também estão incluídos alunos do 5º e 6º anos do curso de Medicina e do 4º ano do curso de Enfermagem, que realizam atendimentos ao público em campos de estágio em diversos equipamentos de Saúde do ABC, além de motoristas do Laboratório de Análises Clínicas da FMABC. Alunos que integram o programa de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado da FMABC também foram imunizados.
Do total, 365 doses foram produzidas pela Sinovac/Instituto Butantan e outras 514 são da Oxford/AstraZeneca.
Entre os funcionários do Ambulatório de Especialidades da FMABC, responsável por centenas de atendimentos diariamente, foram imunizados desde recepcionistas e médicos até equipes de higienização e manutenção. “Seguimos todas as diretrizes do Ministério da Saúde e consideramos todos os colaboradores que estão em atendimento diretamente com pacientes, além dos grupos prioritários”, explica a enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da FMABC, Flaviane Kesia Rodrigues. Tanto o SCIH quanto o Ambulatório de Especialidades têm como coordenador médico o infectologista Dr. Marcello Magri.
O processo está sendo conduzido pela Reitoria da FMABC, com apoio da Fundação do ABC e das prefeituras de Santo André e São Caetano do Sul, além de São Bernardo, que vacinou os profissionais do Centro Universitário que atuam na rede do município.