Postado por Fernando Valini em 09/mar/2016 -
Professores e alunos do curso de Gestão em Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina do ABC organizaram recepção de calouros inusitada neste 2016. Frente ao aumento dos casos de dengue, febre chikungunya e Zika vírus – todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti – na época de calor, a comunidade acadêmica se mobilizou para realização do “Trote Cultural”.
Sob comando do coordenador e do vice de Saúde Ambiental, respectivamente, Odair Ramos da Silva e Rogério Alvarenga, docentes e discentes estiveram reunidos em 18 de fevereiro com os primeiranistas, no jardim em frente ao prédio Anexo II do campus universitário, onde realizaram o plantio do primeiro lote de Crotalaria breviflora. Trata-se de projeto experimental da graduação relacionado ao combate ao Aedes aegypti, que busca, além de informar a comunidade acadêmica, fornecer dados científicos para controle e combate ao mosquito hospedeiro da dengue, chikungunya e Zika.
O projeto da Gestão em Saúde Ambiental testa a eficácia da planta Crotalaria breviflora na atração de inimigos naturais. Elaborado inicialmente pelo professor da FMABC e vice-diretor, Dr. Fernando Luiz Affonso Fonseca, o estudo será acompanhado por alunos do curso e pelos ex-alunos Danilo Correa e Daniel Filho, que hoje atuam como funcionários da área ambiental da FMABC.
Pesquisas indicam que a Crotalaria breviflora atrai a libélula, que é considerada inseto predador do Aedes Aegypti. A libélula adulta se alimenta do mosquito da dengue e também coloca seus ovos em água parada, a exemplo do Aedes. Entretanto, as larvas da libélula se alimentam das larvas do mosquito da dengue, eliminando o foco de transmissão no local. O projeto da FMABC busca, justamente, verificar o desenvolvimento da planta, sua formação e a presença de insetos como colaboradores para o controle da dengue, chikungunya e Zika.
Na recepção aos calouros e inauguração do projeto, os professores de Gestão em Saúde Ambiental, Eriane Justo e Gabriel Laporta, destacaram a importância da graduação e da ampla possibilidade de atuação profissional, que inclui questões como o controle de vetores e a prevenção de doenças.
VISITANTE ILUSTRE
Na oportunidade do Trote Cultural, os novos alunos de Saúde Ambiental também puderam assistir palestra do professor Nelson Leite Sá, consultor da área de Saúde Ambiental e do Trabalhador em Portugal. O convidado internacional abordou temas gerais em saúde ambiental, epidemias e os problemas ambientais mais comuns.
Postado por Fernando Valini em 09/mar/2016 -

Ronaldo Rondinelli, Felipe Teles de Arruda, Marcela Quadros, José Antonio Vilassante, Ecimara dos Santos Silva, Jacqueline de Oliveira Dias dos Santos e Hugo Kenji Masushaina (Crédito: Carlos DellaRocca)
O Diretor Global do Santander Universidades e Diretor Geral do Banco Santander, José Antônio Villasante Cerro, e o Diretor do Santander Universidades Brasil, Ronaldo Rondinelli, realizaram em 16 de fevereiro encontro com bolsistas dos Programas de Bolsas Internacionais do Santander Universidades Brasil.
No bate papo, os bolsistas puderam compartilhar histórias proporcionadas pelo intercâmbio, ilustrando o quanto as iniciativas do Santander Universidades podem transformar a vida dos universitários.
“O intercâmbio contribuiu muito para o meu desenvolvimento profissional, por ter aprendido outro idioma e pela troca de experiências, em que pude aprender e ensinar, participar de eventos e ampliar minha rede de contatos com outros profissionais”, relatou a estudante de Gestão em Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina do ABC, Ecimara dos Santos Silva.
Com 20 anos de atuação em 21 países, o Santander Universidades possui mais de 1.200 convênios com universidades de todo o mundo. São cerca de 450 parceiras somente no Brasil e mais de 200 mil bolsas de estudos já entregues. Desde a criação, o Santander Universidades é o eixo de atuação social do banco e já destinou mais de um bilhão de euros no apoio às iniciativas e projetos universitários. É reconhecido pela revista Fortune Magazine como a empresa que mais investe em educação no mundo.
Postado por Fernando Valini em 09/mar/2016 -
O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital da Mulher “Maria José dos Santos Stein”, em Santo André, promove nesta quarta-feira (2 de março), às 10h, aula para profissionais da saúde sobre o Zika vírus e a relação da doença com a microcefalia em recém-nascidos. A ação ocorrerá no anfiteatro do hospital, com objetivo de promover orientações a respeito do diagnóstico do vírus, assim como sobre o tratamento e as possíveis complicações. As inscrições são gratuitas, limitadas e podem ser feitas pelo e-mail comunicacao@hospitaldamulher.org.br.
O encontro estará sob responsabilidade do coordenador do SCIH e médico infectologista, Dr. Carlos Quadros. “A febre Zika é uma doença relativamente nova em nosso território. O primeiro caso foi registrado em 2015. Pesquisadores sugerem que a doença chegou à América Latina por intermédio de turistas que visitaram o continente durante eventos esportivos em 2014. A maior preocupação hoje é a associação do Zika com a microcefalia, tanto pelas sequelas neurológicas decorrentes desse quadro como pela dimensão da epidemia”, observa o infectologista.
Outra preocupação do Dr. Carlos Quadros é o surgimento de boatos relacionados à doença. Diante dessa realidade, a aula também contribuirá para o esclarecimento de dúvidas e disseminação de informações corretas e atualizadas sobre o Zika.
Sobre o Hospital da Mulher
Fundado em agosto de 2008 pela prefeitura de Santo André, em parceria com a Fundação do ABC – dentro do modelo de Organização Social de Saúde (OSS) –, o Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein é hoje o maior centro de referência em saúde da mulher da região do ABC, com atendimento qualificado, equipamentos modernos e profissionais especializados.
Instalado no Parque Novo Oratório, em área construída de mais de 7 mil metros quadrados, o Hospital da Mulher responde por 100% dos partos da cidade realizados via Sistema Único de Saúde (SUS). Registra média mensal de 350 partos, 10.200 consultas e atendimentos e 10.000 exames e procedimentos. São 113 leitos, incluindo Maternidade, Centro de Parto Natural, Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal (UCINCO), Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCA), UTI Adulto e Centro Cirúrgico, além de Pronto-Socorro 24 horas nas áreas de Ginecologia, Obstetrícia e Violência Sexual.
Postado por Eduardo Nascimento em 26/fev/2016 -
A Faculdade de Medicina do ABC inicia 2016 com quatro novos docentes no posto máximo na hierarquia das disciplinas do curso de Medicina: a função de professor titular. Ao final do último ano, a instituição de ensino realizou concursos para as cadeiras de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Clínica Geral, Saúde Coletiva e Saúde Sexual, Reprodutiva e Genética Populacional.
Responsável pela coordenação de todas as ações da disciplina, tanto no ensino como na pesquisa e na assistência, o professor titular deve ter perfil de liderança, capacidade de articulação e habilidade para lidar com conflitos, além de ser capaz de captar recursos para a instituição por meio da área em que atua. Para concorrer ao cargo é necessária elaboração de currículo lattes e de memorial – espécie de biografia focada nas experiências acadêmicas. No dia do concurso, o candidato apresenta aula em nível de graduação, pela qual é avaliado em relação à didática, postura, domínio do tema, uso de exemplos práticos, conexão do assunto com a experiência profissional, entre outros critérios.
Terminada a explanação, o candidato passa por arguição durante aproximadamente 3 horas. Cinco membros da banca examinadora fazem considerações sobre o currículo/memorial e perguntas a respeito da aula. Os jurados se reúnem, emitem os pareceres, calculam a média geral e o resultado é divulgado em seguida. A avaliação didática corresponde a 30% da nota, enquanto a análise e a arguição do currículo lattes e do memorial equivalem aos 70% restantes.
PROFESSORES TITULARES
Ex-aluno da FMABC formado em 1983, Dr. Caio Parente Barbosa é agora titular da disciplina de Saúde Sexual, Reprodutiva e Genética Populacional. Outra ex-aluna que chegou ao posto máximo da hierarquia docente é a Dra. Vânia Barbosa do Nascimento – formada pela FMABC em 1982 –, que assumiu a cadeira de Saúde Coletiva.
Há mais de 20 anos no quadro de colaboradores da Faculdade de Medicina do ABC, Dra. Jossi Ledo Kanda foi aprovada no concurso para professora titular de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Já a disciplina de Clínica Geral agora tem como titular o Dr. Orsine Valente, que iniciou suas atividades na FMABC em 1977 e, desde 1982, atuava como professor adjunto de Endocrinologia e Doenças Metabólicas.
NOVOS ‘AUXILIARES’
A exemplo dos concursos para titulares, também no final de 2015 foram realizados concursos para professores auxiliares. Ao todo são sete novos auxiliares nas disciplinas da FMABC. São eles: Dr. Fábio José Nascimento (Urologia), Dr. Rene Crepaldi Filho (Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo), Dra. Fabíola Rebelo (Hepatologia), Dr. José Carlos Canga (Anestesiologia), Dra. Anete Sevciovic Grumach (Imunologia Clínica), Dr. Marcelo Valente (Geriatria) e Dra. Bianca Alves Vieira Bianco (Genética).
Postado por Eduardo Nascimento em 26/fev/2016 -
São cerca de 20 minutos por semana. Os acompanhantes dos pacientes se reúnem com a equipe multidisciplinar formada pela coordenação médica, de enfermagem, médicos residentes, assistentes sociais e psicólogos. Não há formalidade. Os profissionais se apresentam, comunicam seus horários de plantão, onde podem ser encontrados e pontuam toda a rotina do setor. Limpeza, medicação, banhos, refeições, horários de visita, acesso a exames, conservação de mobília/rouparia, organização dos leitos, atendimento psicológico, cuidados com infecção e higienização, acesso de visitantes, respeito ao próximo e princípios de boa convivência. Essa estratégia, aparentemente simples, foi adotada em novembro na Clínica Médica do Hospital Nardini de Mauá e tem trazido importante respaldo popular quanto a excelência do acolhimento aos familiares, geralmente fragilizados emocionalmente.
A iniciativa da coordenadora médica do setor, Dra. Margarete Carvalho, foi endossada pela chefia de enfermagem, bem como pelo restante da equipe multidisciplinar. A percepção de melhoria no trato entre equipe e usuários é partilhada entre trabalhadores e população. A dona de casa Norma Soares Nogueira, 54 anos, moradora de Ribeirão Pires, acompanha as reuniões desde sua implantação. Seu marido, dependente de hemodiálise, está internado na unidade há três meses com quadro de insuficiência renal aguda. “Estou muito surpresa com o atendimento que recebemos. Já utilizei outros serviços de saúde e percebo que, infelizmente, em muitos faltam amor e cuidado com a população. Aqui encontrei uma exceção. Conhecemos toda a equipe, tratamos pelo nome, as pessoas se ajudam. É fora do normal. Nunca fomos tratados assim no SUS”. A auxiliar de enfermagem Daniele Alves, que convive com a rotina do setor, faz balanço positivo dos três meses do projeto. “Os acompanhantes estão mais cuidadosos e tratam a equipe com mais respeito. As abordagens mudaram”, avalia.
A prática é fundamentada no conceito de Clínica Ampliada, uma das diretrizes que a Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde propõe para qualificar o modo de se fazer saúde. Entende-se, pela estratégia, que integrar a equipe de trabalhadores de diferentes áreas na busca de um cuidado e tratamento de acordo com cada caso, a partir do fortalecimento do vínculo e aproximação com a população, amplia a autonomia do usuário do serviço. A equipe dá voz, promove a escuta e conclui o diagnóstico do paciente não apenas baseado em resultados clínicos, mas também ao considerar sua história e vulnerabilidade. Por outro lado, a Clínica Ampliada propõe que o profissional de saúde desenvolva capacidade de ajudar as pessoas, e não apenas de combater doenças. “A ideia agrega a pacientes e trabalhadores, que se sentem mais valorizados. Como as recomendações e as conversas acontecem semanalmente, hoje é normal ver que os próprios acompanhantes se cobram quanto aos cuidados, postura e organização. A orientação tem repercussão e quem ganha é a população”, comenta Dra. Margarete.
A avaliação popular do atendimento da Clínica Médica tem reflexo nos índices de aprovação registrados no setor de Ouvidoria do hospital. Entre setembro e dezembro de 2015, as pesquisas respondidas voluntariamente pela população no andar indicam média de 90% de satisfação no atendimento geral. Atualmente a Clínica Médica do Hospital Nardini tem 34 leitos. No ano passado, 1.717 pacientes foram internados na ala.
Postado por Eduardo Nascimento em 26/fev/2016 -
O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Praia Grande organizou em 15 de janeiro ação de integração junto a aproximadamente 130 funcionários da unidade e colaboradores terceirizados. Entre os objetivos da iniciativa estiveram motivar a equipe para os desafios deste ano, além de apresentar os resultados obtidos em 2015 e as metas para 2016. Abordagem comportamental e o papel do AME no contexto da saúde da Baixada Santista também constaram entre os temas apresentados.
Entre os palestrantes que comandaram a integração estiveram o superintendente do AME Praia Grande, Dr. Cassio Lopes, o diretor técnico, Dr. Mario Scarpa, a gerente do departamento Jurídico e de Pessoas, Roberta Pegoretti, a gerente de Qualidade, Simone Cruz, e a coordenadora Administrativa, Amanda Vinagre Fernandes.
Para Dr. Cassio Lopes, a atividade foi importante para aproximar os colaboradores da equipe de gestão, assim como para reforçar a missão da unidade no Sistema Único de Saúde da região. “A integração permitiu estreitar a relação entre a direção e os funcionários do AME. Foi uma iniciativa bastante produtiva, pois mostrou aos colaboradores o importante papel que desempenham e os aproximou mais das tomadas de decisões”, explica o superintendente, que acrescenta: “Também pudemos apresentar os principais resultados e as conquistas alcançadas em 2015, reforçando nossas metas para este ano e a importância dos colaboradores para o sucesso deste processo”.
Postado por Eduardo Nascimento em 24/fev/2016 -
A Prefeitura de Santo André e a disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina do ABC realizaram em 20 de fevereiro (sábado), no Centro Hospitalar Municipal (CHM) – antiga Santa Casa de Misericórdia de Santo André –, 42 cirurgias plásticas reparadoras para pacientes pré-agendados. Ao todo foram 10 profissionais envolvidos – entre médicos do CHM, da FMABC e residentes –, além das equipes de enfermagem, limpeza e demais apoiadores do hospital. O objetivo foi reduzir o tempo de espera para procedimentos de baixa e média complexidade na especialidade – atualmente são cerca de 100 pessoas inscritas na central de regulação do complexo.
Quatro salas do centro cirúrgico estiveram reservadas exclusivamente para a ação. Entre as cirurgias realizadas estiveram casos de câncer de pele, úlceras de pressão, neoplasias benignas, sequelas de queimaduras e lipoma (tumor

Ação no Centro Hospitalar de Santo André reforçou aprendizado técnico e trabalho em equipe
benigno composto por células de gordura).
A equipe fixa de cirurgia plástica do CHM conta com cinco cirurgiões. Mensalmente são realizadas 80 cirurgias e 50 curativos complexos de pacientes com queimaduras ou escaras, além de aproximadamente 150 atendimentos em consultas ambulatoriais.
Além dos benefícios à população, a atividade permitiu aprimorar o ensino dos médicos residentes e incentivar a humanização. “Cada médico residente participou de aproximadamente 10 cirurgias. Foi uma oportunidade ímpar de aprendizado técnico e de trabalho em equipe”, explica o coordenador de Cirurgia Plástica do CHM e membro da equipe de cirurgia plástica da FMABC, Dr. Edric Rabelo Brianezi, que acrescenta: “Além da questão assistencial, pudemos mostrar aos residentes a importância da humanização do atendimento e da necessidade de trabalharmos em sintonia com as necessidades da população. Temos demanda grande por procedimentos de cirurgia plástica e a atividade no sábado, fora do expediente tradicional, certamente colabora com a redução da espera e para melhoria do serviço”.
REFERÊNCIA REGIONAL
Antiga Santa Casa de Misericórdia, o Centro Hospitalar Municipal de Santo André é porta de entrada dos casos de urgência e emergência do município, principalmente das vítimas de acidentes de trânsito. Referência regional nos atendimentos de ortopedia, cirurgia geral e bucomaxilofacial, o CHM oferece ainda as especialidades de neurocirurgia, oftalmologia, odontologia, psiquiatria e cirurgia plástica.
Postado por Eduardo Nascimento em 19/fev/2016 -
A Prefeitura de Santo André e a disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina do ABC programaram para 20 de fevereiro (sábado), no Centro Hospitalar Municipal (CHM) – antiga Santa Casa de Misericórdia de Santo André –, 50 cirurgias plásticas reparadoras para pacientes pré-agendados. Ao todo serão 10 profissionais envolvidos – entre médicos do CHM, da FMABC e residentes –, além das equipes de enfermagem, limpeza e demais apoiadores do hospital. O objetivo é reduzir o tempo de espera para procedimentos de baixa e média complexidade na especialidade – atualmente são cerca de 100 pessoas inscritas na central de regulação do complexo.
Quatro salas do centro cirúrgico estarão reservadas exclusivamente para a ação. Entre as cirurgias programadas estão casos de câncer de pele, úlceras de pressão, neoplasias benignas, sequelas de queimaduras e lipoma (tumor benigno composto por células de gordura).
A equipe fixa de cirurgia plástica do CHM conta com cinco cirurgiões. Mensalmente são realizadas 80 cirurgias e 50 curativos complexos de pacientes com queimaduras ou escaras, além de aproximadamente 150 atendimentos em consultas ambulatoriais.
Além dos benefícios à população, a atividade permitirá aprimorar o ensino dos médicos residentes e incentivar a humanização. “Cada médico residente participará de aproximadamente 10 cirurgias. Trata-se de oportunidade ímpar de aprendizado técnico e de trabalho em equipe”, explica o coordenador de Cirurgia Plástica do CHM e membro da equipe de cirurgia plástica da FMABC, Dr. Edric Rabelo Brianezi, que acrescenta: “Além da questão assistencial, poderemos mostrar aos residentes a importância da humanização do atendimento e da necessidade de trabalharmos em sintonia com as necessidades da população. Temos demanda grande por procedimentos de cirurgia plástica e a atividade no sábado, fora do expediente tradicional, certamente colabora com a redução da espera e para melhoria do serviço”.
REFERÊNCIA REGIONAL
Antiga Santa Casa de Misericórdia, o Centro Hospitalar Municipal de Santo André é porta de entrada dos casos de urgência e emergência do município, principalmente das vítimas de acidentes de trânsito. Referência regional nos atendimentos de ortopedia, cirurgia geral e bucomaxilofacial, o CHM oferece ainda as especialidades de neurocirurgia, oftalmologia, odontologia, psiquiatria e cirurgia plástica.
Postado por Eduardo Nascimento em 19/fev/2016 -
Parceria entre Fundação do ABC e Governo do Estado, o Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário (CHSP) retomou em janeiro o programa Roda de Conversa – iniciativa sugerida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como ferramenta de humanização do ambiente assistencial. O objetivo é que, ao longo deste ano, todos os funcionários da unidade participem do trabalho, que visa melhorar a comunicação e a troca de informações entre colaboradores e o corpo diretivo, assim como fortalecer a gestão participativa.
Os encontros ocorrem todas as semanas, tanto no período da manhã quanto da tarde. A ideia é fortalecer o modelo da gestão centrada no trabalho em equipe e da construção coletiva, a fim de compartilhar ideias e melhorias das atividades internas. Além disso, o trabalho permite aprimorar a comunicação institucional entre os profissionais, assim como dos profissionais com os pacientes e familiares, e entre as equipes assistenciais e os funcionários da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).
As rodas de conversa tiveram início no CHSP em outubro de 2015. Ao todo foram 15 encontros ano passado com participação de dois grupos – lideranças e coordenadores de áreas – com 25 colaboradores cada. “Ao logo das rodas de conversa temos percebido que a troca favorece a integração entre as equipes e a discussão conjunta de diretrizes hospitalares. Com isso, buscamos atingir nosso objetivo de gestão participativa, com todos os funcionários colaborando com a gestão”, explica o superintendente do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário.
ABRANGÊNCIA TOTAL
Todos os gestores ligados à Superintendência, à Diretoria Administrativa e à Diretoria Técnica, colaboradores vinculados a esses gestores, bem como os funcionários da Secretaria da Administração Penitenciária lotados no CHSP – num total de aproximadamente 120 pessoas – deverão participar neste 2016 dos encontros, que abordam temas relacionados à cultura e ao clima organizacional da unidade, entre outros assuntos de interesse dos participantes.
“Esperamos ampliar a formação de vínculos solidários entre as pessoas, tanto dentro de cada setor como entre os diversos setores, favorecendo a qualidade de vida no trabalho, a interação setorial e a consecução das metas institucionais”, revela a coordenadora de Desenvolvimento do CHSP, Lais Helena Prearo Jacopucci, que completa: “Ao término dos encontros, os colaboradores são estimulados a utilizar a metodologia da roda de conversa nas reuniões intra e intersetoriais. Além disso, todos os setores têm acompanhamento mensal da Coordenação de Desenvolvimento, com intuito de dirimir dúvidas e garantir resultados positivos através da utilização da metodologia”.
Funcionários organizam coral no CHSP
Os funcionários do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário organizaram em dezembro o projeto “Música no CHSP – Porque é Natal!”. Ao todo foram quatro apresentações no refeitório da unidade, cada uma com duração aproximada de 30 minutos.
“O coral foi uma iniciativa dos próprios colaboradores e uma grata surpresa no encerramento do ano. Funcionários de diversos setores e até mesmo terceiros aderiram e passaram a frequentar os ensaios. Foram quase 50 integrantes nas apresentações. Sem dúvida foi um movimento bastante importante no CHSP e que muito contribuiu para a integração”, afirma o superintendente do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário.
Postado por Eduardo Nascimento em 19/fev/2016 -
A vistoria realizada em 27 de janeiro pelo prefeito Donisete Braga nas obras de reforma estrutural do Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini, em Mauá, começou pelo pronto-socorro. Acompanhado pelo secretário de Saúde, Luís Fernando Tofani, pelo superintendente do hospital, José Alexandre Buso Weiller, e equipe técnica, o prefeito circulou também pela reestruturação da maternidade e conferiu a nova ala psiquiátrica. A reforma faz parte da proposta do Novo Nardini, que prevê reformulação completa de todo o hospital.
“Pedimos a compreensão da população pelos transtornos causados pela obra estrutural, porque tivemos que remanejar pessoas e setores. O hospital tem quase 35 anos e nunca teve uma reforma desta magnitude”, explicou o prefeito. Segundo o chefe do Executivo, a Administração utiliza o conceito de reformar e ampliar os serviços, ao invés de construir novos, o que economiza investimentos e potencializa a utilização dos espaços.
NOVO NARDINI
O Projeto Novo Nardini terá a reformulação completa de todo o hospital. O início das obras foi em 2015, pelo pronto-socorro (1º andar) e maternidade (4º andar). A primeira intervenção tem 15% das obras prontas no PS, custeada pelo Governo do Estado, no valor de R$ 6,5 milhões. A próxima etapa inclui a instalação de vigas de sustentação da nova estrutura. “É uma reforma estrutural gigantesca e poderemos atender mais pacientes com mais qualidade”, afirmou o diretor clínico, Dr. Alisson Takeo Tsuge. O médico destaca que uma parte importante da reforma é o fato de que as especialidades terão setores próprios, o que não acontecia antes, melhorando também as condições de atendimento e de trabalho.
A reforma da maternidade já está 30% pronta, custeada por meio de emenda parlamentar. O valor de R$ 3,1 milhões também garantiu a compra e recebimento de 62 poltronas hospitalares, 40 camas hospitalares, 44 escadas dois degraus, 42 suportes de soro, incubadoras neonatais, aparelho de ultrassonografia, biombos e bisturis elétricos, entre outros itens.
Atualmente as intervenções estão nas áreas de cinco leitos de pré-parto, parto e pós-parto. A melhoria da ambiência vai ampliar a atenção humanizada ao parto e nascimento para gestantes e recém-nascidos. O projeto de reforma já foi aprovado pelo Corpo de Bombeiros para toda a área da maternidade (1.463 m²).