Postado por Eduardo Nascimento em 19/jan/2018 -

Em 2017, FMABC conquistou antigo sonho: se tornar Centro Universitário
Com quase 50 anos de tradição, a Faculdade de Medicina do ABC realizou um antigo sonho no final de 2017, quando foi aprovada como Centro Universitário. Conforme resultado emitido pelo Ministério da Educação (MEC), a FMABC obteve nota máxima 5 no processo de credenciamento.
O importante reconhecimento do MEC integra extensa lista de avanços obtidos ao longo dos últimos 8 anos, período em que o Dr. Adilson Casemiro Pires esteve à frente da Diretoria da faculdade. Sucessivas aprovações no exame anual do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, cursos estrelados no Guia do Estudante e notas máximas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, o ENADE, estão entre os objetivos alcançados.
Ao lado do vice, Dr. Marco Akerman, Dr. Adilson assumiu em 2010 e deu início à modernização da gestão, com padrões e regras baseadas em processos administrativos. Graças à mudança, a instituição passou a ter melhor organização, agilidade e eficiência, o que permitiu duplicar a receita nos quatro primeiros anos. Para o segundo mandato, a gestão ganhou importante reforço, quando o Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca assumiu como vice-diretor.
Reequilíbrio econômico-financeiro, investimentos em infraestrutura e novos equipamentos, e abertura de novos cursos estão entre as principais realizações dos mandatos 2010-2013 e 2014-2017, responsáveis pelo amplo crescimento e desenvolvimento nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e assistência.

O diretor Dr. Adilson Casemiro Pires, ao lado do vice, Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca
“Foi um grande desafio colocar a casa em ordem. O trabalho em equipe e a participação ativa dos colaboradores, dos alunos e dos docentes, foram primordiais para os resultados positivos. A implantação de uma gestão contemporânea, a criação do Núcleo Gestor e a contratação de profissionais com perfil empresarial marcaram o início da retomada do crescimento da faculdade”, considera Dr. Adilson Casemiro Pires.
GRADUAÇÃO
Na graduação, as estratégias de divulgação foram repensadas e o vestibular passou a ter caráter regional, com intensas campanhas de marketing e o início da parceria com a Fundação Santo André. Graças às mudanças, cursos com vagas remanescentes passaram a ter turmas completas.
Além disso, também houve expansão. Já no primeiro mandato foram abertas segundas turmas para as graduações de Enfermagem, Fisioterapia e Farmácia. Mais recentemente, a faculdade ganhou duas novas graduações: Tecnologia em Gestão Hospitalar, em 2014, e Tecnologia em Radiologia, em 2015.
No início dos trabalhos, em 2010, a faculdade contava com 1.397 alunos na graduação. Hoje são 3.044, ou seja, houve aumento de 118%.
ADMINISTRATIVO
No âmbito administrativo, os avanços são incontestáveis. Em 2010, a receita acadêmica representava cerca de 70% da receita total da faculdade, tornando a escola completamente dependente das mensalidades dos alunos e com muito pouco recurso para investimentos e novos projetos.
Foi iniciado trabalho de incentivo a novas parcerias e de busca ativa por oportunidades, que envolveu a ampliação da área de pesquisa clínica, assim como a prestação de serviços, as consultorias e assessorias na área da saúde. Outras novidades foram o início dos atendimentos no campus por meio de operadoras de saúde e o crescimento da Pós-graduação, com novas parcerias com instituições nacionais e internacionais.
Graças a essa diversificação de serviços, a instituição cresceu. Saiu de um orçamento anual da ordem de 30 milhões de reais em 2010 para atuais 100 milhões de reais, com a receita acadêmica passando a representar apenas 30% deste total.
O mesmo crescimento pode ser observado no quadro de Recursos Humanos, que duplicou o efetivo da faculdade, passando de 734 professores e funcionários registrados em 2009, para atuais 1.473 colaboradores.
PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
Todo esse progresso não seria possível sem a total reformulação implementada na Pós-graduação. O Stricto Sensu foi ampliado, enquanto o Lato Sensu foi completamente modificado, com reorganização de salas de aula, criação e reestruturação de cursos, qualificação dos docentes, implantação de novos processos e profissionalização da gestão.
Os resultados são excelentes. A partir de 2011, o Lato Sensu registrou total de 3.995 alunos matriculados. Já no Stricto Sensu, entre 2010 e 2017 foram titulados 144 novos mestres, 68 doutores e 12 pós-doutores.
Na iniciação científica, hoje são 100 alunos, frente a 62 registrados em 2013. Além disso, a Comissão de Residência Médica também teve grande destaque no período. A faculdade aumentou em 38% o número de residentes nos últimos 8 anos, que passou de 316 para 437 em 2017.
Outra conquista foi a abertura, em 2013, do Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde – uma nova modalidade de ensino no campo da pós-graduação Lato Sensu, que passou a disponibilizar cursos nas áreas de Saúde do Idoso e de Atenção ao Câncer.
INVESTIMENTOS

Em 2016, inauguração do novo complexo poliesportivo da FMABC
Apesar das limitações financeiras, a atual gestão não abriu mão de investir na infraestrutura do campus. Destinou mais de 1,2 milhão de reais em recursos para melhorias dos espaços físicos, aquisição de equipamentos e materiais, além de formalizar parcerias que viabilizaram reformas importantes no campus universitário.
Entre os destaques, o andar térreo do Prédio Central foi ampliado e totalmente reformado. O espaço ganhou 12 novas salas de aula, com cerca de 45 lugares cada, todas mobiliadas e com ar condicionado. A faculdade também investiu em melhorias na ambiência e no parque tecnológico, com aquisição de mais de 400 computadores novos.
Em parceria com a Fundação do ABC, o campus universitário passou por grandes transformações. Uma nova portaria foi aberta no estacionamento, melhorando o fluxo de carros e permitindo à comunidade acadêmica evitar o trânsito da Av. do Conhecimento, com a opção de saída diretamente pela Av. Lauro Gomes. Também houve pavimentação do estacionamento, instalação de nova iluminação em todo o campus, pintura externa de todos os prédios, regularização de calçadas e reforma da sala de videoconferência.
O setor de Recursos Humanos da Fundação do ABC foi transferido do Prédio Central, abrindo espaço para a instalação da nova e moderna Secretaria Acadêmica.
Juntas, Faculdade, Fundação, Atlética e Associação dos Ex-Alunos entregaram o novo Complexo Poliesportivo Dr. Eric Roger Wroclawski, cujas instalações foram completamente reformadas, conforme demanda da comunidade acadêmica. Modernização da fachada, nova cobertura, pintura externa e interna, troca de pisos e da iluminação estão entre as benfeitorias. “Esse espaço de primeiro mundo teve papel fundamental para o avanço da área esportiva da faculdade, que culminou na conquista do tricampeonato da Intermed, uma grande vitória dos alunos de hoje, mas que foi comemorada por toda a comunidade acadêmica destes 48 anos da Medicina ABC”, garante Dr. Adilson Casemiro Pires.
EXTENSÃO

Iniciativa dos alunos, 14ª Feira de Saúde atendeu a cerca de 800 pacientes em São Caetano
A Diretoria da Faculdade de Medicina do ABC também teve olhar especial voltado à área de extensão. O apoio irrestrito à Comissão de Extensão, mais conhecida por COMEX, permitiu à área crescer e se desenvolver ao longo dos anos. Foram incontáveis os projetos, campanhas, missões e diversos outros trabalhos multidisciplinares envolvendo professores, alunos e comunidades.
Ações sociais e atendimentos em saúde junto a populações carentes da região do ABC e de outras localidades do país estão entre os principais destaques. Projeto Canudos, no sertão baiano, Projeto Rondon, em Minas Gerais, assim como ações em Gararu, no agreste do Sergipe, em Itapeva e Vargem, no interior de São Paulo, e em projeto junto a ribeirinhos do Rio Araguaia integraram os esforços.
Outros destaques da área são os mutirões de saúde para a população, o Projeto Sorrir é Viver, o contrato com o Instituto de Medicina Social e Criminologia de São Paulo para exames de paternidade, o atendimento às doenças raras, entre muitas outras iniciativas sociais.
Um exemplo importante é a Feira de Saúde, organizada pelos alunos da faculdade. Em 2017, já na 14ª edição, o mutirão atendeu a cerca de 800 pacientes em São Caetano.
ASSISTÊNCIA
No campo assistencial, o Ambulatório de Especialidades da Faculdade de Medicina do ABC é referência para as sete cidades da região do ABC. São mais de 30 especialidades à disposição das prefeituras parceiras, que encaminham os casos à faculdade a partir de suas redes básicas de saúde.
A exemplo das demais áreas da faculdade, o crescimento do ambulatório foi exponencial. As consultas, por exemplo, saltaram de 140 mil no ano de 2011 para atuais 164 mil. Já os exames registraram aumento de 590%, saindo de 150 mil para mais de 1 milhão ao ano. Também houve avanço no campo cirúrgico, que passou de 7.700 para 9.400 cirurgias anuais.
Postado por Eduardo Nascimento em 19/jan/2018 -

Utilização da bola suíça reduz desconforto no pré-parto, alivia dores e melhora a mobilidade pélvica (Crédito: HCDRN/Luciana Silva)
Referência em partos de alto risco na microrregião de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, o Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini, de Mauá, dá um salto de qualidade no atendimento e vem se tornando modelo também em humanização. Dos 1.944 partos realizados na Maternidade do equipamento municipal em 2017, 60% foram normais e 40% cesáreas.
Dentre os procedimentos, o destaque fica por conta da redução da taxa de episiotomia (corte feito na região lateral da vagina para facilitar a saída do bebê nos partos normais) de 58%, em 2016, para 34%, no ano passado. O resultado segue tendência mundial de diminuir a aplicação da técnica.
No Brasil, 54% das mulheres são submetidas ao corte nos partos, segundo pesquisa da Fiocruz. No caso de primíparas (primeiro filho), o índice chega a 74%. Embora facilite a saída do bebê, a episiotomia pode deixar sequelas na mulher, como laceração, frouxidão na região perineal e dificuldade nas relações sexuais.
Ao longo de 2017, o hospital intensificou as ações para melhorar a condução do parto normal e evitar complicações à saúde materna e fetal. No caso da episiotomia, a meta é chegar brevemente a um patamar abaixo dos 30% – conforme apontam pesquisas internacionais (entre 15% e 30%) e preconiza a OMS (Organização Mundial da Saúde) –, mantendo o procedimento apenas para casos específicos, quando há indicação.
O sucesso na redução de episiotomias no Nardini também é atribuído à inserção de enfermeiros-obstetras e obstetrizes para a condução dos partos normais de baixo risco. A participação deles, que mantêm sintonia com a equipe médica, mais que dobrou de 2016 para 2017: de 25 para 55 procedimentos mensais, em média.
HUMANIZAÇÃO
O fato de 60% dos partos realizados em 2017 terem sido normais já coloca o Hospital Nardini de Mauá como referência no Grande ABC em partos humanizados. “A taxa de cesáreas chega a 40% pelo fato de recebermos gestantes de alto risco e já sermos uma referência regional na realização de procedimentos complexos”, explica Juliana Antonio dos Santos, coordenadora de Enfermagem da Maternidade. Ainda assim, o índice é considerado baixo se comparado às maternidades particulares (90%) e ao SUS (52%).
Segundo Juliana, o conceito de humanização no Nardini vem sendo constantemente ampliado, desde o acolhimento diferenciado até o puerpério (período pós-parto). Atualmente, o hospital dispõe de recursos como a bola suíça e iniciativas como a visita guiada à Maternidade, dentro do projeto “Conhecendo a Cegonha”, que permite que as gestantes (a partir do terceiro mês) e seus acompanhantes conheçam o ambiente que irão percorrer no dia do parto e toda a estrutura do local (Pronto-Socorro, Pré-Parto, Centro Obstétrico, Alojamento Conjunto e UTI Neonatal).
A utilização da bola suíça antes do trabalho de parto é uma técnica bastante difundida e que reduz substancialmente o desconforto no pré-parto, promovendo às gestantes o alívio das dores e a melhoria da mobilidade pélvica (o que vai facilitar o trabalho de parto). Na maternidade do Hospital Nardini, o método alcança 100% de adesão e aprovação das pacientes. Todas as orientações de exercícios e posicionamento são supervisionadas por enfermeiros-obstetras e obstetrizes.
Outros métodos de promoção do parto humanizado já estão em estudo para serem adotados. “A humanização do parto não é um produto que nos é entregue pronto. É um processo e estamos a caminho de torná-lo cada vez mais humano”, acredita Juliana.
PRIMEIRO BEBÊ
Em 2017, foram 1.600 atendimentos mensais em Ginecologia e Obstetrícia no Pronto-Socorro e 220 internações/mês. Na Maternidade, foram registrados 955 nascimentos de bebês do sexo feminino e 986 do sexo masculino, totalizando 1.941 nascidos vivos.
O primeiro bebê de 2018 em Mauá foi uma menina. Luciela Cristina Ferraz Bueno nasceu, de parto normal, às 20h19 do dia 1º de janeiro, com 3,290 kg e 48 cm. A mãe fez todo o pré-natal na UBS Vila Assis e não precisou passar pela episiotomia, mantendo o períneo (área muscular entre a vagina e o ânus) íntegro. Dentro do processo humanização, ela contou com o acompanhante presente o tempo todo.
Postado por Eduardo Nascimento em 12/jan/2018 -

Novo CAPS fará cerca de 480 atendimentos por mês (Foto: PMSBC/Gabriel Inamine)
A Prefeitura de São Bernardo inaugurou em 11 de janeiro as instalações do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Rudge Ramos. Localizado na Rua do Sacramento, 191, no bairro do Rudge Ramos, o espaço irá ampliar o atendimento de saúde mental do município e oferecer tratamento especializado, eficaz e seguro para todos os pacientes.
A unidade do Rudge Ramos realizará atendimentos a pacientes portadores de transtornos mentais moderados e graves e terá funcionamento de 24 horas. Além disso, o espaço conta com hospitalidade diurna e noturna e disponibiliza seis leitos aos pacientes, três femininos e três masculinos.
Durante a inauguração, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, apontou o empenho que vem sendo feito para melhorar a qualidade de serviço. “Antes de eu assumir o cargo, disseram que iríamos acabar com a saúde mental da cidade e fechar todas as unidades de saúde. Essa inauguração é a prova de que essa gestão trabalha para melhorar e ampliar os atendimentos. Aos poucos, estou devolvendo aos moradores, acima de tudo, respeito e dignidade”, disse.
Acompanhado do secretário de Saúde, Dr. Geraldo Reple, da coordenadora de Saúde Mental, Dra. Cintia de Azevedo Masques Périco, vereadores e demais autoridades, o chefe do Executivo visitou todos os cômodos da nova unidade e comemorou a estrutura que será oferecida aos pacientes.
“A partir de agora, o CAPS Rudge Ramos estará em total funcionamento. Aqui realizaremos cerca de 480 atendimentos por mês em um ambiente adaptado e adequado aos pacientes. Agora, São Bernardo possui nove Centros de Atenção Psicossocial e estamos atentos, pois as doenças psiquiátricas estão aumentando muito no nosso país. Por isso, precisamos estar preparados para atender esses pacientes”, disse Morando.
O secretário de Saúde aproveitou a oportunidade para anunciar que ainda neste ano serão inauguradas mais duas unidades de Residência Terapêutica. “A cada dia conseguimos apontar bons resultados para a saúde. Agora, nosso objetivo é inaugurar essas residências e trazer os moradores de São Bernardo que realizam tratamento em outras cidades. Iremos trazê-los de volta para casa e oferecer um tratamento de qualidade. Juntos, faremos com que a saúde desse município seja referência para o Brasil”, finalizou Reple.
Postado por Eduardo Nascimento em 12/jan/2018 -

Atila Jacomussi durante dia de atividades no Nardini (Foto: PMM/Caio Arruda)
O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi, trocou o prédio do Paço Municipal pelo Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini em 10 de janeiro. O chefe do Executivo despachou de dentro do equipamento de saúde, percorreu alas (inclusive do novo Pronto Atendimento Referenciado) para vistoria, conversou com funcionários, pacientes e teve reuniões com a diretoria.
“Estamos vivendo um momento de transição, que teve início com a reforma e ampliação do Pronto-Socorro, cujo atendimento é referenciado. O próximo passo é o aprimorar o atendimento do hospital em interface com as UPAs e UBSs, visando redução do tempo de espera e um processo cada vez mais humanizado. Queremos garantir conforto para os pacientes e qualidade para o trabalho dos profissionais”, comentou o prefeito.
Antes de chegar ao hospital, no final da manhã, Atila passou algumas horas na Secretaria de Saúde de Mauá, na Vila Guarani, pois o novo modelo de atendimento que pretende implantar vai envolver toda a rede municipal. “Mauá foi a cidade que mais investiu em saúde na região em 2017, com o novo Atendimento Referenciado do Nardini, a inauguração da UPA do Jardim Zaíra e de duas unidades do PAI (Pronto Atendimento Infantil), no Zaíra e na Vila Assis. Agora é otimizar os serviços para ganhar tempo, começando pelo Hospital Nardini”.
Os trabalhos terão início imediato a partir da qualificação do atendimento da recepção do novo Pronto-Socorro do Nardini, onde já será implantado o programa “Posso Ajudar, Mauá?” – com profissional treinado para dar suporte aos pacientes, desde a chegada ao equipamento. As centrais que controlam o fluxo do atendimento de urgência e emergência e as transferências hospitalares também passarão a funcionar no hospital.
Até abril, o município prevê investir R$ 1,4 milhão na conclusão do novo refeitório e da nova cozinha do hospital, além de anunciar uma nova farmácia, totalmente informatizada. “Estamos trabalhando para deixar tudo estruturado e bonito, mas não é só isso. O povo quer e merece agilidade e eficiência no atendimento”, concluiu o prefeito.
Postado por Eduardo Nascimento em 12/jan/2018 -
A Harvard T.H. Chan School of Public Health prorrogou para 31 de janeiro as inscrições para a 7ª edição do curso de pesquisa clínica “PPCR – Principles and Practice of Clinical Research”, cujas aulas ocorrem em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC (CEPHO-FMABC). O objetivo do curso é capacitar profissionais ao desenvolvimento de pesquisa clínica, tendo como bases a metodologia e a expertise de uma das mais conceituadas instituições de ensino e pesquisa do mundo.
O curso de pesquisa clínica da Harvard tem duração de 9 meses, com encontros semanais no anfiteatro do CEPHO, no próprio campus da FMABC em Santo André (SP). As aulas estarão a cargo de professores norte-americanos e serão ao vivo via videoconferência. A equipe do CEPHO coordenará dinâmicas de grupo e demais atividades que necessitem de interação entre os alunos, inclusive com participação de grupos de outras partes do mundo.
Podem se inscrever professores, pesquisadores e alunos interessados em conhecer os conceitos e desenvolver habilidades na área de pesquisa clínica. As aulas ocorrerão às quintas-feiras, das 17h às 20h. Toda a seleção, análises de currículo e dos requisitos mínimos necessários serão feitas diretamente pela equipe da Harvard, assim como a emissão dos certificados de conclusão.
Interessados podem obter mais informações pelo site www.ppcr.org ou diretamente no CEPHO, com Karen Sayuri de Paiva: (11) 4993-5491 (ramal 537) e karen.paiva@cepho.org.br.
Postado por Eduardo Nascimento em 12/jan/2018 -

No Hospital Mário Covas, show de mágica com o médico Vicente Gerardi
As unidades da Fundação do ABC organizaram diversas ações comemorativas relacionadas ao final de ano. No Hospital Estadual Mário Covas, por exemplo, foi realizado em 8 de dezembro o “XI Encontro Anual das Crianças Portadoras de Anomalias do Trato Digestivo e Urinário” – ação dedicada às crianças atendidas na Reabilitação, Cirurgia Pediátrica e Oncopediatria. A festa contou com médicos e colaboradores das áreas da fisioterapia, enfermagem, serviço social e administração. Crianças e familiares foram convidados para participar da programação com brincadeiras, interação com o Papai Noel, atividades culturais, além de tradicional show de mágica com o Dr. Vicente Gerardi, da disciplina de Clínica Cirúrgica Pediátrica da FMABC. No encerramento, a entrega de presentes agitou a garotada.
Já em 3 de dezembro, no Guarujá, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas II promoveu festa de confraternização, que buscou estimular a interação entre os colaboradores e agradecer pelo bom desempenho de todos ao longo do ano. O evento foi realizado na praia do Monduba, nas dependências da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea. Com ampla infraestrutura, o espaço cedido pelo Exército Brasileiro recebeu mais de 100 convidados do ER2.
Em Mauá, o Hospital Nardini recebeu dias 22 e 23 de dezembro voluntários dispostos a tornar o Natal dos pacientes mais feliz. As ações envolveram ações lúdicas e musicais com o grupo Ministério Jovem, assim como a distribuição de presentes pelo Papai e Mamãe Noel – o casal Leonardo Silva e Joyce dos Santos Silva.

No AME Praia Grande, funcionários vencedores do “Oscar” 2017
AME PRAIA GRANDE
A festa de confraternização do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Praia Grande ocorreu em 22 de dezembro, destinada a colaboradores diretos e terceirizados. Durante as comemorações houve a entrega do “Oscar” para os melhores funcionários, eleitos em votação feita pelos próprios colaboradores da unidade. Uma réplica da famosa estatueta foi entregue a 28 vencedores dos setores de Enfermagem, Recepção, Administrativo e Terceirizados.
Diretor-geral do AME-PG, Cassio Lopes abriu o evento agradecendo a todos pelo ano de 2017. Em seguida, juntamente com a Comissão de Humanização, o gestor fez a entrega dos prêmios. O coral da unidade – o AME MAIS – também se apresentou com canções no início e no encerramento da festa.
COMPLEXO IRMÃ DULCE
A presença de coral com cânticos natalinos e a visita do Papai Noel geraram clima de muita alegria nos pacientes, acompanhantes e funcionários do Complexo Hospitalar Irmã Dulce (CHID), em Praia Grande. Promovida pela Comissão de Humanização, a programação ocorreu durante toda a semana que antecedeu o Natal.

Eventos no Irmã Dulce foram organizados pela Comissão de Humanização, em parceria com a gerência geral de Enfermagem
Os momentos mais marcantes foram registrados nas alas pediátricas, onde crianças receberam presentes de dois Papais Noéis. Tratam-se de personagens vividos há mais de 10 anos por um casal de aposentados: Cláudio Dias dos Santos e Fátima Pereira dos Santos. O segundo “bom velhinho” é interpretado pelo motorista de ônibus, Emerson Guirado Dias.
De acordo com a presidente da Comissão de Humanização, enfermeira Josefa Carlos Cavalcante de Araújo, integrantes do Coral Conviver, que atuam na Secretaria de Promoção Social (Sepros), ajudaram a abrilhantar as festividades. “É sempre uma alegria viver momentos assim mesmo durante a rotina hospitalar. É um ânimo para quem está de passagem, em tratamento ou atendimento, e para os que cuidam da saúde da população”, disse.
Para o público interno, uma grande homenagem foi preparada no dia 22 de dezembro pela Comissão de Humanização e pela gerência geral de Enfermagem, a cargo da enfermeira Renata Meroti, direcionada aos funcionários da unidade.
Postado por Eduardo Nascimento em 09/jan/2018 -

Dr. Adriano Meneghini, coordenador geral da Comissão de Residência Médica (COREME) da FMABC, e equipe administrativa, Karine Costa e Felipe Juanilla
A Faculdade de Medicina do ABC acaba de conquistar um feito histórico no alto de seus 49 anos de existência. O programa de residência médica da instituição, modalidade de ensino de pós-graduação destinada a estudantes formados em Medicina, recebeu 3.026 inscritos para 2018, praticamente o dobro da média registrada nas edições anteriores. Atualmente a FMABC tem 49 programas credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), que classifica a Residência Médica da FMABC como a oitava melhor do Estado.
Os mais de 3 mil médicos inscritos disputaram 197 vagas de acesso em prova realizada dia 7 de janeiro. As especialidades com maior número de inscritos foram oftalmologia, cirurgia geral e clínica médica. A alta na procura é compatível com o nível de excelência no ensino, conduzido por mais de 200 médicos preceptores, doutores e mestres, responsáveis por supervisionar o trabalho dos residentes. Apenas o programa cumprido integralmente confere ao residente o título de especialista.
Para o coordenador geral da Comissão de Residência Médica (COREME) da FMABC, Dr. Adriano Meneghini, os próprios alunos são os maiores propagadores da qualidade do programa. “Antigamente, 90% dos residentes eram ex-alunos nossos. Hoje, metade vem de outras faculdades ou regiões. Está bem parelho. Sabemos que eles conversam entre si e isso impacta na procura. Nos últimos cinco anos notamos uma onda progressiva de residentes vindos de outras cidades e estados. Seguramente, é nosso maior e melhor divulgador”.
SERVIÇO DE EXCELÊNCIA
O rigor da COREME com o desenvolvimento profissional e científico do médico residente é outro fator determinante para o crescimento do programa. O trabalho de preceptoria passa por constantes atualizações e melhorias, todas de acordo com diretrizes preconizadas pelo Ministério da Educação. “O residente jamais deve ficar desassistido ou atender os pacientes sozinho. Aumentamos bastante a fiscalização quanto a isso. É a condição para um serviço se credenciar como sítio de estágio da residência médica. Além disso, participamos de todos os órgãos de controle e gestão de residência. É um trabalho de ‘formiguinha’, demorado, mas que tem trazido importante visibilidade para a instituição”.
Atualmente, os 437 médicos residentes da FMABC atendem nos ambulatórios especializados da faculdade e em diversos hospitais vinculados à Fundação do ABC, como em Santo André, no Hospital Estadual Mário Covas, Centro Hospitalar Municipal e Hospital da Mulher, e em São Bernardo, no Hospital de Clínicas Municipal, Pronto-Socorro Central e Hospital Municipal Universitário (HMU), entre outros.
Postado por Eduardo Nascimento em 05/jan/2018 -

Função da comissão é educativa, preventiva, conciliadora e fiscalizadora
Os membros da nova Comissão de Ética de Enfermagem do Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini tomaram posse em 19 de dezembro, no Centro de Estudos. O cerimonial foi conduzido pelos conselheiros do COREN (Conselho Regional de Enfermagem) de São Paulo, Alessandro Rocha e Oswaldo Lima.
Segundo Rocha, a existência de uma comissão interna é importante para garantir a assistência de enfermagem e para que a assistência prestada ao paciente seja segura, respaldando os profissionais. “A função é educativa, preventiva, conciliadora e fiscalizadora, nunca punitiva. A comissão nem tem o papel de sugerir punições”, explicou.
Eleita no final de outubro, a comissão recém-empossada cumprirá um mandato de três anos (até 19 de dezembro de 2020). Os membros efetivos são Eva Magna Teixeira (presidente), Michel Faria Barros (secretário), Fernanda Mendes Hofer, Jeanne Cristina Gussao Faria e Ana Lúcia Gomes Nascimben.
Os suplentes são os enfermeiros Cida Vasconcelos Diniz (PS), Cristiane Araújo da Silva (UTI Neo) e Lilian Barbosa Miranda (PS), além dos auxiliares Cristiane Sarro Souza (Centro Cirúrgico) e Flávia Vanessa de Carvalho (CME).
Postado por Eduardo Nascimento em 05/jan/2018 -
O Centro de Pesquisa Clínica (CEPES) da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), em Santo André, está aceitando novos voluntários para integrar 24 estudos clínicos patrocinados por indústrias farmacêuticas desenvolvidos e coordenados pela instituição. As pesquisas abrangem as especialidades de reumatologia, dermatologia, gastroenterologia, pneumologia, neurologia, nefrologia, endocrinologia, ginecologia e cardiologia (vide detalhes no quadro).
Todos os projetos receberam aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da FMABC, do Comitê Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Atualmente, estão em fase de recrutamento de voluntários. Os pacientes podem participar dos protocolos clínicos desde que cumpram com o perfil da pesquisa e obedeçam a critérios de inclusão e exclusão.
O Centro de Pesquisa Clínica não realiza o diagnóstico da doença, sendo necessário que o paciente comprove a patologia por meio de avaliação médica ou exame. Desde 2010, cerca de 3.000 pacientes já participaram de pesquisas clínicas na unidade.
O estudo clínico é uma exigência no desenvolvimento de novas terapias para todas as doenças. Sendo assim, além do acesso a tratamentos de ponta, os pacientes recebem acompanhamento completo. “A pesquisa clínica é de suma importância para a saúde pública e tem papel crucial no desenvolvimento de novos medicamentos, novas formas de cura e tratamento de doenças. Nossos pacientes são atendidos por equipe especializada, com atenção total às necessidades e cuidados que ele necessita”, explica o farmacêutico e coordenador de Pesquisa Clínica da FMABC, Flávio Correa.
A realização de um estudo clínico envolve diversos profissionais, como médicos investigadores, farmacêuticos, enfermeiros, biomédicos, biólogos, entre outros, além dos pacientes. Os voluntários são informados pelo médico responsável sobre todos os procedimentos e objetivos antes da participação em qualquer estudo. Caso aceite participar, um “termo de consentimento livre e esclarecido” é assinado para garantir que todas as informações foram passadas previamente. O paciente pode sair do protocolo de estudo quando quiser.
Interessados devem realizar cadastro prévio para que o setor de Recrutamento da Pesquisa Clínica entre em contato e agende uma triagem. Os contatos são: recrutamento.pesquisaclinica@fmabc.br e (11) 4930-4243.
Postado por Eduardo Nascimento em 04/jan/2018 -

Recursos serão encaminhados em parcelas mensais de R$ 500 mil ao mês, ao Fundo Municipal de Saúde (Foto: PMSantos / Raimundo Rosa)
A UPA Central de Santos passará a receber R$ 6 milhões anuais para custeio. O valor é o dobro do que a unidade recebe atualmente do Governo Federal – R$ 3 milhões ao ano. Os recursos serão encaminhados em parcelas mensais de R$ 500 mil ao mês, ao Fundo Municipal de Saúde.
O aumento é resultado da qualificação pela Administração Federal, que consta da portaria 3.671, publicada no Diário Oficial da União em 22 de dezembro de 2017.
A qualificação é válida por três anos, podendo ser renovada a partir de novo processo de avaliação do Ministério da Saúde, a exemplo do realizado em 18 de outubro último nas dependências da UPA Central e que permitiu o aumento do repasse.
“Atualmente, a UPA Central tem um custo aproximado de R$ 1,6 milhão ao mês e contávamos com a colaboração de apenas R$ 250 mil mensais do governo federal. Agora teremos mais condições de aprimorar a qualidade no atendimento dessa unidade que presta serviço em âmbito regional”, destaca o secretário municipal de saúde, Fábio Ferraz.
De janeiro a novembro de 2017, a UPA Central realizou 190.389 atendimentos, sendo cerca de 30% a moradores de outros municípios.