Hospital Anchieta amplia atendimento oncológico em São Bernardo

Postado por Eduardo Nascimento em 28/nov/2014 -

O Hospital Anchieta (HA) ampliou a atenção a pacientes com câncer e tornou mais rápido o acesso a consultas e ao tratamento quimioterápico. Assim, o hospital dá mais um passo para consolidar seu perfil assistencial em oncologia, conforme prevê o Plano Diretor Hospitalar do município.

Os esforços foram possíveis após a abertura do Hospital de Clínicas Municipal (HC), que ampliou os serviços antes realizados pelo Anchieta em ortopedia e otorrinolaringologia.

Com a reorganização dos consultórios, a capacidade de atendimento em quimioterapia aumentou 50%. A Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia), que contava com dez poltronas, passou a oferecer 15 assentos e uma sala a mais para usuários que necessitam da medicação. Com isso, o serviço que podia realizar até 500 sessões por mês agora tem estrutura para até 750 aplicações.

O hospital já sentiu os efeitos da mudança, implementada em julho. Em média, no primeiro semestre, foram realizadas, por mês, 470 sessões de quimioterapia. Em agosto, após a ampliação, foram 590 atendimentos; em setembro, 578.

 A estrutura disponível para tratamento é suficiente para atender todos os casos de câncer da cidade, exceto os hematológicos e infantis. Para suprir a demanda, a equipe foi reforçada com a contratação de um médico, e agora o Anchieta conta com dez oncologistas.

Primeiro atendimento

Com a ampliação da capacidade de atendimento dos pacientes com câncer, São Bernardo cumpre a portaria 1.220 do Ministério da Saúde, em vigor desde a data de sua publicação, 3 de junho de 2014, que determina regras e prazos para assistência oncológica. Pela norma, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem até 60 dias para iniciar o tratamento – cirúrgico, medicamentoso ou radioterápico -, a contar a partir da emissão de laudo com o diagnóstico da doença.

Para garantir o cumprimento da norma, o Complexo Regulador Municipal controla todos os casos de câncer do município, e encaminha os laudos para os médicos da Atenção Especializada que solicitaram a biópsia. Estes, por sua vez, ficam responsáveis por indicar cirurgia ou encaminhar para radio ou quimioterapia no Anchieta.

Na Unacon, os pedidos para tratamento medicamentoso são avaliados pelo oncologista, numa espécie de triagem, sem a necessidade da presença do paciente, o que agiliza a resolutividade. Em seguida, consulta com outro oncologista especializado é marcada e o tratamento, iniciado.

Fundação do ABC amplia parceria com Governo do Estado e assume novos hospitais

Postado por Eduardo Nascimento em 21/nov/2014 -

A Fundação do ABC acaba de ampliar a parceria com o Governo do Estado de São Paulo e desde 20 de novembro responde pela gestão de dois novos hospitais: o Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário (CHSP) e o Hospital Estadual de Francisco Morato “Prof. Carlos da Silva Lacaz”. Tanto as áreas clínicas quanto administrativas estão sob responsabilidade da FUABC, em contrato firmado no modelo de Organização Social de Saúde (OSS). Agora são seis unidades estaduais mantidas pela FUABC: Hospital Estadual Mário Covas de Santo André, Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Santo André, de Mauá e de Praia Grande, e Instituto de Infectologia Emílio Ribas II do Guarujá, além dos convênios recém-iniciados em Francisco Morato e no CHSP.

O Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário – antigo Centro de Observação Criminológica (COC) – é diferente da maioria dos hospitais brasileiros, pois tem como foco a atenção aos pacientes do sistema prisional do Estado de São Paulo. Vinculado à Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), o equipamento foi transferido para a Secretaria de Estado da Saúde em 2009, que responde pela gestão hospitalar. A gestão de segurança continua a cargo da SAP.

Localizada no Carandiru, na Zona Norte da capital paulista, a unidade reponde por 100% da demanda de saúde do sistema carcerário de São Paulo. “O CHSP ficava dentro do complexo da Casa de Detenção do Carandiru, presídio mais conhecido de São Paulo, que foi demolido e deu lugar ao Parque da Juventude. É com a área verde ao lado que o hospital trabalha para recuperar a saúde dos presos paulistas”, descreve o diretor executivo de Qualidade da Fundação do ABC, Dr. Murilo Dib, que acrescenta: “É um novo e importante desafio, no qual equipes de saúde e agentes penitenciários dividem corredores e trabalham em sintonia. Os profissionais da FUABC não têm acesso à ficha criminal dos pacientes, documento que especifica o delito cometido e o tempo de reclusão. Trata-se de medida que incentiva a humanização do atendimento e faz parte do esforço para que todos sejam tratados igualmente e sem preconceito”.

Considerado referência nacional no atendimento de Infectologia, Cirurgia, Psiquiatria e de Saúde da Mulher, o Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário conta com 375 leitos distribuídos em quatro alas de internação, cada uma com dois andares. São três alas com 91 leitos cada e uma ala com 90 leitos, além de unidade semi-intensiva com 12 leitos. O centro cirúrgico reúne duas salas. “É um hospital de médio porte, focado na atenção primária e secundária. Hoje temos 251 leitos em operação. Os 124 restantes correspondem ao antigo alojamento conjunto pós-parto, hoje desativado”, explica Dr. Murilo Dib.

Há divisão entre as alas masculinas e femininas adultas e as especialidades médicas disponíveis são: Clínica Cirúrgica – com destaque para as áreas de Cirurgia Vascular, Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica –, Anestesia, Tisiologia, Ortopedia, Clínica Psiquiátrica e Clínica Médica – cujo foco principal é a Infectologia, devido ao grande número de pacientes portadores do vírus HIV e de tuberculose.

No campo diagnóstico estão disponíveis Laboratório de Análises Clínicas, radiologia, ultrassonografia, colonoscopia e endoscopia. Além das internações, o hospital possui ambulatórios para atendimento da população carcerária e serviços internos de Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Nutrição e Odontologia.

Francisco Morato

Inaugurado em 2004 como referência para a área de Obstetrícia, o Hospital Estadual de Francisco Morato “Prof. Carlos da Silva Lacaz” conta hoje com 109 leitos, dos quais 29 são destinados às UTIs adulto, infantil e neonatal. A unidade tem por finalidade a prestação de assistência médica-hospitalar em regime de emergência e internação nas áreas de Clínica Médica, Cirurgia, Obstetrícia, Pediatria e Terapia Intensiva, visando à promoção da saúde, tratamento e reabilitação da população da região composta por Franco da Rocha, Caieiras, Cajamar e Mairiporã, além de Francisco Morato.

“O hospital foi planejado para complementar a rede de saúde da microrregião de Franco da Rocha. Estão disponíveis atendimentos terciários e referenciados em obstetrícia de alto risco e cirurgias de emergências para todos municípios da região”, detalha o diretor executivo de Qualidade da Fundação do ABC, Dr. Murilo Dib.

Segundo o novo superintendente da unidade, o ginecologista Dr. Alessandro Neves, praticamente 100% da equipe foi mantida na transição entre a antiga gestão, da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, e a nova, da FUABC. “O clima nesse início de trabalho é muito bom. Avisamos todos os funcionários sobre a chegada da Fundação do ABC e de nossa intenção em contar com a permanência da equipe. Explicamos a metodologia de trabalho e fomos extremamente bem recebidos pelos colaboradores. Estamos bastante animados com esse novo desafio”, garante o superintendente.

Contando Francisco Morato e o Centro Hospitalar Penitenciário, a Fundação do ABC passa a contar com quase 1.000 novos funcionários diretos no quadro de colaboradores. O Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário fica na Rua Dom José Maurício, 15, Bairro Carandiru (SP). Já o Hospital Estadual de Francisco Morato “Prof. Carlos da Silva Lacaz” tem sede na Rodovia Manoel Silvério Pinto, 125, Bairro Estação Belém.

Estudo da Medicina ABC terá tratamento gratuito para pacientes com linfoma folicular

Postado por Eduardo Nascimento em 21/nov/2014 -

O Centro de Estudos e Pesquisas de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC (CEPHO-FMABC) está com inscrições abertas para novo estudo na área de linfoma folicular – um tipo de câncer sanguíneo que atinge o sistema linfático e provoca aparecimento de gânglios em várias partes do corpo, como nas axilas e regiões cervical e inguinal. O tratamento – que na rede particular pode chegar a R$ 15 mil por mês – é totalmente gratuito, incluindo as medicações, consultas e exames necessários. Interessados passarão por triagem para verificar o enquadramento nos critérios da pesquisa. Podem se candidatar homens e mulheres maiores de 18 anos com diagnóstico confirmado da doença e sem tratamento prévio.

Os linfomas foliculares representam de 20% a 25% do total de casos dos chamados linfomas não-Hodgkin, que atacam os gânglios linfáticos. São órgãos que atuam nas defesas naturais do organismo e que, quando doentes, deixam o paciente mais vulnerável a doenças oportunistas. “Os gânglios incham e podem causar sintomas como febre e sudorese noturna excessiva. Na Europa são aproximadamente 16.500 novos casos de linfoma folicular por ano. Porém, a sobrevida média desses pacientes tem melhorado para mais de 10 anos, principalmente a partir da utilização do medicamento biológico MabThera® (rituximabe anticorpo anti-CD20)”, explicam as coordenadoras de Pesquisa Clínica do CEPHO-FMABC, Andressa Sayuri Tamashiro e Mariana Dias.

Apesar da eficácia comprovada do MabThera®, cujo tratamento ocorre paralelamente à quimioterapia, o custo elevado da terapia e a dificuldade para conseguir a medicação muitas vezes obstruem o acesso dos pacientes.

Tratamento biossimilar como alternativa

O estudo da Faculdade de Medicina do ABC buscará comparar um medicamento biológico similar (biossimilar) ao MabThera®/rituximabe, a fim de comprovar sua eficácia no tratamento do linfoma folicular. Serão dois grupos de pacientes: um receberá MabThera e quimioterapia, enquanto o outro será tratado com biossimilar e quimioterapia.

Vale ressaltar que o medicamento biossimilar em estudo também possui como ingrediente ativo o rituximabe. O novo biológico contém uma versão da substância ativa do medicamento original e que demonstra semelhança com a droga referência em termos de características de qualidade, atividade biológica, segurança e eficácia, com base em abrangente exercício de comparabilidade.

“A expectativa é de que a eficácia e a segurança do biossimilar em pacientes com linfoma folicular serão altamente comparáveis às do MabThera®, levando em consideração que a relação risco-benefício já foi vista como favorável em diversos estudos clínicos e experiências pós-comercialização. Além disso, em todos os estudos pré-clínicos, a nova medicação apresentou perfis similares de eficácia, segurança e tolerabilidade”, garantem Andressa Tamashiro e Mariana Dias.

De acordo com as especialistas, a introdução de medicamentos biossimilares é desejável por várias razões. “Medicamentos biológicos similares vão melhorar o acesso dos pacientes, ao expandirem o campo de tratamentos biotecnológicos concorrentes. Também podem aumentar a disponibilidade de oferta suficiente de produtos biotecnológicos, superar a escassez de oferta que possa surgir e diminuir a dependência de um único fabricante”, enumeram.

Inicialmente a pesquisa terá duração de 8 ciclos de tratamento, cada um com 21 dias, totalizando 6 meses. Em seguida, os pacientes permanecerão em acompanhamento e manutenção terapêutica a cada 3 meses por tempo indeterminado.

Informações e inscrições

As vagas são limitadas e a triagem inicial será feita por telefone. Os pacientes que se enquadrarem nos perfis da pesquisa serão chamados para consulta inicial para sua inclusão ou não no protocolo. Vale ressaltar que não há fila de espera para atendimento no CEPHO. Todos os candidatos aprovados para o estudo passarão em consultas e farão todos os exames necessários, estando aptos a receber as medicações em aproximadamente 2 semanas. O atendimento ocorre no próprio Centro de Estudos e Pesquisas de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC (Av. Príncipe de Gales, 821 – Santo André – SP). Interessados devem telefonar para (11) 4436-2094, ramal 115, ou escrever para contato@cepho.org.br.

FMABC comanda evento da Regional-SP da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Postado por Eduardo Nascimento em 21/nov/2014 -

A Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD-RESP) organizou dias 31 de outubro e 1º de novembro o 3º Curso de Educação Médica Continuada em Dermatologia (CEMCD). Realizado no Centro Fecomercio de Eventos, na Capital, o evento incluiu a 148ª Jornada Paulista de Dermatologia, que neste segundo semestre esteve sob responsabilidade integral da disciplina de Dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC.

No primeiro dia de atividades, o curso reuniu especialistas de diversas instituições para debates sobre temas variados, com destaque para os convidados internacionais Eckart Haneke (Alemanha) e Maria Bibiana Leroux (Argentina). A coordenadora do Ambulatório de Urticária da Medicina ABC, Dra. Roberta Jardim Criado, participou com palestra sobre “Testes alérgicos cutâneos e sistêmicos”, enquanto o professor da disciplina de Reumatologia da FMABC, Dr. José Carlos Szajubok, abordou o tema “Novas modalidades e interpretações na pesquisa do fator antinuclear (FAN)”.

148ª Jornada Paulista de Dermatologia

Em 1º de novembro entrou em cena a 148ª Jornada Paulista de Dermatologia – espaço destinado à apresentação e discussão de casos dermatológicos entre especialistas dos mais diversos serviços e subespecialidades da Dermatologia. A Regional São Paulo da SBD elege somente duas faculdades por ano para comandar o evento. Em 2013 foram selecionadas a Unicamp e a Unifesp/EPM. Neste 2014 foi a vez da FMUSP no primeiro semestre e da FMABC no segundo. A organização esteve a cargo dos docentes Cristina Laczynski, Francisco Le Voci, Lucia Mioko Ito e Roberta Jardim Criado, sob supervisão do professor titular de Dermatologia da FMABC, Dr. Carlos D’Apparecida Santos Machado Filho.

“Ficamos honrados com o convite da SBD-RESP, que é a maior regional da Sociedade Brasileira de Dermatologia (são 7.482 associados na SBD-Nacional, sendo 2.480 somente na SBD-RESP). Assumimos responsabilidade muito grande ao aceitar o comando da 148ª jornada e estamos bastante satisfeitos com os resultados obtidos a partir das discussões”, revela o assistente colaborador da disciplina de Dermatologia da FMABC e conselheiro da SBD-RESP, Dr. Nobuo Matsunaga.

Para esta edição da jornada, Dr. Carlos D’Apparecida Santos Machado Filho, em concordância com a Diretoria da SBD-RESP, optou por apresentar os casos clínicos de maneira inédita, em forma de vídeo, com registros detalhados dos pacientes antes, durante e após os tratamentos. Foram 22 casos debatidos, todos com riqueza de detalhes e abertos para discussão com a plateia.

Hospital de Clínicas Municipal de São Bernardo inaugura mais três serviços

Postado por Eduardo Nascimento em 21/nov/2014 -

O Hospital de Clínicas Municipal (HC) passou a oferecer mais três importantes serviços à população, dando continuidade ao processo gradativo de implementação de suas atividades. Agora, a unidade abriga o Ambulatório de Otorrinolaringologia, colocou em funcionamento o hospital-dia e iniciou a realização de tomografias para a rede pública de São Bernardo do Campo.

Os atendimentos em otorrino começaram a ser realizados no HC em 5 de agosto. Durante o primeiro mês, foi feito esforço concentrado para diminuir a espera dos pacientes pela especialidade e identificar os que necessitavam de cirurgia. Até o fim de setembro, cerca de 1.200 consultas foram realizadas.

O atendimento ambulatorial da otorrinolaringologia acontece de terça a quinta-feira. Todos os médicos são também cirurgiões, o que torna mais ágil o encaminhamento dos casos que precisam de intervenção. As situações mais comuns são de pacientes com indicação para corrigir desvio de septo ou para extrair as amígdalas.

As cirurgias da otorrino são realizadas no hospital-dia do HC, aberto em setembro. São três salas, com nove leitos, destinadas a intervenções de pequeno e médio porte, de menor complexidade, com duração de até duas horas. O paciente chega pela manhã, passa pelo procedimento, recebe os cuidados no pós-operatório e recebe alta à tarde, depois da visita médica. Atualmente, são feitas duas cirurgias por dia e há planejamento para realização, em breve, de quatro a cinco cirurgias por dia.

O HC, hoje, opera com 110 leitos, sendo 90 de internação e 20 de UTI, além de mais três salas cirúrgicas.

Exames

Outra novidade no HC é a realização de tomografias para a rede pública de São Bernardo do Campo. Desde setembro, o hospital disponibiliza, em média, 450 exames por mês sendo a única unidade municipal a oferecer o serviço com estrutura própria.

Nas primeiras semanas de funcionamento, o serviço beneficiou especialmente os pacientes que precisavam se submeter à tomografia com contraste ou sedação. Nesses casos, a espera era maior, já que há necessidade da presença de médicos acompanhando o exame.

“Estava há seis meses aguardando vaga quando ligaram avisando. Nunca tinha vindo aqui. É bom saber que temos um hospital público com essa qualidade na cidade”, comentou operador de máquinas Eduardo Vieira, 40 anos. Sua filha, Larissa, 13, tem dificuldades na fala e de aprendizagem e tinha indicação de tomografia da cabeça, com sedação. A jovem fez o exame no HC em meados de setembro.

FUABC tem Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho

Postado por Eduardo Nascimento em 14/nov/2014 -

Com propósito de conscientizar, alertar e orientar colaboradores sobre as práticas de segurança no ambiente de trabalho, a Fundação do ABC organiza de 24 a 28 de novembro a tradicional “SIPAT – Semana Interna de Prevenção de

Durante a SIPAT da FMABC, vencedores do concurso de frases e os membros da CIPA

Durante a SIPAT da FMABC, vencedores do concurso de frases e os membros da CIPA

Acidentes no Trabalho”. O evento é destinado, principalmente, aos funcionários das unidades vinculadas à Central de Convênios, porém, todos os colaboradores das demais mantidas da FUABC estão convidados a participar.

As inscrições são gratuitas e as palestras ocorrerão sempre às 14h, no campus da Fundação do ABC / Faculdade de Medicina do ABC (Av. Príncipe de Gales, 821 – Santo André). Interessados podem obter mais informações pelo telefone (11) 4993-5431, e-mail engenhariadeseguranca@fuabcorgbrprovis1.hospedagemdesites.ws ou via Portal Atena (www.cc.org.br).

As palestras envolverão temas variados, entre os quais “Como evitar doenças profissionais”, “Controle do estresse no trabalho”, “Saúde da mulher”, “Imunização dos trabalhadores da saúde” e “Aposentadoria especial”.

Com assuntos voltados à orientação, prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, o evento anual é uma das atividades obrigatórias da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – a CIPA –, que é formada por representantes dos empregados e do empregador.

SIPAT da FMABC tem concursos de frases

A edição 2014 da Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho da Faculdade de Medicina do ABC ocorreu de 27 a 31 de outubro e trouxe à reflexão a frase “Uma nação com Educação, Saúde e Segurança é o berço de um povo bem resolvido e feliz”. A autora é a funcionária do setor de Assessoria Educacional, Egle Figueredo – vencedora do concurso de frases deste ano.

“A SIPAT é um momento de confraternização para os funcionários, com proposta de pensar e investir no bem-estar de cada um. Nossa meta de participação para este ano foi atingida e pretendemos discutir novas propostas e melhorias, a fim de organizar um evento ainda mais completo em 2015”, planeja a técnica de Segurança do Trabalho da FMABC, Fabiana Silva Pereira.

Entre os temas desenvolvidos neste ano estiveram “Álcool e suas consequências”, “Transtorno da personalidade”, “Prevenção contra a dengue” e “DST/AIDS”. O Grupo Teatral CEREST realizou apresentação sobre “Doenças e Acidentes do Trabalho”, enquanto a professora Fernanda Castilho comandou alunos do curso de Terapia Ocupacional em ações de intervenção nos diversos setores da FMABC.

O encerramento do evento foi marcado pela premiação do concurso de frases. Além da campeã, Egle Figueredo, Giuliana Petri, do Biotério, ficou em segundo lugar com a frase “Somente através da Educação do trabalhador se alcançará a Segurança para a manutenção de sua saúde e no trabalho”. A medalha de bronze foi de Igor Luiz de Freitas, do setor Financeiro/Cobrança, com “Semear a Educação com qualidade nos oferece a dádiva de ter Saúde e Segurança no trabalho e na vida”.

Nova gestão da CIPA-FUABC

A Fundação do ABC empossou em 22 de outubro os novos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A gestão vai de novembro de 2014 a outubro de 2015. Os oito funcionários – sendo 4 eleitos em votação e 4 indicados pelo empregador – passaram por treinamento de 13 a 17 de outubro com profissionais do Departamento de Engenharia de Segurança do Trabalho (SESMT) da Central de Convênios.

Durante a capacitação foram abordados temas como “Mapa de risco”, “Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)”, “Tipos de classificação de riscos de trabalho”, “Brigada de incêndio” e “Doenças Sexualmente Transmissíveis”. Os novos cipeiros também assistiram aula introdutória sobre segurança do trabalho, a fim de entenderem o papel que devem desenvolver na instituição.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes é regida pela Norma Regulamentadora Nº 5 da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego. Tem como objetivo ser a ferramenta mais importante dos trabalhadores para tratar da prevenção de acidentes do trabalho, das condições do ambiente e de todos os aspectos que afetam a saúde e segurança do colaborador.

Medicina ABC faz simpósio e busca criar Centro de Referência para Doenças Raras

Postado por Eduardo Nascimento em 14/nov/2014 -

A Faculdade de Medicina do ABC organiza em 25 de novembro “Simpósio de Doenças Raras”. A ação tem como objetivo central reunir setores e disciplinas que desenvolvem ações isoladas nessa área, a fim de aproximar os profissionais, estimular a troca de informações e o trabalho em conjunto, possibilitando a efetivação da escola como centro de referência para esse tipo de atenção. O evento das 8h às 16h terá lugar no Anfiteatro Dr. David Uip, no próprio campus universitário. A entrada é gratuita, sem necessidade de inscrição prévia.

Na pauta do encontro estarão discussões acerca do Programa de Assistência à Pessoa com Doença Rara do Estado de São Paulo e a caracterização da Faculdade de Medicina do ABC como um Centro de Referência para Doenças Raras. Entre os temas programados também constam palestras nas áreas de “Erros Inatos do Metabolismo”, “Doenças Raras Imunológicas”, “Distrofias Musculares”, “Deficiências Intelectuais”, “Novas Tecnologias para Detecção de Doenças Raras”, “Aconselhamento Genético” e “Diagnóstico Genético Pré-Implantacional”.

No período da tarde haverá três mesas redondas, cujos temas serão “Papel do Estado no tratamento ao paciente com doenças raras”, “Papel da FMABC no tratamento ao paciente com doenças raras” e “Papel das Secretarias de Saúde dos municípios”.

Interessados podem obter mais informações pelo e-mail danielle.dantas@fmabc.br ou no telefone (11) 4433-2846. A Faculdade de Medicina do ABC fica na Av. Príncipe de Gales, nº 821 – Santo André (SP).

Tradição assistencial

Não são poucas as ações da Faculdade de Medicina do ABC no campo das doenças raras. Em 2012, por exemplo, a instituição inaugurou o Centro Especializado em Doenças Inatas do Metabolismo. Inédito no Grande ABC, o local é responsável pelo atendimento de crianças com doenças incomuns e de difícil diagnóstico, normalmente identificadas no nascimento pelo teste do pezinho. Os sintomas geralmente aparecem no primeiro ano de vida e até pouco tempo a ciência não tinha muitas alternativas para tratar o problema.

A mucopolissacaridose, por exemplo, é doença que promove o acúmulo de açúcar no sangue por defeito no metabolismo. Sem opções terapêuticas, os portadores não passavam dos 10 anos de idade. “Nos últimos anos a ciência avançou muito no campo das doenças raras do metabolismo. Hoje temos tratamentos para boa parte dessas patologias, possibilitando desenvolvimento normal dessas crianças. As medicações são fornecidas gratuitamente pelo governo, pois têm custo extremamente elevado. O tratamento mensal pode chegar a R$ 50 mil”, detalha Dr. Rubens Wajnsztejn, professor da disciplina de Neurologia da FMABC.

Outra área de reconhecida expressão na Medicina ABC é a de doenças neuromusculares. A instituição mantém no campus ambulatório específico para atendimento de pacientes com esse tipo de patologia e, desde 2012, conta com o Laboratório de Doenças Neuromusculares Luciano Paschoini – o primeiro do gênero na rede pública do Grande ABC. O local disponibiliza a principal ferramenta para o diagnóstico precoce dessas doenças, que é a biópsia muscular. Com anestesia local, o procedimento consiste na retirada cirúrgica de segmento do músculo ou do nervo para análise.

As doenças neuromusculares podem atingir o músculo (miopatia), o nervo (neuropatia) ou a placa mioneural – localizada entre o músculo e o nervo. Entre as ocorrências mais frequentes estão as distrofias musculares, de caráter hereditário; a miastenia grave, cujos principais sintomas são fadiga muscular e queda das pálpebras (ptose); e as neuropatias decorrentes do diabetes ou do abuso de álcool.

No campo tecnológico e de aconselhamento genético, desde junho deste ano estão disponíveis no Instituto Ideia Fértil da FMABC dois sequenciadores de DNA, que permitem pesquisas e tratamentos mais avançados na área da Reprodução Humana Assistida. Doados pela Merck Serono, os equipamentos de alta tecnologia são capazes de mapear o DNA e descobrir alterações genéticas ligadas à infertilidade, oferecendo novas opções de pesquisas e tratamentos a pacientes que necessitam de atendimento diferenciado em reprodução humana.

ONG Sorrir é Viver completa 10 anos e lança livro institucional comemorativo

Postado por Eduardo Nascimento em 14/nov/2014 -

Iniciativa pioneira de humanização desenvolvida por alunos de Medicina da Faculdade de Medicina da Fundação do ABC, a ONG Sorrir é Viver completa neste 2014 uma década de atividades e prepara grande festa para marcar a data. Vestidos de palhaços, contando histórias ou tocando instrumentos musicais, os cerca de 200 integrantes da organização – 94 dos quais já formados médicos – têm um grande objetivo em comum: levar alegria a pacientes internados e demais usuários de serviços de saúde fragilizados por alguma enfermidade.

Neste sábado (15 de novembro), das 16h30 às 20h30, todos estarão reunidos no Centro de Capacitação dos Profissionais da Educação (CECAPE), em São Caetano (Rua Tapajós, 300 – Bairro Barcelona), para o lançamento do livro “Uma Viagem ao Imaginário – Dez Anos de Sorrir é Viver”. Com 250 páginas e 500 exemplares impressos na primeira edição, a publicação conta a história da ONG segundo a visão de diversos interlocutores, entre os quais professores e funcionários da FMABC, pacientes e os próprios membros do grupo, em diferentes épocas de atuação.

“Não temos ex-integrantes. Os alunos do 2º ao 4º ano de Medicina são os que atuam efetivamente nas unidades de saúde junto aos pacientes. A partir do 5º e 6º anos, a rotina do curso torna-se mais intensa e é natural o afastamento dos compromissos semanais. O mesmo ocorre com os médicos formados”, detalha a coordenadora geral do livro institucional, Renata Resstom Dias, que explica: “Por essa razão, realizamos anualmente três eventos com intuito de reunir todos os integrantes. Um dos mais tradicionais é o Mutirão da Alegria, que ocorre sempre no Dia do Médico (18 de outubro) com ações na faculdade, APAE e no Centro Hospitalar de Santo André”, completa Renata, que no projeto assume o papel da “clown” Dalila da Terra Encantada.

A cerimônia que marcará os 10 anos do Sorrir é Viver seguirá a ordem de capítulos do livro histórico, com um integrante destacado para falar de cada ano do projeto. Haverá exibição do vídeo institucional do Mutirão da Alegria 2014 e bolo de aniversário. “Será uma solenidade nada formal, como é a ‘cara’ do Sorrir é Viver. Ao longo dos discursos preparamos surpresas e diversas intervenções que tornarão o evento imperdível e inesquecível”, garante a aluna Gabriele de Oliveira – também conhecida como a clown Zuza Legionella.

10 ANOS DE SORRISOS

Fundado em 2005 por 14 estudantes de Medicina, o Sorrir é Viver nasceu em busca de levar o mundo colorido da arte ao ambiente sem cor dos hospitais e centros de saúde. O objetivo central do grupo é transformar positivamente o ambiente terapêutico e humanizar a formação médica, utilizando para isso a arte lúdica do palhaço.

As bases teóricas, metodológicas e de pesquisa sobre os efeitos benéficos da humanização hospitalar foram projetadas em 2002, inspiradas no sucesso do programa Doutores da Alegria e no filme Patch Adams. A formação efetiva do primeiro grupo ocorreu em março de 2005, inicialmente com 14 estudantes do 2º ao 4º ano. Hoje o Sorrir é Viver conta 148 clowns, que desenvolvem atividades semanais de humanização no Ambulatório de Especialidades da Faculdade de Medicina do ABC e com pacientes internados no Hospital Estadual Mário Covas, Centro Hospitalar Municipal de Santo André, Casa Ronald ABC e Hospital de Ensino Anchieta.

Desde 2011, o grupo foi reforçado pelos contadores de histórias – hoje são 46. Mais recentemente, em 2013, uma nova classe surgiu dentro do Sorrir: os musicantes. Hoje são 14 integrantes, que não precisam necessariamente tocar instrumentos musicais. Trata-se de trabalho que foca o uso de instrumentos – principalmente de percussão – para facilitar a interação com os pacientes.

Antes de “entrar em cena”, clowns, contadores de histórias e musicantes passam por curso de formação com duração de seis meses. O treinamento é ministrado por professores especialistas nas áreas, que utilizam técnicas teatrais, circenses e de improviso para capacitação dos integrantes do Sorrir é Viver. A orientação teatral não tem por objetivo formar profissionais nas artes cênicas, mas sim orientar os acadêmicos a como interagir com pacientes.

O Sorrir é Viver lida com o psicológico do doente. Trabalha conceitos muitas vezes esquecidos por boa parte dos médicos, como melhora da aceitação do tratamento pelo paciente e pela família e a relação médico-paciente. Além do benefício aos usuários do sistema de saúde, a ONG também tem importante contribuição para os próprios acadêmicos de Medicina, tendo em vista que alicerça a formação de profissionais humanitários. O grupo age em prol da medicina mais humana e de ações que possam efetivamente contribuir para a melhoria do bem-estar social.

Ao longo de uma década, um dos momentos marcantes na história do Sorrir é Viver ocorreu em 2011, quando o grupo foi reconhecido como Organização Não Governamental. A partir de então, passou a constituir Pessoa Jurídica e ganhou CNPJ próprio, o que garantiu maior estabilidade à ONG, assim como potencial de desenvolvimento e de captação de apoiadores.

Mais informações pelo site: http://www.sorrireviver.org.

Primeira turma da Faculdade de Medicina ABC completa 40 anos

Postado por Eduardo Nascimento em 14/nov/2014 -

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Após 40 anos de formados, cerca de 60 alunos da 1ª turma se reúnem em festa no campus da Faculdade de Medicina do ABC

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O presidente da FUABC, Marco Antonio Santos Silva, Dr. Jurandyr Teixeira das Neves e o atual diretor da FMABC, Dr. Adilson Casemiro Pires

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O acadêmico da 2ª turma, Dr. David Uip, com o aluno da 1ª turma e organizador do evento, Dr. Jurandyr José Teixeira das Neves

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Doutores David Everson Uip (2ª turma), Jorge Roberto Pagura e Carlos Alberto Pastore (os dois da 1ª turma) prestigiam o reencontro

A primeira turma da Faculdade de Medicina do ABC completa 40 anos de formatura neste 2014. Para marcar a data, cerca de 60 ex-alunos retornaram ao campus universitário em Santo André no último sábado, 8 de novembro.

O reencontro foi organizado por um dos 93 acadêmicos formados em 1974, Dr. Jurandyr José Teixeira das Neves – que hoje é Secretário-Geral da Fundação do ABC, entidade mantenedora da FMABC.

Tradição na faculdade, todas as turmas formadas têm placas comemorativas nas paredes do Prédio Central – o primeiro do campus – com os nomes de todos os alunos, assim como do paraninfo e do professor homenageado do ano. Todas menos a primeira turma. “Nunca tivemos nossa placa exposta no campus, mas pudemos regularizar essa situação durante o reencontro de 40 anos”, acrescentou Dr. Jurandyr das Neves.

O atual diretor da FMABC e ex-aluno da 7ª turma, Dr. Adilson Casemiro Pires, declarou sentir-se honrado com o convite para a confraternização. “Quando entrei na faculdade, a primeira turma tinha acabado de se formar. Apesar disso, conheço boa parte desses ex-alunos, que fazem parte da história dessa instituição. São pessoas que marcaram o início da Medicina ABC e que, mais do que isso, mostraram o caminho que devíamos e devemos, até hoje, trilhar. Nos ensinaram a amar essa escola, valorizá-la e levá-la sempre conosco, onde quer que sigamos profissionalmente”, afirmou Dr. Adilson Casemiro Pires.

Para confecção da placa comemorativa da primeira turma foi necessário redesenhar os logotipos oficiais da época: do Diretório Acadêmico Nylceo Marques de Castro (DANMC), da Associação Atlética Acadêmica Nylceo Marques de Castro (AAANMC), e da própria Faculdade de Medicina do ABC, cujo símbolo principal era a “caveirinha”. Chaveiros antigos, carteiras e outros itens guardados por décadas pelos ex-alunos serviram de modelo para refazer as logomarcas.

O reencontro dos ex-alunos da turma 1969-1974 teve início às 12h, com inauguração da placa comemorativa, seguida de churrasco.

Dr. Geraldo Reple Sobrinho recebe título de “Cidadão Sulsancaetanense”

Postado por Eduardo Nascimento em 07/nov/2014 -

A Câmara Municipal de São Caetano do Sul realizou em 6 de novembro sessão solene para outorga do título de “Cidadão Sulsancaetanense” ao ginecologista Dr. Geraldo Reple Sobrinho. Atualmente coordenador de Serviços de Saúde da Secretaria de Saúde do Estado, o homenageado é formado pela Faculdade de Medicina do ABC (1981) e hoje atua como professor na instituição. À frente da Presidência da Fundação do ABC em 2001, foi destacado para assumir um dos maiores desafios da carreira: implantar o Hospital Estadual de Santo André – posteriormente batizado Hospital Estadual Mário Covas (HEMC).

Prestigiaram a cerimônia no Plenário dos Autonomistas o prefeito Paulo Pinheiro, o presidente da Câmara, Sidnei Bezerra da Silva, o deputado estadual Orlando Morando, o secretário de Estado da Saúde Dr. David Uip, o suplente de vereador e autor da proposta de homenagem Airton Carlos Lauriano dos Santos, entre outras autoridades.

Em seu discurso de agradecimento, Dr. Geraldo Reple Sobrinho contou em detalhes sua trajetória, desde a infância pobre até a realização do sonho de cursar Medicina. Também homenageou a esposa e contou como se conheceram, lembrando que, no dia seguinte à solenidade, completavam 38 anos de namoro.

Primeiro funcionário registrado no maior hospital público do Grande ABC, Dr. Geraldo Reple Sobrinho assumiu a Superintendência do Hospital Estadual Mário Covas já na inauguração da unidade, em 2001, e conduziu o equipamento durante toda a primeira década de funcionamento.

Além da graduação médica, o homenageado traz no currículo especializações em Medicina do Trabalho e Educação Sexual na FMABC, assim como a residência médica em Ginecologia e Obstetrícia e o Mestrado em Ciências da Saúde. No âmbito corporativo, possui MBA em Gestão de Organizações Hospitalares e Sistemas de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialização em Administração Hospitalar pelo Thomas Father do Brasil e pela Harvard Medical International.

Aos 57 anos, Dr. Geraldo Reple Sobrinho foi lembrado para a homenagem em São Caetano, principalmente, pelo apoio ao município no estabelecimento de parcerias na Saúde – desde quando assumiu a presidência da Fundação do ABC, passando pelo período à frente do Hospital Mário Covas e, mais recentemente, na coordenação de Serviços de Saúde da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

O homenageado é casado com Nilza Della Colleta Reple, com quem têm quatro filhos: Gustavo, Flávia, Isabela e Gabriela.