Nove unidades da FUABC conquistam certificados por desafios sustentáveis

Postado por Maíra Oliveira em 29/dez/2021 -

Nove unidades de saúde gerenciadas pela Fundação do ABC conquistaram este ano os certificados de reconhecimento pela participação no Ciclo 2020/2021 dos desafios sustentáveis preconizados pelo Projeto Hospitais Saudáveis (PHS), vinculado à Rede Global de Hospitais Verdes e Saudáveis (RGHVS).

Anualmente, desde 2014, as instituições membros do PHS e da RGHVS são reconhecidas pela participação em todas as etapas e conclusão do envio de indicadores referentes ao ‘Desafio a Saúde pelo Clima’ e do ‘Desafio Resíduos de Serviços de Saúde’. A partir de 2021 também foram reconhecidas as participações nos ‘Desafio Energia’ e no ‘Desafio Compras Sustentáveis’.

Respectivamente, os desafios incentivam o setor de saúde brasileiro a aprimorar práticas de gestão de resíduos de serviços de saúde, com foco na ampliação da reciclagem e segregação; estimulam a redução progressiva de emissões de gases de efeito estufa; intensificam ações de eficiência energética e incremento do uso de energia renovável; e mobilizam organizações de saúde a adotarem políticas de compras sustentáveis alinhadas à defesa da saúde pública, com estímulo ao consumo de produtos e serviços menos lesivos ao meio ambiente.

DESAFIOS

Cumpriram o ‘Desafio Resíduos de Serviços de Saúde’ as unidades da FUABC: AME Mauá; AME Itapevi; Hospital Estadual Mário Covas e Centro Universitário FMABC, ambos em Santo André; Instituto de Infectologia Emílio Ribas II do Guarujá; Hospital Nardini de Mauá; UPA São João e Pronto Atendimento Maria Dirce, em Guarulhos; e o Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário do Estado de São Paulo (CHSP).

Foram certificadas no ‘Desafio a Saúde pelo Clima’ as unidades: AME Mauá, AME Itapevi, Instituto de Infectologia Emílio Ribas II do Guarujá, Hospital Nardini de Mauá e o CHSP. O Nardini também foi reconhecido por cumprir as metas do ‘Desafio Energia’.

FUABC termina 2021 no ranking das maiores organizações do País

Postado por Maíra Oliveira em 28/dez/2021 -

Instituição ocupa posições de destaque em levantamentos nacionais como “Valor 1000”, “Anuário 360°” e “Melhores & Maiores”

 

A Fundação do ABC encerra 2021 no ranking das maiores organizações do País. Divulgada no segundo semestre, edição do ranking “Valor 1000”, do jornal Valor Econômico, listou as 1.000 maiores empresas do País e classificou a Fundação do ABC em 264° lugar. Ao filtrar o ranking por categorias, a instituição do ABC é a 7ª maior do País em sua área de atuação, a de “Serviços Médicos”.

Outra publicação recente é o Anuário 360° da Revista Época Negócios, que reúne as 500 maiores empresas do Brasil. Conforme levantamento do periódico, a FUABC ocupa a 266ª posição no ranking nacional e está em 14º lugar entre as maiores de sua categoria, a “Saúde”.

CRESCIMENTO

Não é de hoje que a Fundação do ABC se destaca em seu segmento. Em 2020, por exemplo, a entidade integrou a edição especial “Melhores & Maiores” da Revista Exame, que reconhece o sucesso das empresas que movimentam os mais importantes setores da economia nacional. Entre as 500 empresas listadas, a Fundação do ABC ocupava a 345ª colocação. Em seu segmento, de “Serviços de Saúde”, foi considerada a 17ª maior empresa do País.

Também em 2020, a FUABC estava em 300° lugar no ranking “Valor 1000” e ocupava a posição de 9ª maior do País na área de “Serviços Médicos” – o que demonstra o grau de avanço da instituição na comparação com o levantamento do Valor Econômico divulgado em 2021.

REFERÊNCIA

A Fundação do ABC foi criada em 1967 pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, com objetivo de implantar uma faculdade de medicina na região do ABC Paulista. Deu certo! Em 1969, surgia a Faculdade de Medicina do ABC – hoje Centro Universitário FMABC, uma referência nacional em ensino, pesquisa, extensão e assistência.

Caracterizada como pessoa jurídica de direito privado, qualificada como Organização Social de Saúde e entidade filantrópica de assistência social, saúde e educação, a Fundação do ABC é declarada instituição de Utilidade Pública nos âmbitos federal e estadual e na cidade-sede de Santo André. Em 2007 foi reconhecida como Entidade Benemérita pelas Câmaras de Vereadores de São Bernardo e São Caetano e, em 2009, pela Câmara de Santo André.

Ao longo dos anos, a FUABC foi se consolidando cada vez mais como parceira estratégica de municípios e do Governo do Estado de São Paulo para a gestão de equipamentos públicos de saúde, primando pela qualidade no atendimento, alta resolutividade e humanização. Com mais de 50 anos de tradição, hoje está presente em unidades de saúde instaladas em Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá, Diadema, Guarulhos, Itatiba, Itapevi, Sorocaba, São Paulo (Capital) e Mogi das Cruzes, além de Praia Grande, Santos e Guarujá.

A entidade conta com mais de 26 mil funcionários diretos e orçamento anual de R$ 2,9 bilhões. Responde pela gestão de 18 hospitais e 6 Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), além do Centro Universitário FMABC e de uma Central de Convênios, que está à frente de dezenas de unidades nas áreas de Atenção Básica, Saúde Mental, Urgência e Emergência, entre outras.

Anualmente, a rede de saúde da Fundação do ABC realiza mais de 5 milhões de consultas e atendimentos, além de 68 mil cirurgias, 83,5 mil internações e 12,6 milhões de exames e procedimentos.

Hospital Municipal de Mogi é referência para rastreamento da nova variante Ômicron

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Principal polo de atendimento da Covid-19 no Alto Tietê, o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes agora também é referência para o rastreamento da Ômicron. Pessoas com histórico de deslocamento ou contato com alguém que veio do continente africano, e sintomas do novo coronavírus, devem procurar o Pronto Atendimento 24 horas. O endereço é Rua Guttermann, nº 577, em Braz Cubas.

As amostras dos casos suspeitos são encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, para sequenciamento e identificação da nova cepa. De acordo com o protocolo do Governo do Estado, devem ser coletadas amostras de passageiros e/ou aqueles que apresentarem “Termo de Controle de Saúde do Viajante da ANVISA” com histórico de deslocamento para África do Sul e demais países com transmissão sustentada de Covid-19 pela variante Ômicron, nos últimos 14 dias.

A coleta do material para análise (RT-PCR) deverá ocorrer entre o quinto e sexto dia após o desembarque para detecção precoce de casos. E, seja qual for o resultado, o paciente será orientado pelo isolamento social por 14 dias.

ROTINA

Os mogianos que apresentarem sintomas da Covid-19 sem histórico de deslocamento para o continente africano ou contato com alguém nessa situação podem continuar buscando atendimento nas unidades de referência ou UPAs 24 horas, dentro da rotina.

Todas as unidades de referência realizam uma triagem inicial e classificação de risco pelo enfermeiro, com objetivo de verificar os principais sintomas e sinais como pressão arterial, temperatura e oxigenação. Os principais sintomas do Covid-19 são febre, dor de cabeça, dor no corpo, coriza e falta de ar.

PAI-BS revisa protocolo de medicações para evitar riscos de morte súbita cardíaca

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

A equipe do Polo de Atenção Intensiva (PAI) em Saúde Mental da Baixada Santista desenvolveu trabalho que foca na redução do risco de morte súbita cardíaca provocada por medicações em pacientes internados. O projeto foi baseado na análise do “Intervalo QT”, que é a medida feita em um eletrocardiograma (ECG) usado para avaliar algumas das propriedades elétricas do coração.

Dos 193 pacientes analisados, 10,8% apresentavam Intervalo QT superior a 500ms, tendo potencial para apresentarem Torsades de Pointes, uma arritmia potencialmente letal. A unidade, então, implantou um protocolo, um algoritmo e contratou um serviço que lauda os ECGs, fazendo a medição do intervalo QT pelo valor de R$ 8,00 a unidade, o que é muito pouco em se tratando de uma ação preventiva para um risco de morte súbita cardíaca.

Pelo protocolo, na admissão são realizados um ECG e exames laboratoriais e são avaliados os seguintes fatores de ris­co: a) sexo feminino e idade superior a 60 anos; b) condições médicas, tais como: uso de drogas ilícitas há menos de 48 ho­ras, dependência de álcool e tabagismo, hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes, obesidade, histórico de doença cardíaca, renal ou hepática; c) uso de substâncias que aumentem o intervalo QT; d) uso de fármacos que causem hipopotassemia; e) tratamento com medicamentos que podem causar bradicardia; f) histórico familiar de QT longo ou QT longo congênito; e g) car­dioversão recente.

O resultado do trabalho provocou mudanças nas medicações aos pacientes monitorados, bem como a prescrição de fármacos que não produzem alterações do Intervalo QT. Os pacientes, portanto, passaram a ser medicados com maior segurança e menor risco. Valores de QTs iguais ou superiores a 500ms, por exemplo, implicam na suspensão imediata da medicação em uso.

A iniciativa foi inscrita na primeira edição do concurso do Programa Feito pela Gente, da Fundação do ABC, e conquistou a terceira colocação.

Hospital Estadual Mário Covas implanta alta segura com discussão interdisciplinar

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Nos últimos anos as políticas públicas de saúde têm enfrentado desafios por conta das mudanças demográficas da sociedade brasileira. Com a pandemia, esse quadro se agravou. O adoecimento pela Covid-19 somado ao envelhecimento populacional e acometimento das doenças crônicas contribuem para o desafio de zelar e cuidar da saúde da população de forma equânime e sustentável. No contexto do adoecimento e da internação prolongados, os hospitais vivenciam a rotina de gerir leitos com doentes que exigem longa permanência.

Considerando este cenário, as equipes do Hospital Estadual Mário Covas estruturaram uma pesquisa qualitativa e quantitativa para monitorar as altas de 71 pacientes que exigiam maior complexidade de cuidados. O período de observação foi entre janeiro e agosto de 2021. Em geral, os pacientes selecionados para o projeto estavam em programação de alta ou em uso/desmame de dispositivos, como: ostomia, sonda, oxigenioterapia, traqueostomia, fístula ou lesões de pele, além de acamados. O contato para a entrevista deu-se via telefone após 15 dias da data da alta hospitalar. Na ocasião foram fornecidas aos pacientes e cuidadores orientações individualizadas e adequadas às necessidades específicas.

No início do projeto, 20% dos cuidadores ou pacientes afirmavam ter recebido orientações efetivas sobre os cuidados e limitações no pós-alta. Esse índice saltou para 78% após o período de observação. As dúvidas relacionadas à administração das medicações prescritas no ato da alta hospitalar levaram a equipe a elaborar um plano de ação junto ao setor de Farmácia para garantir orientações mais assertivas. A unidade utilizou o índice Net Promoter Score (NPS), metodologia reconhecida internacionalmente, que possibilita realizar uma pesquisa de satisfação dos usuários e obter um “termômetro” da percepção dos usuários perante os serviços ou determinado projeto. No caso do Hospital Mário Covas, a unidade iniciou o trabalho na “Zona Crítica”, com pontuação entre -100 a 0, e migrou para a “Zona de Perfeição”, que oscila entre 76 e 100, mantendo uma média positiva.

A iniciativa foi inscrita na primeira edição do concurso do Programa Feito pela Gente e conquistou a segunda colocação.

Hospital Santa Cecília cria ‘Sala do Adeus’ para despedida humanizada a familiares

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Espaço humanizado oferece conforto e privacidade aos familiares dos pacientes

A primeira colocação no concurso 2021 do Programa Feito Pela Gente, da FUABC, ficou com projeto desenvolvido no Hospital Estadual Metropolitano Santa Cecília. Vocacionada ao atendimento de casos de Covid-19, a unidade precisou adaptar a estrutura e o atendimento às famílias que perderam seus entes queridos durante a pandemia. Com isso, muitas alterações de rotina foram promovidas nas instituições de saúde. Um dos aspectos mais relevantes, que faz parte do dia a dia de profissionais de saúde e familiares, é a convivência inesperada, intensa e contínua com a morte. O fato propiciou às equipes da unidade novas estratégias de humanização e acolhimento, alinhadas à segurança sanitária necessária para que familiares não fossem expostos aos riscos de contaminação pela doença. Desta forma, nasceu o projeto “Sala do Adeus”, um espaço exclusivo para atendimento de familiares que perderam seus pacientes em razão da Covid-19.

A unidade montou dentro do morgue uma saleta isolada com ampla janela de vidro blindado e fechada com persiana, faceando com a “Sala do Adeus”, onde ficam os familiares. Na prática, o acolhimento das famílias para o comunicado do óbito se faz por meio da equipe multiprofissional composta por médico, psicóloga e assistente social. Ao chegarem ao hospital, os familiares são direcionados ao espaço, onde são recebidos pelo médico e informados sobre a causa morte. Em seguida, a psicóloga realiza o acolhimento e oferta escuta e apoio emocional aos familiares. Quando a psicóloga percebe que os familiares estão mais estáveis emocionalmente, a mesma os convida para a despedida ofertando a possibilidade do reconhecimento. Um dos principais diferenciais do serviço foi justamente proporcionar essa íntima e silenciosa despedida aos familiares, uma vez que as visitas presenciais durante a internação estavam suspensas em praticamente todos os serviços destinados ao atendimento de casos de Covid-19.

Os familiares também recebem todas as orientações da equipe de Serviço Social quanto aos trâmites funerários. O trabalho traz o relato, inclusive, de três experiências com familiares de vítimas da doença que marcaram positivamente os profissionais envolvidos no atendimento.

Hospital Nardini e unidades de Itatiba conscientizam sobre ‘Dezembro Vermelho’

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Colaboradores do Hospital Nardini em evento sobre a campanha

O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Nardini, em Mauá, promoveu palestras de sensibilização referentes à campanha Dezembro Vermelho, alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, celebrado em 1º de dezembro. A ação foi realizada no auditório da unidade, e também de forma itinerante, nos dias 3 e 6 de dezembro, sob coordenação do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) da unidade.

As atividades, conduzidas pela infectologista da SCIH, Dra. Fabíola Assis Ribeiro, envolveram 79 participantes e foram organizadas pelo enfermeiro do setor, Michel Faria Barros, especialista em SCIH.

A campanha Dezembro Vermelho, instituída pela Lei nº 13.504/2017, marca uma grande mobilização nacional na luta contra o vírus HIV, a Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), chamando a atenção para a prevenção, a assistência e a proteção dos direitos das pessoas infectadas pelo HIV.

 

Decoração na ESF Nações, em Itatiba

ITATIBA

As 13 unidades de saúde de Itatiba, no interior de São Paulo, gerenciadas pela FUABC, realizaram palestras e discussões com a população sobre a conscientização do HIV/AIDS no dia 1º de dezembro. Na unidade de Estratégia de Saúde da Família (ESF) San Francisco 1, as dentistas Natália Buzolli e Ligia Cremonesi, e a auxiliar de saúde bucal Angela Nery Cesar, prepararam um evento para todos os pacientes da unidade. Foram oferecidos preservativos, kits de higiene e orientações sobre HIV/AIDS, Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PREP) e Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP).

DADOS

O Dia Mundial da Luta Contra a AIDS foi criado com intuito de reduzir o preconceito contra a doença. Apesar da maior parte da população ter conhecimento sobre a forma de transmissão, a desinformação ainda gera discriminação contra os portadores. Por isso, a campanha ‘Dezembro Vermelho’ chama atenção para a doença infecciosa transmitida pelo vírus HIV. Conforme dados do Ministério da Saúde, 694 mil pessoas estão em tratamento no Brasil. Somente em 2021, 45 mil novos pacientes iniciaram a terapia antirretroviral. Com isso, o tratamento já chega a 81% das pessoas diagnosticadas com HIV em todo o País. Além disso, 92% das pessoas em tratamento já atingiram o estágio de estarem indetectáveis, ou seja, não transmitem o vírus e conseguem manter a qualidade de vida sem manifestar os sintomas da AIDS.

Em Mauá, Hospital Nardini inicia exames de mamografia para zerar fila de espera

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

O prefeito de Mauá, Marcelo Oliveira, e a diretora-geral do hospital, Dra. Adlin Savino Veduato – Foto: Divulgação/PMM

Pela primeira vez, a cidade de Mauá realiza exames de mamografia no Hospital Nardini. Os atendimentos às pacientes começaram no dia 15 de dezembro, mediante agendamento prévio, dois dias após a instalação do aparelho na unidade. O exame de mamografia é o mais utilizado para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Até o fim do ano a previsão é de realizar, pelo menos, 464 mamografias.

Em janeiro, 8 mil mulheres aguardavam pelo exame no município. Atualmente, há pouco mais de 5 mil por conta da atualização da fila. A Prefeitura assinou neste mês contrato que garante a realização de 5 mil mamografias. Os agendamentos das pacientes que esperavam pelo serviço – algumas delas desde 2020 – começaram a ser realizados em 3 de dezembro.

“É um momento de muita felicidade, uma alegria dupla. Primeiro por ser diretora do hospital que é referência para tantos pacientes, e segundo por ser mulher. É um anseio antigo da população feminina de Mauá. Uma conquista imensurável para as mulheres da cidade. Agradecemos o empenho da Prefeitura e pelo cumprimento da promessa de trazer o equipamento ao nosso hospital. Algo que parecia distante, mas que hoje é realidade”, celebra a diretora-geral do Nardini, Dra. Adlin Savino Veduato.

O acordo foi firmado graças a emenda parlamentar federal de 2021, que destinou R$ 770 mil para a saúde do município, dos quais R$ 275 mil servirão para custear os exames. A previsão é de 30 mamografias por dia – ou 720 mensais.

Antes, as pacientes que necessitavam de mamografia na cidade passavam com o médico da UBS (Unidade Básica de Saúde) e tinham os dados inseridos no SISREG (Sistema de Regulação), que as encaminhava para os serviços de referência estaduais.

A DOENÇA

O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre as mulheres brasileiras. Pode ser percebido a partir de um caroço no seio, seguido ou não de dor.

O Ministério da Saúde recomenda que as mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Em pacientes com histórico de casos de câncer de mama na família, o médico pode pedir o exame, independentemente da idade e em intervalos mais frequentes.

A verificação realizada em casa, apalpando os seios, ajuda no conhecimento do corpo, mas não substitui a investigação clínica. Se for observada alguma alteração, a paciente deve procurar o serviço de saúde.

AME Sorocaba organiza ‘Café com a Direção’ para promover interação entre colaboradores

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Evento também marcou a entrega da ‘Casa de Apoio’, área de espera exclusiva para pacientes que aguardam transporte

 

Funcionários reunidos para celebração com Diretoria

O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Sorocaba realizou dias 6, 7 e 8 de dezembro um evento chamado “Café com a Direção”. O objetivo foi aproximar os colaboradores por meio de um bate-papo com membros da Diretoria, sem prejuízos ao funcionamento da unidade. O evento também marcou a celebração do aniversário de um ano de gestão da Fundação do ABC, que teve início em novembro de 2020.

Foi apresentada aos funcionários uma linha do tempo com alguns momentos importantes da unidade, com discussão de assuntos pertinentes à rotina do equipamento. “O AME Sorocaba está em tempo de mudança na cultura organizacional, balizada nas diretrizes da Mantenedora. Diante disso, utilizamos este café como uma ferramenta para escutar os colaboradores e entender seus anseios e desejos para o próximo ano. O foco é obter uma aliança participativa para o crescimento e desenvolvimento do ambulatório”, explica a coordenadora de Recursos Humanos, Luana Conrado Moura.

CASA DE APOIO

Na ocasião, também foi apresentada a nova ‘Casa de Apoio’, que mudou de endereço. Trata-se de um imóvel de aproximadamente 200m² dividido em dois andares. O térreo é destinado somente a esta função. Já o pavimento superior é utilizado como sede dos setores administrativos do AME. Os colaboradores fizeram um ‘tour’ para conhecer o novo espaço.

O local é destinado ao acolhimento de pacientes que não estão em horário de atendimento e que aguardam transporte para seus municípios. O AME Sorocaba é referência para atendimento da população de 48 municípios. Com a mudança e a proximidade, além de maior comodidade aos pacientes, setores como a copa de colaboradores, almoxarifado, sala de descanso e Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME) puderam ser alocados no próprio ambulatório, trazendo maior conforto aos colaboradores.

A estrutura conta com banheiros, televisores, longarinas, mesas de refeições, tomadas para carregamento de celulares e micro-ondas. Visando o conforto dos usuários, um dos ambientes é climatizado com ar-condicionado e as áreas externas com ventiladores. Além disso, a área dispõe de filtros de água, café e leite durante o período da manhã. Não há atendimento assistencial no local. A área funciona somente como área de espera.

 

Projeto do Hospital de Mogi é homenageado em simpósio sobre saúde e combate à Covid-19

Postado por Maíra Oliveira em 17/dez/2021 -

Equipe do HMMC e da Secretaria de Saúde de Mogi

Projeto do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC), unidade gerenciada pela Fundação do ABC, foi um dos homenageados no Simpósio de Saúde do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), promovido dia 14 de dezembro no Guararema Parque Hotel, na Grande São Paulo. O trabalho premiado foi “Estratégias de acolhimento ao paciente e familiar frente à Covid-19 no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes”.

O simpósio reuniu autoridades públicas e especialistas em saúde e epidemiologia para a apresentação e premiação de municípios pelos projetos realizados no enfrentamento e combate à Covid-19. O evento recebeu mais de 180 pessoas e contou com a inscrição de projetos das secretarias de Saúde das cidades de Mogi das Cruzes, Arujá, Poá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Biritiba Mirim, Santa Branca, Salesópolis e Santa Isabel.

No início da pandemia, o HMMC implementou diversas ferramentas para viabilizar o contato entre familiar e paciente, com foco em ações de humanização e acolhimento. Para tanto, foram criadas metodologias para ofertar segurança nas informações entregues aos familiares, construindo uma relação terapêutica entre equipes, pacientes e parentes.

As iniciativas foram embasadas no Plano Nacional de Humanização (PNH). São elas: visita guiada, videochamada, videoconferência, conferência familiar, boletim médico telefonado e escola de cuidadores para capacitação do familiar e segmento do tratamento no contexto residencial.

“Trata-se do resultado de um esforço coletivo de todos os colaboradores, com quem partilho integralmente esta homenagem. A partir de um grupo de pacientes e familiares monitorados, evidenciamos a evolução positiva dos pacientes que apresentavam quadros de ansiedade, ofertamos acolhimento humanizado ao familiar que residia em outro município, ou até país, e orientamos sobre tratamentos adequados em domicílio. Os resultados alcançados repercutiram diretamente nos cuidados prestados em todo o hospital e provocaram uma mudança significativa na metodologia de trabalho da equipe multiprofissional”, explica a diretora-geral da unidade, Heloísa Molinari Nascimento.

O projeto tem como autores: Amanda Corrêa da Cruz, Elcio Tamagawa, Fernanda Rubia Negrão Alves e Heloísa Molinari Calderon Nascimento.