Postado por Eduardo Nascimento em 07/jan/2022 -

Cassia Silva e Souza é especializada em Psicologia Positiva, com MBA em Gestão e Desenvolvimento Humano
Cerca de 180 colaboradores da Fundação do ABC participaram nesta semana de treinamento sobre comunicação interpessoal no ambiente de trabalho. Organizada pelo Departamento de Recursos Humanos, por meio da Universidade Corporativa da FUABC, a capacitação esteve sob responsabilidade da psicóloga Cassia Silva e Souza, que é especializada em Psicologia Positiva, com MBA em Gestão e Desenvolvimento Humano.
O treinamento comportamental foi ministrado em três turmas ao longo do dia 5 de janeiro, todas compostas por funcionários das sedes administrativas da FUABC e da Central de Convênios. Além da importância da comunicação interpessoal assertiva, também foram abordados temas como o impacto das informações divulgadas no dia a dia das empresas, a importância da comunicação eficiente entre os setores e os problemas causados pela disseminação de boatos e “fake news”.
“É preciso muita atenção com as informações que chegam, com a forma como elas chegam e com possíveis distorções. Todos nós somos influenciados pela nossa interpretação de mundo. Por isso, é importante confirmar a veracidade dos fatos e buscar informações de fontes confiáveis, especialmente no ambiente corporativo”, alertou Cassia Silva e Souza.
Segundo dados passados pela psicóloga, 60% dos problemas administrativos resultam da ineficiência da comunicação e 47% dos profissionais brasileiros estão insatisfeitos com a qualidade da comunicação no ambiente de trabalho. “Boataria gera mal-estar entre a equipe, baixa a produtividade e quebra a confiança entre empresa e funcionários”, afirmou a palestrante, ao passar dicas para “desestimular a fofoca sem perder o amigo”. São elas: “Questione a fonte da informação; pergunte a razão daquela informação afetar a pessoa que está disseminando; tente não ouvir; se ouvir, não dê ‘ibope’, não repasse ou revele; não se omita”.
No encerramento do evento, Cassia Silva e Souza sugeriu um exercício individual para que, antes de transmitir uma determinada informação, cada um passe essa informação pelo que chamou de “três peneiras”. Resumiu a palestrante: “Avalie a informação na peneira da verdade, ou seja, se é realmente confiável. Depois passe pela peneira da bondade, para saber se não fará nenhum mal. Por fim, utilize a peneira da utilidade, para ter certeza de que aquele conteúdo faz diferença”.
Postado por Eduardo Nascimento em 07/jan/2022 -
Para atender a uma demanda reprimida, a Prefeitura de Mauá comprou 5 mil mamografias e começou a oferecer o exame, pela primeira vez, no Hospital Nardini, no fim do ano passado. No primeiro mês em que o serviço foi disponibilizado foram atendidas 316 mulheres, cerca de 26 por dia.
O exame, somente para pacientes agendadas, é realizado de segunda a sábado, das 7h às 18h. Em janeiro de 2021 havia fila de 8 mil pessoas.
A iniciativa facilitou a vida das munícipes que necessitavam do serviço e tinham de fazê-lo em outras cidades. Antes da instalação do mamógrafo, elas passavam por consulta com médico da UBS (Unidade Básica de Saúde) e eram encaminhadas para serviços de referência estaduais.
PREVENÇÃO
Entre os tipos de câncer, o tumor de mama é o mais comum entre as mulheres brasileiras. A principal via de prevenção é a mamografia, uma radiografia das mamas capaz de visualizar pequenas alterações que permitem descobrir o câncer em fase inicial. Além disso, o surgimento de um caroço no seio, seguido ou não de dor, deve chamar a atenção da mulher para a necessidade de buscar orientação médica. A pele da região pode ficar com o aspecto de casca de laranja e podem aparecer ínguas embaixo dos braços. Mas, nem todo caroço é sinal de um câncer de mama. Por isso é fundamental consultar um médico.
A verificação, feita pela própria mulher, apalpando os seios, ajuda no conhecimento do corpo. Porém, não substitui a investigação clínica. Caso a pessoa observe alguma alteração é recomendável procurar imediatamente o serviço de saúde.
Segundo o Ministério da Saúde, a mamografia é indicada uma vez a cada dois anos em mulheres entre 50 e 69 anos. Nos casos de pacientes com casos de câncer de mama na família, o médico pode pedir o exame mais cedo e com maior frequência.
Postado por Maíra Oliveira em 29/dez/2021 -

Nove unidades de saúde gerenciadas pela Fundação do ABC conquistaram este ano os certificados de reconhecimento pela participação no Ciclo 2020/2021 dos desafios sustentáveis preconizados pelo Projeto Hospitais Saudáveis (PHS), vinculado à Rede Global de Hospitais Verdes e Saudáveis (RGHVS).
Anualmente, desde 2014, as instituições membros do PHS e da RGHVS são reconhecidas pela participação em todas as etapas e conclusão do envio de indicadores referentes ao ‘Desafio a Saúde pelo Clima’ e do ‘Desafio Resíduos de Serviços de Saúde’. A partir de 2021 também foram reconhecidas as participações nos ‘Desafio Energia’ e no ‘Desafio Compras Sustentáveis’.
Respectivamente, os desafios incentivam o setor de saúde brasileiro a aprimorar práticas de gestão de resíduos de serviços de saúde, com foco na ampliação da reciclagem e segregação; estimulam a redução progressiva de emissões de gases de efeito estufa; intensificam ações de eficiência energética e incremento do uso de energia renovável; e mobilizam organizações de saúde a adotarem políticas de compras sustentáveis alinhadas à defesa da saúde pública, com estímulo ao consumo de produtos e serviços menos lesivos ao meio ambiente.
DESAFIOS
Cumpriram o ‘Desafio Resíduos de Serviços de Saúde’ as unidades da FUABC: AME Mauá; AME Itapevi; Hospital Estadual Mário Covas e Centro Universitário FMABC, ambos em Santo André; Instituto de Infectologia Emílio Ribas II do Guarujá; Hospital Nardini de Mauá; UPA São João e Pronto Atendimento Maria Dirce, em Guarulhos; e o Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário do Estado de São Paulo (CHSP).
Foram certificadas no ‘Desafio a Saúde pelo Clima’ as unidades: AME Mauá, AME Itapevi, Instituto de Infectologia Emílio Ribas II do Guarujá, Hospital Nardini de Mauá e o CHSP. O Nardini também foi reconhecido por cumprir as metas do ‘Desafio Energia’.
Postado por Maíra Oliveira em 28/dez/2021 -
A Fundação do ABC encerra 2021 no ranking das maiores organizações do País. Divulgada no segundo semestre, edição do ranking “Valor 1000”, do jornal Valor Econômico, listou as 1.000 maiores empresas do País e classificou a Fundação do ABC em 264° lugar. Ao filtrar o ranking por categorias, a instituição do ABC é a 7ª maior do País em sua área de atuação, a de “Serviços Médicos”.
Outra publicação recente é o Anuário 360° da Revista Época Negócios, que reúne as 500 maiores empresas do Brasil. Conforme levantamento do periódico, a FUABC ocupa a 266ª posição no ranking nacional e está em 14º lugar entre as maiores de sua categoria, a “Saúde”.
CRESCIMENTO
Não é de hoje que a Fundação do ABC se destaca em seu segmento. Em 2020, por exemplo, a entidade integrou a edição especial “Melhores & Maiores” da Revista Exame, que reconhece o sucesso das empresas que movimentam os mais importantes setores da economia nacional. Entre as 500 empresas listadas, a Fundação do ABC ocupava a 345ª colocação. Em seu segmento, de “Serviços de Saúde”, foi considerada a 17ª maior empresa do País.
Também em 2020, a FUABC estava em 300° lugar no ranking “Valor 1000” e ocupava a posição de 9ª maior do País na área de “Serviços Médicos” – o que demonstra o grau de avanço da instituição na comparação com o levantamento do Valor Econômico divulgado em 2021.
REFERÊNCIA
A Fundação do ABC foi criada em 1967 pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, com objetivo de implantar uma faculdade de medicina na região do ABC Paulista. Deu certo! Em 1969, surgia a Faculdade de Medicina do ABC – hoje Centro Universitário FMABC, uma referência nacional em ensino, pesquisa, extensão e assistência.
Caracterizada como pessoa jurídica de direito privado, qualificada como Organização Social de Saúde e entidade filantrópica de assistência social, saúde e educação, a Fundação do ABC é declarada instituição de Utilidade Pública nos âmbitos federal e estadual e na cidade-sede de Santo André. Em 2007 foi reconhecida como Entidade Benemérita pelas Câmaras de Vereadores de São Bernardo e São Caetano e, em 2009, pela Câmara de Santo André.
Ao longo dos anos, a FUABC foi se consolidando cada vez mais como parceira estratégica de municípios e do Governo do Estado de São Paulo para a gestão de equipamentos públicos de saúde, primando pela qualidade no atendimento, alta resolutividade e humanização. Com mais de 50 anos de tradição, hoje está presente em unidades de saúde instaladas em Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá, Diadema, Guarulhos, Itatiba, Itapevi, Sorocaba, São Paulo (Capital) e Mogi das Cruzes, além de Praia Grande, Santos e Guarujá.
A entidade conta com mais de 26 mil funcionários diretos e orçamento anual de R$ 2,9 bilhões. Responde pela gestão de 18 hospitais e 6 Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), além do Centro Universitário FMABC e de uma Central de Convênios, que está à frente de dezenas de unidades nas áreas de Atenção Básica, Saúde Mental, Urgência e Emergência, entre outras.
Anualmente, a rede de saúde da Fundação do ABC realiza mais de 5 milhões de consultas e atendimentos, além de 68 mil cirurgias, 83,5 mil internações e 12,6 milhões de exames e procedimentos.
Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -
Principal polo de atendimento da Covid-19 no Alto Tietê, o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes agora também é referência para o rastreamento da Ômicron. Pessoas com histórico de deslocamento ou contato com alguém que veio do continente africano, e sintomas do novo coronavírus, devem procurar o Pronto Atendimento 24 horas. O endereço é Rua Guttermann, nº 577, em Braz Cubas.
As amostras dos casos suspeitos são encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, para sequenciamento e identificação da nova cepa. De acordo com o protocolo do Governo do Estado, devem ser coletadas amostras de passageiros e/ou aqueles que apresentarem “Termo de Controle de Saúde do Viajante da ANVISA” com histórico de deslocamento para África do Sul e demais países com transmissão sustentada de Covid-19 pela variante Ômicron, nos últimos 14 dias.
A coleta do material para análise (RT-PCR) deverá ocorrer entre o quinto e sexto dia após o desembarque para detecção precoce de casos. E, seja qual for o resultado, o paciente será orientado pelo isolamento social por 14 dias.
ROTINA
Os mogianos que apresentarem sintomas da Covid-19 sem histórico de deslocamento para o continente africano ou contato com alguém nessa situação podem continuar buscando atendimento nas unidades de referência ou UPAs 24 horas, dentro da rotina.
Todas as unidades de referência realizam uma triagem inicial e classificação de risco pelo enfermeiro, com objetivo de verificar os principais sintomas e sinais como pressão arterial, temperatura e oxigenação. Os principais sintomas do Covid-19 são febre, dor de cabeça, dor no corpo, coriza e falta de ar.
Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -
A equipe do Polo de Atenção Intensiva (PAI) em Saúde Mental da Baixada Santista desenvolveu trabalho que foca na redução do risco de morte súbita cardíaca provocada por medicações em pacientes internados. O projeto foi baseado na análise do “Intervalo QT”, que é a medida feita em um eletrocardiograma (ECG) usado para avaliar algumas das propriedades elétricas do coração.
Dos 193 pacientes analisados, 10,8% apresentavam Intervalo QT superior a 500ms, tendo potencial para apresentarem Torsades de Pointes, uma arritmia potencialmente letal. A unidade, então, implantou um protocolo, um algoritmo e contratou um serviço que lauda os ECGs, fazendo a medição do intervalo QT pelo valor de R$ 8,00 a unidade, o que é muito pouco em se tratando de uma ação preventiva para um risco de morte súbita cardíaca.
Pelo protocolo, na admissão são realizados um ECG e exames laboratoriais e são avaliados os seguintes fatores de risco: a) sexo feminino e idade superior a 60 anos; b) condições médicas, tais como: uso de drogas ilícitas há menos de 48 horas, dependência de álcool e tabagismo, hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes, obesidade, histórico de doença cardíaca, renal ou hepática; c) uso de substâncias que aumentem o intervalo QT; d) uso de fármacos que causem hipopotassemia; e) tratamento com medicamentos que podem causar bradicardia; f) histórico familiar de QT longo ou QT longo congênito; e g) cardioversão recente.
O resultado do trabalho provocou mudanças nas medicações aos pacientes monitorados, bem como a prescrição de fármacos que não produzem alterações do Intervalo QT. Os pacientes, portanto, passaram a ser medicados com maior segurança e menor risco. Valores de QTs iguais ou superiores a 500ms, por exemplo, implicam na suspensão imediata da medicação em uso.
A iniciativa foi inscrita na primeira edição do concurso do Programa Feito pela Gente, da Fundação do ABC, e conquistou a terceira colocação.
Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -
Nos últimos anos as políticas públicas de saúde têm enfrentado desafios por conta das mudanças demográficas da sociedade brasileira. Com a pandemia, esse quadro se agravou. O adoecimento pela Covid-19 somado ao envelhecimento populacional e acometimento das doenças crônicas contribuem para o desafio de zelar e cuidar da saúde da população de forma equânime e sustentável. No contexto do adoecimento e da internação prolongados, os hospitais vivenciam a rotina de gerir leitos com doentes que exigem longa permanência.
Considerando este cenário, as equipes do Hospital Estadual Mário Covas estruturaram uma pesquisa qualitativa e quantitativa para monitorar as altas de 71 pacientes que exigiam maior complexidade de cuidados. O período de observação foi entre janeiro e agosto de 2021. Em geral, os pacientes selecionados para o projeto estavam em programação de alta ou em uso/desmame de dispositivos, como: ostomia, sonda, oxigenioterapia, traqueostomia, fístula ou lesões de pele, além de acamados. O contato para a entrevista deu-se via telefone após 15 dias da data da alta hospitalar. Na ocasião foram fornecidas aos pacientes e cuidadores orientações individualizadas e adequadas às necessidades específicas.
No início do projeto, 20% dos cuidadores ou pacientes afirmavam ter recebido orientações efetivas sobre os cuidados e limitações no pós-alta. Esse índice saltou para 78% após o período de observação. As dúvidas relacionadas à administração das medicações prescritas no ato da alta hospitalar levaram a equipe a elaborar um plano de ação junto ao setor de Farmácia para garantir orientações mais assertivas. A unidade utilizou o índice Net Promoter Score (NPS), metodologia reconhecida internacionalmente, que possibilita realizar uma pesquisa de satisfação dos usuários e obter um “termômetro” da percepção dos usuários perante os serviços ou determinado projeto. No caso do Hospital Mário Covas, a unidade iniciou o trabalho na “Zona Crítica”, com pontuação entre -100 a 0, e migrou para a “Zona de Perfeição”, que oscila entre 76 e 100, mantendo uma média positiva.
A iniciativa foi inscrita na primeira edição do concurso do Programa Feito pela Gente e conquistou a segunda colocação.
Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Espaço humanizado oferece conforto e privacidade aos familiares dos pacientes
A primeira colocação no concurso 2021 do Programa Feito Pela Gente, da FUABC, ficou com projeto desenvolvido no Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília. Vocacionada ao atendimento de casos de Covid-19, a unidade precisou adaptar a estrutura e o atendimento às famílias que perderam seus entes queridos durante a pandemia. Com isso, muitas alterações de rotina foram promovidas nas instituições de saúde. Um dos aspectos mais relevantes, que faz parte do dia a dia de profissionais de saúde e familiares, é a convivência inesperada, intensa e contínua com a morte. O fato propiciou às equipes da unidade novas estratégias de humanização e acolhimento, alinhadas à segurança sanitária necessária para que familiares não fossem expostos aos riscos de contaminação pela doença. Desta forma, nasceu o projeto “Sala do Adeus”, um espaço exclusivo para atendimento de familiares que perderam seus pacientes em razão da Covid-19.
A unidade montou dentro do morgue uma saleta isolada com ampla janela de vidro blindado e fechada com persiana, faceando com a “Sala do Adeus”, onde ficam os familiares. Na prática, o acolhimento das famílias para o comunicado do óbito se faz por meio da equipe multiprofissional composta por médico, psicóloga e assistente social. Ao chegarem ao hospital, os familiares são direcionados ao espaço, onde são recebidos pelo médico e informados sobre a causa morte. Em seguida, a psicóloga realiza o acolhimento e oferta escuta e apoio emocional aos familiares. Quando a psicóloga percebe que os familiares estão mais estáveis emocionalmente, a mesma os convida para a despedida ofertando a possibilidade do reconhecimento. Um dos principais diferenciais do serviço foi justamente proporcionar essa íntima e silenciosa despedida aos familiares, uma vez que as visitas presenciais durante a internação estavam suspensas em praticamente todos os serviços destinados ao atendimento de casos de Covid-19.
Os familiares também recebem todas as orientações da equipe de Serviço Social quanto aos trâmites funerários. O trabalho traz o relato, inclusive, de três experiências com familiares de vítimas da doença que marcaram positivamente os profissionais envolvidos no atendimento.
Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Colaboradores do Hospital Nardini em evento sobre a campanha
O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Nardini, em Mauá, promoveu palestras de sensibilização referentes à campanha Dezembro Vermelho, alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, celebrado em 1º de dezembro. A ação foi realizada no auditório da unidade, e também de forma itinerante, nos dias 3 e 6 de dezembro, sob coordenação do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) da unidade.
As atividades, conduzidas pela infectologista da SCIH, Dra. Fabíola Assis Ribeiro, envolveram 79 participantes e foram organizadas pelo enfermeiro do setor, Michel Faria Barros, especialista em SCIH.
A campanha Dezembro Vermelho, instituída pela Lei nº 13.504/2017, marca uma grande mobilização nacional na luta contra o vírus HIV, a Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), chamando a atenção para a prevenção, a assistência e a proteção dos direitos das pessoas infectadas pelo HIV.

Decoração na ESF Nações, em Itatiba
ITATIBA
As 13 unidades de saúde de Itatiba, no interior de São Paulo, gerenciadas pela FUABC, realizaram palestras e discussões com a população sobre a conscientização do HIV/AIDS no dia 1º de dezembro. Na unidade de Estratégia de Saúde da Família (ESF) San Francisco 1, as dentistas Natália Buzolli e Ligia Cremonesi, e a auxiliar de saúde bucal Angela Nery Cesar, prepararam um evento para todos os pacientes da unidade. Foram oferecidos preservativos, kits de higiene e orientações sobre HIV/AIDS, Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PREP) e Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP).
DADOS
O Dia Mundial da Luta Contra a AIDS foi criado com intuito de reduzir o preconceito contra a doença. Apesar da maior parte da população ter conhecimento sobre a forma de transmissão, a desinformação ainda gera discriminação contra os portadores. Por isso, a campanha ‘Dezembro Vermelho’ chama atenção para a doença infecciosa transmitida pelo vírus HIV. Conforme dados do Ministério da Saúde, 694 mil pessoas estão em tratamento no Brasil. Somente em 2021, 45 mil novos pacientes iniciaram a terapia antirretroviral. Com isso, o tratamento já chega a 81% das pessoas diagnosticadas com HIV em todo o País. Além disso, 92% das pessoas em tratamento já atingiram o estágio de estarem indetectáveis, ou seja, não transmitem o vírus e conseguem manter a qualidade de vida sem manifestar os sintomas da AIDS.
Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

O prefeito de Mauá, Marcelo Oliveira, e a diretora-geral do hospital, Dra. Adlin Savino Veduato – Foto: Divulgação/PMM
Pela primeira vez, a cidade de Mauá realiza exames de mamografia no Hospital Nardini. Os atendimentos às pacientes começaram no dia 15 de dezembro, mediante agendamento prévio, dois dias após a instalação do aparelho na unidade. O exame de mamografia é o mais utilizado para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Até o fim do ano a previsão é de realizar, pelo menos, 464 mamografias.
Em janeiro, 8 mil mulheres aguardavam pelo exame no município. Atualmente, há pouco mais de 5 mil por conta da atualização da fila. A Prefeitura assinou neste mês contrato que garante a realização de 5 mil mamografias. Os agendamentos das pacientes que esperavam pelo serviço – algumas delas desde 2020 – começaram a ser realizados em 3 de dezembro.
“É um momento de muita felicidade, uma alegria dupla. Primeiro por ser diretora do hospital que é referência para tantos pacientes, e segundo por ser mulher. É um anseio antigo da população feminina de Mauá. Uma conquista imensurável para as mulheres da cidade. Agradecemos o empenho da Prefeitura e pelo cumprimento da promessa de trazer o equipamento ao nosso hospital. Algo que parecia distante, mas que hoje é realidade”, celebra a diretora-geral do Nardini, Dra. Adlin Savino Veduato.
O acordo foi firmado graças a emenda parlamentar federal de 2021, que destinou R$ 770 mil para a saúde do município, dos quais R$ 275 mil servirão para custear os exames. A previsão é de 30 mamografias por dia – ou 720 mensais.
Antes, as pacientes que necessitavam de mamografia na cidade passavam com o médico da UBS (Unidade Básica de Saúde) e tinham os dados inseridos no SISREG (Sistema de Regulação), que as encaminhava para os serviços de referência estaduais.
A DOENÇA
O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre as mulheres brasileiras. Pode ser percebido a partir de um caroço no seio, seguido ou não de dor.
O Ministério da Saúde recomenda que as mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Em pacientes com histórico de casos de câncer de mama na família, o médico pode pedir o exame, independentemente da idade e em intervalos mais frequentes.
A verificação realizada em casa, apalpando os seios, ajuda no conhecimento do corpo, mas não substitui a investigação clínica. Se for observada alguma alteração, a paciente deve procurar o serviço de saúde.