Docente de Farmácia defende Doutorado sobre aprendizagem em química no ensino superior

Postado por Eduardo Nascimento em 30/set/2016 -

Professora do curso de Farmácia da Faculdade de Medicina do ABC, Dra. Lucia Machado de Andrade acaba de ter sua tese de doutorado aprovada pela Universidade Federal do ABC. Batizada “A ação coletiva na produção de videoaula screencast como estratégia mobilizadora da aprendizagem em química por alunos ingressantes no ensino superior”, a tese defendida em 16 de setembro apresentou proposta educacional que agrega ação coletiva e produção de videoaulas, com objetivo de permitir o alcance de habilidades cognitivas de alta ordem. Além do sucesso do método, o trabalho comprovou de forma inédita a existência de esquema coletivo, contribuindo com a Teoria dos Campos Conceituais do psicólogo, matemático e filósofo francês Gérard Vergnaud.

Docente nas disciplinas de Química Geral e Inorgânica e Fisicoquímica do curso de Farmácia da FMABC, Dra. Lucia Machado de Andrade é mestre em Ensino de Química pelo Instituto de Química, Instituto de Física e Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e licenciada em Química pelo Instituto de Química da USP. “O conhecimento de química dos estudantes que ingressam no ensino superior é frequentemente relatado na literatura como deficiente, o que acarreta dificuldade de compreender conceitos e fenômenos. É importante conhecer as operações do pensamento, aliadas aos conteúdos conceituais que um estudante mobiliza para aprender, a fim de auxiliá-lo a melhorar sua capacidade cognitiva e a suprir, da melhor forma possível, as lacunas educacionais que apresenta”, considera a nova doutora.

Nesse contexto, a pesquisa no doutorado teve por finalidade investigar a mobilização na aprendizagem em química promovida pela ação coletiva de alunos ingressantes no ensino superior, ao resolver tarefas envolvendo videoaulas screencast.

Para tal, foi realizado estudo de caso investigando indicadores cognitivos mobilizados pelos alunos na vivência de dois grupos de situações – o primeiro, de caráter individual, e o segundo, coletivamente. “Como hipótese, tem-se como alicerce dessa movimentação o aumento da quantidade e da qualidade dos indicadores, incluindo os invariantes operatórios, ou seja, as operações do pensamento aliadas aos conteúdos conceituais, segundo Vergnaud”, explica Dra. Lucia Machado de Andrade, que conclui: “Os resultados contabilizaram maior quantidade e melhor qualidade dos indicadores cognitivos nas situações de caráter coletivo, permitindo inferir que, nas condições do estudo realizado, houve um movimento ascensional na aprendizagem em química”.

Participaram da pesquisa alunos do primeiro ano do curso de Farmácia da Faculdade de Medicina do ABC. O tema escolhido para as situações propostas foi a ebulição da água, que permite explicações em diferentes níveis de cognição. As tarefas propostas foram filmadas durante as resoluções e as gravações foram transcritas e analisadas com auxílio do software Transana. Ao final dos trabalhos, foi produzida uma videoaula pelo grupo, no modelo screencast, gravada com auxílio do programa CamStudio.

Simone Alves de Assis Martorano (UNIFESP), Agnaldo Arroio (USP), Fernando Luiz Cassio Silva (UFABC), Marco Antonio Bueno Filho (UFABC), Lucia Machado de Andrade (FMABC), Káthia Maria Honório (USP/UFABC) e Leonardo José Steil (UFABC)

Projeto FUMCAD contra o câncer infantil recebe apoio da ACISA e de contadores de Santo André

Postado por Eduardo Nascimento em 23/set/2016 -

Entidade filantrópica de assistência social, saúde e educação, a Fundação do ABC acaba de ter seu registro inscrito no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo André (CMDCA) para submissão de projetos e obtenção de recursos através do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD) de Santo André. A partir de agora, a FUABC está autorizada a captar recursos financeiros junto a pessoas físicas e jurídicas, que podem destinar parte do imposto de renda a projetos relacionados à garantia dos direitos de crianças e adolescentes. O primeiro projeto aprovado é o do Ambulatório de Oncologia Pediátrica da Faculdade de Medicina do ABC. Na segunda-feira (19/09), contadores de Santo André e o presidente da Associação Comercial e Industrial de Santo André, Evenson Robles Dotto, estiveram no campus universitário para conhecer melhor a iniciativa e já manifestaram interesse em participar das próximas etapas do projeto.

Reunião com contadores garante apoio ao projeto FUMCAD da Oncologia Infantil

Reunião com contadores garante apoio ao projeto FUMCAD da Oncologia Infantil

Humberto Sérgio Batella (HS Contábil), Zoilo de Souza Assis Júnior e Christiano Castellar (ambos da Atlanta Contábil), Glauco Pinheiro da Cruz (Candinho Contábil), Evanildo Francisco de Lima (Itapura Contábil), Celso Carlos da Silva (Sector Soluções Empresariais) e Roberta Gimenez (AutoWare) são alguns dos profissionais que compareceram à reunião na FUABC-FMABC. Também participaram o vice-diretor e o diretor Administrativo e Financeiro da Faculdade de Medicina do ABC, Fernando Fonseca e Murilo Dib, a presidente da FUABC e o diretor de Comunicação, Maria Aparecida Damaia e Joaquim Alessi, a equipe assistencial da Oncologia Pediátrica, o representante do Departamento de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Santo André, Gerson Luiz da Silva, e o membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo André, Elder Pereira da Silva, entre outros convidados.

Terminada a reunião, foi realizada visita ao Ambulatório de Oncologia Pediátrica da Faculdade de Medicina do ABC, quando os convidados puderam verificar de perto o trabalho realizado. Também houve tour pela Casa Ronald ABC, que funciona dentro do campus da faculdade e oferece hospedagem, alimentação e condições ideias de higiene para as crianças em tratamento e seus respectivos acompanhantes.

Por sugestão do presidente da ACISA, Evenson Robles Dotto, um novo encontro com os contadores será agendado na própria Associação Comercial e Industrial de Santo André, dessa vez aberto a profissionais de todas as cidades do ABC, com objetivo de discutir um plano de ação que permita mobilizar a população da região para a doação do imposto de renda ao FUMCAD.

FUMCAD | ONCOLOGIA INFANTIL

O Fundo Municipal da Criança e do Adolescente tem como objetivo financiar projetos que garantam os direitos de crianças e adolescentes. Para isso, cidadãos e empresas podem destinar ao Fundo parte do Imposto de Renda devido ao Fisco Federal. Pessoas físicas podem direcionar até 6% do imposto, enquanto empresas podem doar até 1%. Os recursos do FUMCAD de Santo André são destinados à execução de programas, projetos e ações voltadas, justamente, para efetivação das garantias dos direitos de crianças e adolescentes, distribuídos mediante deliberação do CMDCA.

Grupo visitou Ambulatório de Oncologia Pediátrica da FMABC e Casa Ronald ABC

Grupo visitou Ambulatório de Oncologia Pediátrica da FMABC e Casa Ronald ABC

O projeto FUMCAD da Oncologia Pediátrica da Faculdade de Medicina do ABC prevê a ampliação do quadro de pessoal e contratação de profissionais que hoje atuam como voluntários, como psicóloga, nutricionista, fonoaudióloga, pedagoga e dentista, por exemplo. Além disso, está previsto o aumento da carga horária dos atuais colaboradores, o que terá impacto direto no aumento na capacidade de atendimentos no local.

“Nosso credenciamento no FUMCAD representa importante passo para o desenvolvimento da Oncologia Pediátrica no ABC. Grandes centros do país, como o GRAAC e o Hospital de Barretos, conseguiram crescer e se tornaram referências nacionais graças a esse tipo de incentivo governamental, que não custa nada a mais para as empresas e pessoas físicas, mas que viabiliza muitos investimentos na ampliação da assistência à população e na qualificação dos serviços”, explica o oncologista infantil e coordenador do Ambulatório de Oncologia Pediátrica da FMABC, Dr. Jairo Cartum, que acrescenta: “Os avanços na área da Oncologia são constantes e hoje as chances de cura para crianças e adolescentes com câncer chegam a 70%. Apesar dessa perspectiva positiva, o custo dos tratamentos é extremamente elevado, impondo limites financeiros à nossa capacidade de atendimento. Com o FUMCAD, buscamos tornar o serviço autossustentável, capaz de absorver toda a demanda de oncologia pediátrica da região do ABC”.

O primeiro projeto da Fundação do ABC aprovado no FUMCAD de Santo André, batizado “Novas perspectivas: expansão em recursos humanos e materiais para cuidados humanizados em oncologia pediátrica”, contempla, além de consultas com a equipe multidisciplinar, exames, medicações, infusão de quimioterapia e exames especializados com analgesia, entre outras atividades.

São Caetano bate marca de 40 mil pacientes atendidos nos mutirões da Saúde

Postado por Eduardo Nascimento em 23/set/2016 -

O Hospital São Caetano recebeu em 17 de setembro mais de 2.000 munícipes na 16ª edição do mutirão da Saúde do Programa Fila Zero – iniciativa da Secretaria de Saúde de São Caetano que tem por objetivo estabilizar as demandas reprimidas na rede pública e ampliar o acesso da população. Atuaram 35 médicos em 19 especialidades, com atendimentos espontâneos e pré-agendados, entre outros serviços. Com edições sempre no terceiro sábado de cada mês, o Fila Zero é referência nacional, batendo a marca de 40.000 pacientes atendidos.

Em setembro, 16ª edição do mutirão recebeu mais de 2.000 pacientes no Hospital São Caetano

Em setembro, 16ª edição do mutirão recebeu mais de 2.000 pacientes no Hospital São Caetano

Dentro do conceito “prioridade para quem é daqui”, as consultas sem marcação abrangeram Clínica Médica, Gastroenterologia, Geriatria, Ginecologia e Obstetrícia, Odontologia (Unidade Móvel), Oftalmologia (Unidade Móvel), Ortopedia e Pequenas Cirurgias/Procedimentos. Já as pré-agendadas pela Central de Agendamento e Regulação foram em Anestesiologia, Cardiologia, Cardiologia Pré-operatório, Dermatologia, Endocrinologia, Hematologia, Hidroterapia, Nefrologia, Neurologia, Otorrinolaringologia e Reumatologia.

O 16º mutirão também contou com diversos outros serviços gratuitos à população, como Farmácia Municipal de Medicamentos, Ouvidoria da Saúde e transporte – inclusive para pessoas com deficiência.

PARCERIAS E EXAMES

Parceria com a Farmácia Nova Gerty, do Grupo Fazfarma, proporcionou aferição de pressão e teste de glicemia. Com o Laboratório Servier, dois médicos vasculares foram disponibilizados para atendimento em demanda espontânea, garantindo os remédios do primeiro mês do tratamento. Alunos da Universidade de São Caetano do Sul (USCS) ainda trabalharam na Enfermagem e na Humanização +QAlegria.

O Instituto Brasileiro de Atendimento Pré-Hospitalar (IBRAPH) também esteve presente no Fila Zero com o Projeto Suporte Básico de Vida / Programa Multiplicadores do Bem. Através da ação “4 passos que salvam vidas”, o público leigo pode aprender a atuar em situações de emergência, como de vítimas em parada cardiorrespiratória (PCR) ou com obstrução das vias aéreas por corpo estranho (OVACE). Tais conhecimentos aumentam as possibilidades de sucesso, preservando a vida do paciente até a chegada da ambulância.

Egressos de Enfermagem elogiam formação na Medicina ABC

Postado por Eduardo Nascimento em 23/set/2016 -

Não foi por acaso que o curso de Enfermagem da Faculdade de Medicina do ABC conquistou nota máxima 5 na mais recente edição do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – o ENADE –, do Ministério da Educação. A qualidade do ensino, a formação ampla, o enfoque prático e a preocupação com a humanização no atendimento são marcas da graduação da FMABC, que têm impulsionado a carreira de boa parte dos egressos, tanto na área acadêmica, em cursos de pós-graduação e residência, como no âmbito profissional.

Ex-aluna Thaís Gassi, que se formou em 2015 no curso de Enfermagem

Ex-aluna Thaís Gassi, que se formou em 2015 no curso de Enfermagem

Entre os muitos ex-alunos que entram em contato para relatar a trajetória profissional está Thaís Gassi, que se formou em 2015 e atualmente cursa residência de Enfermagem Cardiovascular no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. “Gostaria de parabenizar a todo o corpo docente da FMABC. Agora, durante as aulas da residência, pude notar que coisas que aprendi na faculdade eram novidade para muitos dos residentes, como eletrocardiograma, ritmos de parada, fisiologia, medicamentos e síndromes isquêmicas, por exemplo. São coisas que fui preparada pelos professores de nossa instituição. Fiquei feliz também com meu desempenho na primeira avaliação de prática da residência. A enfermeira coordenadora do setor disse que recebi muitos elogios em relação à minha sistematização da assistência de enfermagem, especialmente na anotação, pois trabalho como enfermeira assistencial, assumindo cuidados integrais, e em relação à evolução e anotação de feridas, bem como na realização de curativos”, revela a ex-aluna, que acrescenta: “Reconheço que me esforcei para isso, porém, reconheço ainda mais que foi o corpo docente da Enfermagem que me deu toda a base, recursos e conhecimentos necessários para todas essas conquistas, desde a classificação na residência até minha atuação com enfermeira”, garante Thaís Gassi.

ENSINO DIFERENCIADO

Instalado na FMABC em 1999, o curso de Enfermagem se destaca pelo projeto pedagógico diferenciado, que privilegia a qualidade do ensino por meio de docentes altamente qualificados, de currículo abrangente e cuidadosamente estruturado. Além disso, são amplas as oportunidades de estágio supervisionado desde o primeiro ano da graduação, com incentivo à participação discente em projetos de pesquisa e de extensão.

“O curso de Enfermagem procura inovar suas ações pedagógicas continuamente, a fim de garantir formação austera e consistente. Há preocupação constante em atender às demandas de mercado, que exige um profissional qualificado tanto para a assistência como para a gestão, em todos os níveis de atenção”, afirma a professora do curso de Enfermagem, Ana Maria Marcondes Fiorano, que completa: “É uma enorme satisfação receber o carinho de volta dos alunos. Procuramos sempre manter uma relação próxima, pois estamos com eles em sala de aula e nos estágios. Compartilhamos experiências e trocamos conhecimentos. Convivemos intensamente por quatro anos e buscamos construir relações além daquela professor-aluno. Alguns permanecem conosco na pós-graduação e residência, outros como monitores ou dando continuidade em projetos de extensão. A cada bom resultado em processos seletivos que participam, temos a certeza de que estamos no caminho certo. Mas o melhor mesmo é perceber como são grandes nossos ex-alunos, excelentes profissionais e pessoas admiráveis. A gratidão e o reconhecimento são virtudes que nos tornam mais humanos, mais felizes”, considera Fiorano.

Captação de órgãos rende troféu a equipes do Hospital Irmã Dulce

Postado por Eduardo Nascimento em 23/set/2016 -

O emprenho do Hospital Municipal Irmã Dulce na captação de órgãos e de potenciais doadores foi reconhecido como um dos melhores no Estado de São Paulo e na região pela Organização de Procura de Órgãos (OPO) da Escola Paulista de Medicina. Os resultados renderam um troféu às equipes de Praia Grande. A premiação visa registrar o desempenho dos colaboradores e incentivar a manutenção das ações.

Premiação foi entregue a equipes que atuam na Unidade de Terapia Intensiva Adulto

Premiação foi entregue a equipes que atuam na Unidade de Terapia Intensiva Adulto

A intensificação na identificação de possíveis doadores em morte encefálica teve início em maio de 2010, quando profissionais passaram por capacitação específica para a notificação e captação de doadores de órgãos e tecidos. Segundo a médica Maria Odila Gomes Douglas, assistente técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto e presidente da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do Irmã Dulce, neste semestre o Hospital Municipal promoverá novo ciclo de capacitação de equipes. “Para continuarmos com resultados eficientes e obtermos o reconhecimento estadual, é preciso contarmos com uma equipe multidisciplinar qualificada”, garante.

As dificuldades peculiares a todos hospitais surgem no momento do diagnóstico de morte encefálica, em razão da situação emocional do familiar do doador, que muitas vezes não autoriza o procedimento. De acordo com a coordenadora de Enfermagem da UTI Adulto do HMID, enfermeira Maria Eliza Prado Monteiro, a conscientização da família é fundamental. Especializada em diagnóstico de morte encefálica e manutenção hemodinâmica de potenciais doadores, Eliza defende que uma ampla campanha seria importante. “O ideal é que já haja um entendimento da sociedade para que, quando algo ocorrer, esteja clara a vontade do doador para a família”, destaca.

Um doador falecido pode beneficiar mais de 12 pessoas com os seguintes órgãos: córneas, coração, pulmões, rins, fígado, pâncreas, ossos, pele e artérias. Para a retirada, é preciso que a morte encefálica seja confirmada em dois testes clínicos, além de confirmação por exames feitos por profissionais da Secretaria Estadual de Saúde. A doação só é autorizada quando existe consenso na família. Para isso, familiares passam por entrevista e assinam protocolo de doação. Finalmente, para ser doador não é preciso registrar a vontade em cartório nem fazê-la constar em documentos pessoais – basta avisar a família.

Alunos da Medicina ABC conquistam bicampeonato na “50ª Intermed”

Postado por Eduardo Nascimento em 16/set/2016 -

Após o título inédito de campeão geral na Intermed 2015, os alunos da Faculdade de Medicina do ABC acabam de conquistar o bicampeonato da competição, cuja 50ª edição ocorreu em Barretos, no interior de São Paulo, entre os dias 3 e 10 de setembro. Na sexta-feira, dia 9, a FMABC sagrou-se campeã geral antecipada, atingindo 117 pontos no total. Com 98 pontos, a Escola Paulista de Medicina ficou em segundo lugar, seguida pela Medicina USP, com 79 pontos.

FMABC sagrou-se campeã geral antecipada, atingindo 117 pontos no total

FMABC sagrou-se campeã geral antecipada, atingindo 117 pontos no total

Para sagrar-se campeã geral da maior e mais tradicional competição entre escolas médicas, a FMABC precisou superar outras 10 faculdades de medicina do Estado. “O primeiro final de semana da 50ª Intermed foi muito bom para nossa faculdade. Garantimos o primeiro lugar no atletismo feminino e vencemos jogos importantes, como o futsal masculino, que goleou Taubaté, a campeã de 2015. Ao longo da semana obtivemos resultados expressivos, como o segundo lugar geral na natação. Houve também muita emoção, com gol marcado restando menos de um segundo no futsal feminino, vitórias e derrotas nos pênaltis, placares apertados no basquete e partidas memoráveis no tênis de mesa e beisebol”, enumera o diretor de Marketing da Associação Atlética Acadêmica Nylceo Marques de Castro (AAANMC), José Maurício Terci de Abreu, que acrescenta: “Tudo isso, sem dúvidas, fez com que a Medicina ABC chegasse a incríveis sete finais e três títulos. As modalidades campeãs de 2016 foram o beisebol, com vitória sobre Ribeirão, que jogava em casa, o vôlei feminino, tetracampeão e que não perdeu nem sequer um set, e o futsal masculino, que se mostrou gigante ao longo da competição. No primeiro final de semana de competições, o atletismo feminino já havia sido campeão, com direito a muitos recordes”.

Ao longo da semana de jogos, estima-se que mais de 3 mil estudantes das 11 faculdades participantes estiveram em Barretos competindo ou simplesmente torcendo. Pelo menos 460 alunos e ex-alunos da Medicina ABC marcaram presença na Intermed – sendo 315 atletas, divididos nas cerca de 20 modalidades em disputa. Ao todo foram quatro medalhas de ouro (atletismo feminino, beisebol, vôlei feminino e futsal masculino), seis de prata (basquete masculino, futsal feminino, natação feminina, tênis de mesa feminino e masculino e xadrez) e uma de bronze (vôlei masculino). “Com tantos resultados expressivos, o caneco se tornou realidade e a FMABC sagrou-se bicampeã da Intermed. A AAANMC agradece e parabeniza a todos os atletas e ex-atletas que tornaram possível a conquista do tão sonhado bicampeonato. Que a temporada 2016-2017 seja repleta de treino, suor e vitórias. Agora, vamos com tudo em busca do tri”, garante o aluno José Maurício Terci de Abreu.

Nas redes sociais, o diretor da Faculdade de Medicina do ABC e professor titular de Cirurgia Torácica, Dr. Adilson Casemiro Pires, não conteve a emoção: “Eu achei que conhecesse de coração, mas não! É demais saber que vencemos a Intermed pelo segundo ano consecutivo. Saber que temos notas máximas no Enade, na avaliação do MEC e no Guia do Estudante. É muito orgulho para um coração que não cansa de bater pela FMABC”, declarou o diretor.

Além das três primeiras colocadas – FMABC, EPM e USP –, também competiram na 50ª Intermed a Faculdade de Medicina da Unesp-Botucatu, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Faculdade de Medicina da Fundação Lusíada de Santos, Faculdades de Ciências Médicas de Ribeirão Preto (USP), Faculdade de Medicina de Taubaté, Faculdade de Medicina da PUC-Campinas, Faculdade de Medicina Santo Amaro e Faculdade de Medicina de Sorocaba.

Hospital Irmã Dulce realiza neurocirurgia inédita com paciente acordado

Postado por Eduardo Nascimento em 16/set/2016 -

O Hospital Municipal Irmã Dulce de Praia Grande realizou pela primeira vez uma cirurgia cerebral em que o paciente foi mantido acordado durante a retirada de um tumor de seis centímetros na região temporal. O homem de 44 anos teve alta da Unidade de Terapia Intensiva em 26 de agosto. Realizado 10 dias antes, o procedimento permitiu ao paciente responder a perguntas e a estímulos com o crânio aberto, durante a execução, com objetivo de mapear os locais que podiam ser tocados, a fim de não comprometer áreas importantes do sistema nervoso central.

Feita com recursos do SUS, procedimento custaria em torno de R$ 100 mil em hospitais particulares devido à alta complexidade

Feita com recursos do SUS, procedimento custaria em torno de R$ 100 mil em hospitais particulares devido à alta complexidade

A cirurgia teve início às 10h, durou oito horas e envolveu mais de 10 profissionais. De acordo com o neurocirurgião Imero Silva Couto, o tumor estava próximo à região da linguagem e da comunicação, de modo que foi preciso usar equipamentos de neuronavegação e neuroestimulação para preservar a fala e a consciência. “Com a estimulação, foi possível realizar os testes e mapear o cérebro para avaliar a extensão do tumor e retirá-lo sem comprometer as regiões sensíveis”, ressaltou.

Segundo o médico, depois da operação havia a probabilidade de uma reação que expunha a vida do paciente a sério risco em razão de um possível inchaço do cérebro, o que demandaria outros procedimentos delicados. Para Couto, que coordena a equipe de Neurocirurgia no HMID, a cirurgia foi bem-sucedida, já que o paciente saiu conversando do Centro Cirúrgico, sem apresentar qualquer alteração de comportamento, da fala ou outro sentido, além de ter superado reações pós-cirúrgicas mais sérias.

ALTA PRECISÃO

Segundo a anestesista que participou da cirurgia, Lívia Albergaria, a técnica é empregada em poucos lugares no mundo, porque utiliza equipamento de alta tecnologia e, pelo risco e precisão dos comandos, representa um desafio para toda a equipe. “Foi feita uma craniotomia (abertura do crânio) com o paciente em sedação. Quando o cirurgião avisou que iria iniciar os testes, retirei a medicação para que o paciente pudesse ser acordado e conversar conosco. Não sentiu dor em momento algum. Depois dos testes, o paciente foi novamente sedado e voltou a dormir. No final da cirurgia, o acordamos e ele conversou normalmente, sem nenhuma sequela, um resultado pós-cirúrgico que impressiona”, destacou.

Paciente de 44 anos teve alta da Unidade de Terapia Intensiva e se recupera bem

Paciente de 44 anos teve alta da Unidade de Terapia Intensiva e se recupera bem

Os testes linguísticos para verificação da normalidade da fala envolveram perguntas sobre o nome completo, contagem progressiva e regressiva de um a 10, cálculos simples compatíveis com o conhecimento do paciente, repetições de frases e reconhecimento de objetos como relógio, celular etc.

Ainda conforme a anestesista, nos momentos da neuroestimulação, que utiliza sinais elétricos, quando se percebia que o paciente não conseguia articular bem a fala, marcava-se os locais a serem preservados. “A preocupação foi retirar somente o tecido que continha a neoplasia e não afetar nenhum tecido sadio. O paciente ficou o tempo todo confortável e não sentiu dores. Usei medicações que garantiram um campo operatório ideal para que o neurocirurgião realizasse seu trabalho com sucesso”, completou Lívia Albergaria.

Pela alta complexidade, um procedimento semelhante na rede privada demandaria custo estimado em mais de R$ 100 mil. No entanto, o diretor técnico do Complexo Hospitalar, Dr. Airton Gomes, ressaltou que a cirurgia foi realizada exclusivamente com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). “Com uma equipe técnica altamente especializada, foi possível oferecer assistência de alto nível ao paciente, assegurando que houvesse mínimo ou nenhum risco de sequelas neurológicas”, salientou.

Após deixar a UTI, enquanto se recupera, o paciente aguarda os resultados do anatomopatológico do tumor, que é um exame de tecidos para que se saiba o tratamento adequado pós-cirurgia: somente radioterapia ou quimioterapia com radioterapia.

O procedimento contou também com a intervenção do neurocirurgião Marcelo Duva. A enfermeira Elizabeth Beatriz Passio Machado, coordenadora do Centro Cirúrgico, comandou os trabalhos das equipes de Enfermagem que participaram da inédita cirurgia no HMID.

Medicina ABC tem primeiro doutorado fruto de parceria com Angola

Postado por Eduardo Nascimento em 16/set/2016 -

O primeiro doutorado fruto da parceria entre a Faculdade de Medicina do ABC e o Governo de Angola acaba de ser defendido. Sob orientação do Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca, a pesquisadora angolana Maria Teresa André da Conceição Vicente foi aprovada em 9 de setembro com o trabalho “Análise dos índices dos serviços de saúde prestados e qualidade nos serviços públicos e privados de Angola”. Além do orientador, a banca examinadora foi composta pelos doutores Marcelo Rodrigues Bacci, Ligia Ajaime Azzalis, Flávia de Sousa Gehrke e Renata Almeida de Souza Aranha e Silva.

Dra. Maria Teresa Vicente e orientador Dr. Fernando Fonseca

Dra. Maria Teresa Vicente e orientador Dr. Fernando Fonseca

A pesquisa teve como objetivo avaliar os índices de qualidade na gestão de saúde de Angola a partir da comparação entre uma instituição hospitalar pública e outra privada. Ao todo foram entrevistados 142 pacientes. Os resultados apontaram 50% de avaliação positiva na instituição pública angolana contra somente 7% no hospital privado. “Apesar da metade dos entrevistados elogiarem a instituição pública, acredita-se que este fato pode ser explicado devido ao baixo poder aquisitivo da população de Angola, sendo difícil para quem só consegue usar o serviço público, comparar com algum serviço de melhor qualidade”, considerou Maria Teresa Vicente, que completa: “O desenho deste estudo não permite uma generalização das evidências encontradas. Mesmo com a metade dos respondentes satisfeitos, a instituição pública não mostrou ter maior eficiência técnica que a instituição particular”.

O início dos trabalhos dos alunos angolanos no doutorado da FMABC ocorreu em 2012. “Foi uma jornada bastante intensa e desgastante para os pesquisadores, mas também de grande aprendizado. Inicialmente eles vieram para o Brasil e permaneceram por cerca de seis meses para realizar todos os créditos obrigatórios. Depois, retornaram para Angola para desenvolver a pesquisa de campo, com viagens periódicas entre os dois países para acertar detalhes dos trabalhos”, descreve o orientador Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca, que é vice-diretor da Medicina ABC.

UMA DÉCADA DE PARCERIA

A parceria entre a FMABC e o Governo de Angola teve início em 2007, quando as disciplinas de Oftalmologia e Ortopedia enviaram equipes à Capital Luanda para treinamento e capacitação de médicos locais. A partir de então outras atividades e missões foram desenvolvidas, como a do curso de Enfermagem, que em 2011 viajou ao continente africano para ministrar capacitação profissional em instrumentação cirúrgica.

Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher de SBC já funciona em novo endereço

Postado por Eduardo Nascimento em 16/set/2016 -

A dona de casa Maria Ivanir de Lima, 74 anos, foi diagnosticada com osteopenia, que é a perda gradual de massa óssea, situação comum em mulheres que já enfrentaram a menopausa. Sem tratamento, o quadro pode evoluir rapidamente para osteoporose, doença que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas. Dona Ivanir, que mora na Pauliceia, é acompanhada pelos especialistas em climatério do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), realiza exames periódicos e tem seguido à risca as recomendações dadas pela equipe. “Continuo muito ativa, me alimento direitinho, tomo a medicação. O atendimento é excelente. Toda cidade deveria ter um serviço como o nosso. O Caism ajuda as mulheres a viverem melhor”, comentou.

Na nova sede do Caism, Rodolfo Strufaldi e Odete Gialdi

Na nova sede do Caism, Rodolfo Strufaldi e Odete Gialdi

Dona Ivanir era uma das usuárias presentes na manhã de 13 de setembro, na abertura da nova sede do Caism. A unidade funciona agora na Rua Brasil, 350, no bairro Rudge Ramos. “Está muito melhor nesse novo endereço. É mais fácil de chegar, vai facilitar a vida da gente”, avaliou. Durante 26 anos, o Caism atendeu na Rua Barão do Rio Branco, 45, no bairro Santa Terezinha, bem próximo da Avenida Prestes Maia.

A mudança já estava nos planos da Secretaria de Saúde, que procurava um local de mais fácil acesso para instalar o serviço. “O Caism é um braço importante do HMU (Hospital Municipal Universitário) e, por isso, desejávamos que estivesse mais perto fisicamente, já que muitas mulheres são atendidas nos dois serviços e há profissionais que também atuam em ambos. Isso já estava previsto dentro da ampliação e reorganização que fizemos em nossa rede”, explicou a secretária de Saúde de São Bernardo, Odete Gialdi, em visita à nova sede.

Odete destacou o papel importante do serviço para a cidade e agradeceu o compromisso e a dedicação dos trabalhadores do Caism. “A mudança de endereço é simbólica, porque nos possibilita rever também a nossa forma de cuidar e melhorar sempre. Isso tem acontecido em toda a rede. Com a parte estrutural estabilizada, estamos investindo na qualificação dos processos de trabalho. E é por isso, e não apenas pelas obras que realizamos, que a população reconhece os avanços na nossa Saúde”.

O Caism é referência para os casos de média e alta complexidade encaminhados pela Atenção Básica e oferece atendimento em 14 subespecialidades médicas ligadas à saúde feminina, como oncologia ginecológica, mastologia e reprodução humana. Em média, são realizados de 3.800 a 4.000 atendimentos ambulatoriais por mês, além de 300 biópsias e 200 pequenas cirurgias. O centro também abriga o Programa de Atenção à Violência e Abuso Sexual (Pavas).

O coordenador médico do Caism, Rodolfo Strufaldi, que atua no serviço desde a inauguração há 26 anos, ressaltou que a nova sede possibilitará atender às usuárias com mais conforto. “Temos mais espaço, o número de consultórios aumentou de 18 para 23, o que beneficia também os nossos 60 trabalhadores. É um momento importante para a história do serviço, uma conquista”, afirmou.

Em 26 anos de atividades, o Caism já atendeu cerca de 160 mil mulheres. Os encaminhamentos são feitos pelas 34 Unidades Básicas de Saúde do município. O centro funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidades da Fundação do ABC terão manual de padronização para a área de Enfermagem

Postado por Eduardo Nascimento em 09/set/2016 -

A Diretoria de Qualidade da Fundação do ABC programou para 16 de setembro o terceiro encontro entre representantes da área de enfermagem de todas as unidades mantidas pela FUABC. O objetivo da reunião é dar continuidade aos trabalhos para criação de um manual de procedimento operacional padrão (POP) para o serviço de enfermagem da FUABC.

A professora do curso de Enfermagem da FMABC, Simone de Oliveira Camillo

A professora do curso de Enfermagem da FMABC, Simone de Oliveira Camillo

No segundo encontro, em 4 de agosto, o curso de Enfermagem da Faculdade de Medicina do ABC apresentou o manual recém-criado para o Ambulatório de Especialidades do campus universitário. Trata-se de documento baseado na literatura científica e em outros protocolos, desenvolvido com participação direta da equipe de enfermagem que atua no ambulatório e que leva em consideração as opiniões, sugestões e a realidade do dia a dia de quem está à frente da assistência à população.

O objetivo da Fundação do ABC é utilizar o manual da FMABC como base e ampliá-lo, a fim de que se torne abrangente a todas as unidades mantidas da FUABC. “O manual que desenvolvemos retrata o padrão da enfermagem da Faculdade de Medicina do ABC. São 41 POPs, que foram discutidos exaustivamente pelas docentes, alunos de graduação e pela equipe de enfermagem do ambulatório. Essa participação efetiva de quem está na ponta do serviço foi fundamental, pois permitiu criar um manual em sintonia com a realidade do atendimento, o que favorece a aplicação na prática ao invés de ficar dentro de uma gaveta”, garante a professora do curso de Enfermagem da FMABC, Simone de Oliveira Camillo, que acrescenta: “Hoje temos um manual de enfermagem específico, que atende às necessidades do ambulatório da faculdade. A ideia agora é dar continuidade a esse trabalho, definindo POPs que sejam referenciais para todas as unidades mantidas pela FUABC e para o curso de Enfermagem”, afirma a docente, ressaltando a importância da educação permanente dos colaboradores e da revisão periódica dos POPs, a fim de acompanhar os avanços científicos na área da saúde e de manter o manual sempre atualizado.

Gerente assistencial da Diretoria Executiva de Qualidade da FUABC, Elizabeth Mendes Paulo

Gerente assistencial da Diretoria Executiva de Qualidade da FUABC, Elizabeth Mendes Paulo

Gerente assistencial da Diretoria Executiva de Qualidade da FUABC, Elizabeth Mendes Paulo destaca a importância da participação do curso de Enfermagem no processo de elaboração de um manual geral: “Faremos levantamento de todos os protocolos em andamento e das necessidades de cada unidade de saúde para municiar o curso de Enfermagem. A metodologia será a mesma utilizada pela faculdade, pela qual os coordenadores dos serviços de enfermagem contribuirão com seu conhecimento e experiências na execução dos protocolos. Os professores da faculdade terão papel fundamental no desenvolvimento do manual da Fundação do ABC, ao participarem das discussões e decisões, no refinamento e padronização de um modelo único, que englobe questões gerais e também pontuais, segundo necessidades específicas de cada unidade mantida pela FUABC”.

PADRONIZAÇÃO EM FOCO

O manual de procedimento operacional padrão de técnicas de enfermagem da Fundação do ABC será amplo e contará com a colaboração de profissionais de todas as unidades. “Identificamos que as unidades mantidas pela FUABC possuem manuais instituídos, mas que não são discutidos ou compartilhados com outros serviços”, revela Elizabeth Mendes Paulo, que planeja: “Queremos um manual único e abrangente, que qualifique a assistência de enfermagem e sirva de instrumento para acompanharmos de perto se o atendimento está sendo realizado conforme as orientações pré-definidas. Além disso, teremos subsídios para propor treinamentos e capacitações pontuais, de acordo com necessidades específicas identificadas”.

Para a professora Simone Camillo, desenvolver o manual é “olhar a realidade, o contexto e as condições disponíveis”. Para que o trabalho tenha sucesso e os POPs sejam, de fato, aplicados, a docente explica que é necessário promover treinamentos e orientações, pois “a educação continuada é fundamental nesse processo”.

A coordenadora do curso de Enfermagem da FMABC, Rosangela Filipini, ratifica: “Os procedimentos vão ao encontro da essência de nossa profissão, que é a de cuidar. Temos que começar por aí, ressaltando e resgatando essa essência, para que as equipes de enfermagem se sintam valorizadas”, afirma Filipini, que revela: “Já tínhamos a ideia de escrever um livro de diretrizes para o curso de Enfermagem. A necessidade da Fundação do ABC de desenvolver um manual de procedimento operacional padrão para a enfermagem amplia nosso horizonte e será ótimo envolver o curso, os docentes e os alunos em um desafio tão complexo, amplo e importante”.

A apresentação do manual de enfermagem do Ambulatório de Especialidades da FMABC contou com participação da chefe técnica da Subseção Santo André do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), Sheila Aparecida Lhobrigat Tetamanti, que apoiou a iniciativa da Fundação do ABC e ratificou a importância da implantação de protocolos institucionais, visando sempre a qualificação do trabalho das equipes de enfermagem.