Postado por Maíra Oliveira em 06/nov/2020 -

Equipes customizaram quarto para promover campanha
Sob o tema “Não higienizou, o bicho pegou!”, o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes organizou, em outubro, uma campanha diferente para conscientizar as equipes sobre a importância da assepsia correta das mãos. Um quarto com o tema de Halloween foi montado, onde uma personagem fictícia, a Funéria, sofre com um cenário de terror caracterizado pela ausência de normas de segurança do paciente que resulta no quadro de infecção hospitalar e no surgimento de outras enfermidades. No mesmo cenário havia o “fantasma da campanha anterior”, utilizado para lembrar do “mural do compromisso”, onde os colaboradores escreveram seus nomes em 2019 e se comprometeram a prestar assistência segura ao paciente.
Ao entrar no quarto, o colaborador ganhava um carimbo de monstro ou bactéria na mão. Ao sair, era lembrado sobre o compromisso da instituição de impedir que colaboradores sejam veículos de doenças pelas mãos. O funcionário, então, era incentivado a higienizar as mãos e a retirar a bactéria (o carimbo) antes de sair do ambiente, como forma de conscientização do ato.
Postado por Maíra Oliveira em 06/nov/2020 -

Evento foi realizado entre 19 e 23 de outubro
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Baixada Santista (IIER-II), no Guarujá, realizou entre os dias 19 e 23 de outubro a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente (SIPATMA).
A programação contou com palestras e atividades sobre prevenção de acidentes, infecções sexualmente transmissíveis, ginástica laboral e meio ambiente. Com participação da Polícia Ambiental de Guarujá, foram organizadas dinâmicas de conscientização sobre o descarte correto de resíduos e sessão pipoca com a exibição do curta-metragem “Cada um por si e Deus por todos”, produzido pelos próprios colaboradores. O encerramento ficou por conta do Show de Talentos, um tradicional concurso interno em que os funcionários apresentam habilidades artísticas.
A SIPATMA é um momento de descontração que estimula a integração das equipes e o fortalecimento da cultura organizacional da unidade. Os objetivos são estimular os colaboradores para a prática do autocuidado e promover uma atitude vigilante com o próximo, com foco no cuidado mútuo e na inserção de melhorias que favoreçam o ambiente de trabalho mais seguro para pacientes e colaboradores.
Postado por Eduardo Nascimento em 04/nov/2020 -

Dr. Mário Henrique Elias de Mattos, urologista da Faculdade de Medicina do ABC e do Hospital Estadual Mário Covas
Quando o assunto é saúde masculina e as doenças que afligem o homem ao longo do envelhecimento, sem dúvidas, a próstata é o alvo – especialmente em função das duas principais doenças que acometem o órgão: o crescimento benigno da próstata e o câncer de próstata. Com a maior longevidade da população, as duas doenças têm se tornado cada vez mais comuns.
A próstata é glândula responsável pela produção de boa parte do sêmen. Está localizada abaixo da bexiga e ao redor da uretra – canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. Conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Neste mês de “Novembro Azul”, todo o País está mobilizado para prevenir e combater a doença, responsável por 65,8 mil novos casos todos os anos, assim como pela morte de 15,5 mil homens anualmente.
O principal tumor maligno do órgão é o adenocarcinoma de próstata. Seu pico de incidência é por volta dos 65 anos, mas já começa a se manifestar ao redor de 45 anos. Por essa razão, os homens não devem descuidar da prevenção e do acompanhamento médico – especialmente nessa faixa etária.
“A recomendação para o rastreamento do câncer de próstata mudou um pouco nos últimos anos. Hoje, o homem deve frequentar o consultório do urologista anualmente a partir dos 50 anos. Pacientes de raça negra, obesos e homens com histórico familiar de câncer de próstata devem iniciar aos 45 anos”, informa o urologista do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC e do Hospital Estadual Mário Covas, Dr. Mário Henrique Elias de Mattos.
Segundo o especialista, o único fator de risco reconhecido para a doença é a genética, pois existe certo padrão de hereditariedade. “Nos homens com um familiar de primeiro grau (pai ou irmão, por exemplo) que tem ou teve a doença, as chances de também apresentar o problema são três vezes maiores na comparação com a população geral. Já nos homens com pelo menos dois familiares em primeiro grau acometidos pelo câncer de próstata, há seis vezes mais chances”, detalha Mattos.
Felizmente, trata-se de um câncer que, quando identificado de maneira precoce, apresenta taxas de cura extremamente elevadas. De cada 10 homens com diagnóstico da doença em fase inicial, nove chegarão à cura – ou seja, índice de 90%. Por isso a importância de procurar pela doença antes que se manifeste clinicamente.
DIAGNÓSTICO PRECOCE
A melhor forma de detectar precocemente o câncer de próstata é associando a dosagem do PSA (que é uma proteína produzida pela próstata, que pode ser dosada no sangue) com o exame de próstata, também conhecido como toque retal.
“O exame de toque permite perceber alterações na textura da glândula. É rápido, muito bem tolerado e indolor. É possível que haja algum grau de constrangimento por uma parte dos homens, mas o médico urologista, ao longo da consulta, esclarece todas as dúvidas, orienta sobre a importância da avaliação e, dessa forma, tranquiliza o paciente para a realização do exame, que dura poucos segundos”, explica Dr. Mário Mattos.
É importante realizar os dois exames, pois cerca de 15% dos tumores malignos da próstata não produzem quantidade elevada de PSA, sendo suspeitos exclusivamente pelas alterações observadas no toque retal. Caso haja suspeita, a confirmação é feita a partir da coleta de biópsias da próstata, através de ultrassonografia endoanal sob anestesia.
TRATAMENTOS
Os tratamentos do câncer de próstata são divididos em dois grupos: tratamentos de intenção curativa (indicados em doenças em estágio inicial, quando se pretende curar) e tratamentos de intenção paliativa (indicados em doenças localmente avançadas ou já disseminadas, quando se pretende controlar a progressão da doença).
A cirurgia para retirada da próstata ou a radioterapia são habitualmente indicadas com intenção curativa. Já quimioterapia e bloqueios hormonais com medicações são reservados para doenças em estágios mais avançados, em que a cura já não é mais possível.
“É importante reforçar que o diagnóstico precoce da doença aumenta muito as chances de cura. Dessa forma, os homens devem ter em mente que precisam frequentar o urologista anualmente”, finaliza Dr. Mário Mattos.
Postado por Maíra Oliveira em 30/out/2020 -

Game foi realizado durante troca de plantão dos funcionários
A campanha ‘Outubro Rosa’ não passou batido no Centro Hospitalar Municipal de Santo André (CHMSA). Uma atividade sobre a prevenção e os cuidados referentes ao câncer de mama foi desenvolvida no auditório da unidade, em 28 de outubro, contemplando as trocas de plantão (diurno e noturno) dos profissionais.
Ao entrar no local, os colaboradores responderam algumas questões sobre prevenção e risco em um jogo interativo de perguntas e respostas. Depois, seguiram para o exame de toque feito com uso de uma mama artificial desenvolvida para o evento. Para finalizar, assistiram a um breve vídeo informativo sobre o tema.
A atividade foi elaborada pelo setor de Educação Permanente do CHMSA e respeitou todos os protocolos de segurança. Um coffee break foi oferecido aos profissionais pelas voluntárias da AVSSA (Associação dos Voluntários da Saúde de Santo André).
“Ao serem conscientizados, nossos profissionais de saúde também conscientizam pacientes e familiares”, explica Cristiane Sanchez Morine, coordenadora da Educação Permanente do hospital. “Foi uma dinâmica rápida, que permitiu o envolvimento de vários profissionais em um único dia para que eles retornassem logo aos seus setores. Algo eficiente e bem aceito por todos os participantes”, resumiu a diretora-geral do CHMSA, Dra. Maria Odila Gomes Douglas.
Postado por Maíra Oliveira em 30/out/2020 -
No dia 7 de novembro, das 9h30 às 11h, o coordenador do Ambulatório de Oncologia Pediátrica do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Dr. Jairo Cartum, ministrará treinamento virtual para os novos voluntários da ONG Big Riso, Programa de Responsabilidade Social da construtora MBigucci. A iniciativa marcará os 16 anos de criação da entidade, fundada em 2004.
Mestre e doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Dr. Jairo abordará aspectos do câncer infantojuvenil e como as atividades de humanização, realizadas por trabalhos como o do Big Riso, contribuem com o tratamento das crianças. A palestra será gratuita e aberta ao público. Interessados em participar devem se inscrever pelo link https://is.gd/nwKqI7 até a véspera, dia 6 de novembro.
SOBRE O BIG RISO
Criado em novembro de 2004, o Big Riso é um Programa de Responsabilidade Social da construtora MBigucci, pelo qual colaboradores da construtora e voluntários se transformam em palhaços e visitam semanalmente crianças com câncer internadas em hospitais públicos do ABC e São Paulo, levando amor, carinho e diversão. Em 15 anos, o Big Riso já realizou mais de 2 mil visitas em hospitais e 170 ações sociais, beneficiando mais de 12 mil pessoas. Saiba mais em www.bigriso.com.br
Postado por Eduardo Nascimento em 30/out/2020 -

Iniciativa foi viabilizada pelo setor de Treinamento e Desenvolvimento da área de RH da FUABC, em parceria com o Departamento Financeiro
Alunos do quarto período do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) encerraram o período de estágio no Departamento Financeiro da Fundação do ABC (FUABC) em 22 de outubro. Iniciada em setembro, a parceria foi consolidada a partir da necessidade de os estudantes cursarem as horas obrigatórias para comprovação de estágio curricular, tendo em vista que as atividades presenciais nos hospitais permanecem com restrições em função da pandemia de Covid-19.
A iniciativa foi viabilizada pelo setor de Treinamento e Desenvolvimento da área de Recursos Humanos da FUABC e cumpriu todas as normas de segurança e prevenção à saúde estipuladas pelas autoridades sanitárias.

Danilo Xavier
ATUAÇÃO PRÁTICA
Os alunos compareceram à sede administrativa da FUABC uma vez por semana, sendo quatro horas diárias. Ao todo, foram 20 horas de atividades presenciais. “Foi uma experiência muito boa. É diferente da sala de aula, pois consegui ver o que acontece no dia a dia dos funcionários, o quão complexo isso é, e como afeta as outras pessoas também. Foi muito gratificante poder trabalhar com quem atua direta e indiretamente na área da Saúde. Só tenho a agradecer a Fundação do ABC”, disse o aluno Danilo Xavier.
Já a aluna Milena Pereira dos Santos teve acesso ao cenário financeiro das unidades geridas pela FUABC e elogiou a sintonia de funções entre os colaboradores. “O trabalho em equipe é magnífico. Um profissional complementa o outro. Pudemos entender de onde vem os recursos financeiros e todo o trabalho que está por trás da assistência à Saúde”, relatou. Outra estudante, Carolina Lourenço da Silva, que já atua na área da Saúde, destaca a chance de conhecer melhor os processos de trabalho da entidade. “Tive uma visão que eu não tinha da Fundação do ABC. Do que é, de como funciona e sobre como a FUABC está presente em tantos lugares. Foi muito importante e agradeço pela oportunidade”.

Milena Pereira dos Santos
A percepção sobre a abrangência dos serviços prestados pela FUABC também chamou a atenção da aluna Ellen Cassia Cardoso após a conclusão das atividades. “A Fundação do ABC é bem mais ampla do que eu imaginava. A equipe do Financeiro é maravilhosa. Abraçou os estagiários e não teve medo de mostrar os processos, o trabalho na prática. Algumas coisas que eu via no estágio, estava vendo no outro dia em sala de aula. Fica o nosso agradecimento. Fomos muito bem acolhidos”, resumiu a estudante.
TRABALHO EM EQUIPE
A capacitação técnica da turma foi ministrada pela gerente financeira da FUABC, Paula de Oliveira Branco, que deu seu depoimento na aula de encerramento do estágio. “A presença dos alunos não alterou em nada a nossa rotina. Ou seja, todos puderam viver a realidade do setor. Gostaria de ter tido mais tempo com todos. Fico muito feliz que tenham acumulado aprendizado. O trabalho na área financeira é sempre em equipe. Essa dinâmica é importante, pois ninguém faz nada sozinho. O bacana, além dos números, é a boa vontade de fazer acontecer e sempre aprender. Desejo muito sucesso na carreira de todos”, disse a gerente.

Carolina Lourenço da Silva
Durante o período os alunos também participaram da 6ª edição do Healthcare Innovation Show (HIS 2020), o mais importante encontro da comunidade de saúde e tecnologia hospitalar no Brasil. Este ano, devido à pandemia, o evento foi realizado virtualmente nos dias 24, 25 e 26 de setembro. Além disso, integraram o treinamento oferecido pelo Banco Santander ao Departamento Financeiro da FUABC e suas unidades gerenciadas sobre o ‘Pix’, nova modalidade de pagamento criada pelo Banco Central. Por fim, tiveram a oportunidade de conhecer a nova ferramenta de gestão integrada da FUABC, o Business Intelligence. Conhecido pela sigla B.I, o sistema informatizado reúne na mesma plataforma dados assistenciais, indicadores e irá modernizar as ações estratégicas da Mantenedora e de todas as unidades da FUABC.
Ao todo, o estágio contemplou 2 horas de integração, 20 horas de atividades presenciais, 8 horas de reuniões on-line, 30 horas de atividades extrassala (com acompanhamento da tutora do curso), 2 horas de encerramento e 20 horas para elaboração do trabalho de conclusão do curso.

Ellen Cassia Cardoso
RECURSOS HUMANOS
Para a coordenadora de treinamentos do setor de Recursos Humanos da FUABC, Denise Alves Pires, a experiência é desafiadora inclusive para os profissionais de RH. “Desenvolver pessoas vai além dos objetivos tradicionais de um treinamento. No caso dos estagiários, proporcionar a vivência do que estão aprendendo na teoria é enriquecedor e fortalece a visão dos estudantes sobre o assunto. Este é nosso papel como área de Desenvolvimento de Pessoas”, explica Denise.
Gerente de RH da FUABC, Magali Gonçales ratifica: “Ter acesso a depoimentos como estes, para nós, vale todo o trabalho. Ainda sou nova na instituição e estou aprendendo tanto quanto os alunos. Por ser um projeto-piloto, com turma pequena, avalio como muito bem-sucedido. Nossa missão sempre será desenvolver pessoas. O objetivo é ampliar ainda mais o conteúdo e passar por cada departamento. Com certeza para o próximo ano ampliaremos nossa parceria com a FMABC, para que juntos possamos trocar conhecimento e experiências do dia a dia”, conclui.
Postado por Eduardo Nascimento em 30/out/2020 -

A professora de Dermatologia da FMABC e coordenadora do Ambulatório de Psoríase, Dra. Luiza Keiko Matsuka Oyafuso
A psoríase é uma doença crônica inflamatória que impacta diretamente a qualidade de vida dos pacientes. Apesar de não ser contagiosa, ainda é responsável por muitos episódios de preconceito e bullying. Na quinta-feira, 29 de outubro, foi o Dia Mundial da Psoríase. Desde 2006, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) aproveita a data e promove a Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase, cujo objetivo é orientar, conscientizar e esclarecer dúvidas da população.
As principais características da psoríase são lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas, que na maioria dos casos aparecem em várias áreas do corpo, entre as quais cotovelos, joelhos ou couro cabeludo, unhas, palma das mãos e plantas dos pés, por toda a pele, articulações (com dor ou até mesmo artrite). Vale ressaltar que a psoríase não pode ser adquirida pelo contato, mesmo íntimo, com qualquer portador da doença.
“Quanto mais informação, melhor. Quando divulgamos que a psoríase não é contagiosa e que tem diversas formas de tratamento, estamos contribuindo para reduzir o preconceito e, dessa forma, melhorar a qualidade de vida e a autoestima dos pacientes”, considera a professora de Dermatologia do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e coordenadora do Ambulatório de Psoríase, Dra. Luiza Keiko Matsuka Oyafuso.
ALTA INCIDÊNCIA
A psoríase pode atingir todas as faixas etárias, mas é mais frequente na população entre 30 e 40 anos e de 50 a 70 anos, sem distinção quanto ao gênero. Afeta aproximadamente 3% da população mundial. Segundo a SBD, a prevalência no Brasil é de 1,3%, variando entre 0,9 a 1,1% nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e 1,9% no Sul e Sudeste.
A doença está associada a comorbidades como obesidade, dislipidemias, diabetes e risco cardíaco. As causas ainda são desconhecidas, mas sabe-se que envolvem questões autoimunes e genéticas. Também já está confirmado que alguns fatores externos podem causar o surgimento ou a piora das lesões, como o tempo frio, as infecções e o estresse, assim como a baixa imunidade. O hábito de coçar ou mexer nas lesões e os banhos quentes e prolongados pioram o quadro, provocando, muitas vezes, ressecamento e coceira.
Os tratamentos variam segundo a gravidade. A terapia nos casos de psoríase leve é somente com orientação e uso de medicação tópica – utilizada externamente com aplicação direta na pele. Quando moderada, além de tópicos também é indicada fototerapia – método em que o paciente é colocado em cabine especial e submetido à irradiação controlada de luz ultravioleta A ou B. Medicações sistêmicas, como Methotrexate, Acitretina e Ciclosporina, são opções para psoríases de moderada a grave. “Mais recentemente também teve início a administração dos chamados medicamentos biológicos, que são considerados de alto custo e cujos resultados têm se mostrado bastante promissores”, informa Dra. Luiza Keiko.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda para os cuidados diários o uso de cremes hidratantes sem perfume, xampus neutros, banhos curtos e mornos, alimentação saudável e banhos de sol por tempo limitado e sob a orientação do médico dermatologista. Também deve-se evitar o uso de sabonetes abrasivos ou esfoliantes, que ressecam a pele.
Interessados podem obter mais informações sobre o tema no site www.psoriasetemtratamento.com.br.

Com tratamento realizado no Ambulatório de Psoríase da FMABC, Natícia Santos, 33, voltou a ter uma vida normal – Foto: Reprodução
Natícia Ferraz de Souza Santos, 33 anos, moradora de Diadema, recebeu diagnóstico de psoríase após a segunda gestação, aos 25 anos. As placas com descamações chegaram a acometer 80% do seu corpo, que apresentava intensa coceira e deixava manchas de sangue no lençol. A dificuldade para encontrar tratamento adequado na rede pública de Saúde atrasou sua reabilitação e prejudicou sua autoestima, devido à visibilidade e extensão das lesões. Por dois anos utilizou pomadas com corticoides e praticou a técnica de envelopamento com papel filme, na expectativa de diminuir as dores e o intenso desconforto. “Não aguentava mais essa situação. Foi quando achei melhor me esconder com roupas de mangas longas e calças”, relembra.
No estágio mais grave da doença, em 2019, passou em atendimento no Ambulatório de Psoríase da disciplina de Dermatologia do Centro Universitário Saúde ABC – FMABC. Natícia já havia passado por diversas consultas em postos de saúde de Diadema e aguardava encaminhamento para o tratamento especializado. “Foi quando vi que meu caso havia esperança. Saí da consulta chorando. Me acolheram desde o início até o tratamento. Fiz vários exames e comecei a tomar o medicamento indicado. Senti que recebi a vida novamente”.
Ao saber que personalidades mundiais conviviam com a doença, como Kim Kardashian e Kylie Jenner, a filha abraçou a causa junto à mãe, que atualmente administra a página “Eu tenho Psoríase” no Facebook para divulgação e troca de informações sobre a patologia. Carolina, de 8 anos, aparece periodicamente nas postagens com mensagens de estímulo aos portadores da doença. Hoje, Natícia leva uma vida normal e segue em acompanhamento com especialistas da FMABC. “Lembro que, antes, minha filha não queria nem que eu a levasse ao transporte escolar, pois os coleguinhas perguntavam o que a mãe dela tinha. Foi quando passei a explicar sobre a doença. Minha família não me deixou desistir. Tenho muita gratidão pela vida e também por todas as dermatologistas que me acompanham e me acompanharam. Sempre haverá lugar para todas no meu coração. Por um momento a psoríase roubou o meu sorriso, mas nunca a minha esperança”.
Postado por Eduardo Nascimento em 30/out/2020 -

Cerimônia de inauguração ocorreu em 21 de outubro
Em mais uma ação de humanização, o Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, inaugurou espaço de convivência destinado especialmente a pacientes em recuperação e familiares da área de Oncologia. Com apoio da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), seus parceiros, e da empresa ALTSSIST, também foi revitalizada a área do 4º andar em frente à Clínica Médica, que recebeu pintura, fiação para televisão, nova iluminação e mobília.
A cerimônia de inauguração ocorreu em 21 de outubro, com presenças do diretor-geral da unidade, Dr. Desiré Carlos Callegari, e de representantes da Abrale. O objetivo é intensificar o acolhimento aos usuários internados na Clínica Médica Oncológica, proporcionando atividades que integrem profissionais, pacientes e familiares em dias de cinema, jogos, videogame ou prática de origami.
A parceria com a Abrale garantiu junto aos seus patrocinadores a doação de aparelho de TV, armários, videogame, mesas e cadeiras. O espaço foi batizado de “Gotinhas de Amor”, nome escolhido pela paciente Priscila Barbosa Gil e aprovado pela equipe multiprofissional do setor de Oncologia.
Postado por Eduardo Nascimento em 30/out/2020 -

O professor titular da disciplina de Cardiologia da FMABC, Dr. Antonio Carlos Palandri Chagas
O professor titular da disciplina de Cardiologia do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), em Santo André (SP), e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Dr. Antonio Carlos Palandri Chagas, foi o entrevistado do programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional, pertencente à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), no dia 21 de outubro. O tema foi a apresentação da pesquisa PSYQUALY-COVID, que busca avaliar o psicotrauma, a resiliência e a qualidade de vida dos médicos brasileiros durante a pandemia de Covid-19.
O estudo é conduzido pela Associação Médica Brasileira (AMB), que conta com Chagas como diretor científico, e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A pesquisa tem formato de questionário, conta com abrangência nacional e participação voluntária. Os formulários estão disponíveis no site das entidades – www.amb.org.br e www.portal.cardiol.br – ou pelo link https://is.gd/UBd1u7. Já foram contabilizadas mais de 1.000 respostas.
“A pesquisa será muito importante para demonstrar o quanto a pandemia impactou na rotina dos profissionais, na qualidade do sono, nas horas excessivas de trabalho, na segurança econômica e até na qualidade de vida familiar. Todos, indiscutivelmente, precisam ter muita resiliência para enfrentar este longo período e que já mudou a vida de tantos profissionais. A missão do médico é salvar vidas, e lidar com uma patologia tão letal por tanto tempo pode afetar a saúde de qualquer ser funcional”, analisa o docente.
Serão investigadas questões de ordem psíquica, física e social, com mínimo risco de constrangimento ao entrevistado e de acordo com todas as normas reguladoras de pesquisas clínicas. Os resultados do estudo poderão contribuir para a formulação de políticas de ações e de melhorias para a classe médica.
A íntegra da entrevista do docente da FMABC está disponível no link https://is.gd/E6H8kN.
Postado por Maíra Oliveira em 23/out/2020 -
Representantes do Banco Santander, instituição financeira que mantém contrato com a Fundação do ABC, realizaram em 15 de outubro reunião virtual com 25 funcionários dos departamentos financeiros da Mantenedora e de suas unidades gerenciadas. O objetivo foi orientar a todos os colaboradores das áreas técnicas sobre a nova modalidade de pagamento instantâneo autorizada pelo Banco Central, o Pix, que terá início em 16 de novembro. O cadastro para utilização teve início em 5 de outubro. A reunião também teve participação do Departamento de Tecnologia da Informação da FUABC.
Na oportunidade, funcionários de todas as unidades tiraram dúvidas sobre as possíveis mudanças na rotina de pagamento, emissão e pagamento de boletos, cadastramento de diferentes CNPJs, combate a fraudes, protocolos de segurança, modelos de chaves Pix, uso de QR Code, diferenciação entre contas jurídicas e pessoais, entre outros assuntos.
Além de servir para compras e pagamento de contas, a expectativa é de que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. As transferências poderão ser feitas em menos de 10 segundos com o uso do celular. A quantia depositada entrará na conta instantaneamente a partir da utilização das chaves Pix, que podem variar entre CPF/CNPJ, e-mail, telefone ou chave aleatória.

Fonte: Banco Central