Hospital da Mulher comemora Semana do Aleitamento Materno

Postado por Eduardo Nascimento em 31/jul/2015 -

A Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) faz parte da história mundial focada na sobrevivência, proteção e desenvolvimento da criança. Neste ano, o Hospital da Mulher “Maria José dos Santos Stein”, de Santo André, preparou programação especial pautada no tema “Amamentação e trabalho: para dar certo, o compromisso é de todos!”. Sob responsabilidade da Comissão de Aleitamento Materno da unidade, as atividades ocorrerão na primeira semana de agosto e envolverão o comércio da região.

A comissão entregará uma cartilha explicativa e de apoio ao aleitamento materno nos estabelecimentos comerciais no entorno do hospital. O objetivo será promover e apoiar o aleitamento em todos os setores, a fim de possibilitar que as mulheres permaneçam amamentando – inclusive após o retorno ao trabalho –, além de reforçar ações junto aos empregadores para que os locais de trabalho se tornem amigos da família – ou seja, que facilitem e apoiem ativamente as mulheres trabalhadoras a continuarem a amamentar.

Durante as ações da SMAM, o Hospital da Mulher também reforçará as orientações junto à população sobre os avanços mundiais mais recentes dos direitos de Proteção à Maternidade e buscará aumentar a conscientização sobre a necessidade de fortalecer a legislação nacional e sua implementação. “O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da criança. Promover a importância do aleitamento materno no local de trabalho é também auxiliar na redução da morbimortalidade materna e infantil, além de assegurar mais saúde para as mães e para os bebês. O bebê que é amamentado tem mais garantia de uma vida saudável, e a mãe que amamenta se torna uma mulher realizada”, afirma a nutricionista responsável pelo Banco de Leite Humano do Hospital da Mulher de Santo André, Elisabete Tavares.

CELEBRAÇÃO GLOBAL

A Semana Mundial de Aleitamento Materno é considerada veículo para promoção da amamentação. Ocorre em 120 países e é celebrada oficialmente de 1º a 7 de agosto. A cada ano é definido um tema central a ser trabalhado, mas tanto a data quanto a temática podem ser adaptadas à realidade do país, a fim de que sejam obtidos melhores resultados com o evento.

O Ministério da Saúde coordena a Semana Mundial de Aleitamento Materno no Brasil desde 1999, respondendo pela adaptação do tema, elaboração e distribuição de materiais de divulgação. As ações contam com apoio de organismos internacionais, secretarias de saúde estaduais e municipais, Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, hospitais amigos da criança, sociedades de classe e ONGs.

Atividades desenvolvidas na promoção e incentivo ao aleitamento materno no Hospital da Mulher são:

– Atendimento individual às nutrizes para orientação sobre a importância do aleitamento materno, técnicas de massagem, ordenha, estocagem e conservação do leite humano.

– Visitas domiciliares para incentivo das práticas de aleitamento materno e coleta do leite humano.

– Reuniões semanais com as nutrizes para orientações e troca de experiências sobre a importância e fisiologia do aleitamento materno (produção e liberação do leite materno, papel do eixo hormonal e da alimentação equilibrada), além de instrumentalizar as mesmas sobre o posicionamento do recém-nascido e a “pega” correta no seio materno.

– Participação e divulgação da Semana Mundial da Amamentação através de atividades de incentivo ao aleitamento materno, tanto em ambiente hospitalar (grupos com as mães de crianças e adolescentes hospitalizados, trabalhos pedagógicos desenvolvidos na classe hospitalar) como na comunidade (feiras de prevenção em saúde, palestras, cartazes e panfletos).

– Esclarecimento contínuo da comunidade sobre o aleitamento materno e utilização da mídia para informações, quando necessário.

– Participação em campanhas de incentivo ao aleitamento materno.

– Capacitação dos sujeitos de ação em aleitamento materno e bancos de leite.

– Organização e participação em cursos sobre o aleitamento materno, aconselhamento em amamentação e bancos de leite, bem como nos de manejo e promoção do aleitamento materno e bancos de leite.

Participação popular engrena campanha do agasalho no Hospital Nardini

Postado por Eduardo Nascimento em 31/jul/2015 -

Mais uma vez o Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini contabiliza a solidariedade da população de Mauá. A campanha do agasalho da unidade, organizada em parceria com a Associação de Voluntários Calor Humano, recebeu 1.446 itens como casacos, calças, camisetas e tênis. O montante, que passou por triagem e higienização, é destinado aos pacientes e acompanhantes que vivem em situação de vulnerabilidade social e passam por dificuldades durante a estação mais fria do ano.

A contribuição de cerca de 80% das doações partiu da comunidade mauaense, já o restante foi doado pelos funcionários do hospital. O envolvimento popular com a causa é motivo de orgulho da presidente da entidade, Bete Dorta. “Mais uma vez os moradores de Mauá atenderam ao nosso chamado e ficamos bastante satisfeitos com o reconhecimento da nossa causa. Nossos voluntários trabalharam com muito empenho durante essa campanha, especialmente pela motivação em cooperar junto à nova gestão do hospital, que desde que assumiu nos dá respaldo e prioriza a humanização e o cuidado ao paciente”.

Como forma de agradecer a mobilização da população, a presidente da associação dedicou o evento aos acompanhantes que estavam no hospital. Após o anúncio do balanço oficial, uma mesa de bolos e chá foi servida e dezenas de usuários desceram das clínicas onde acompanhavam os pacientes para integrar a celebração junto aos funcionários.

VOLUNTARIADO

A Associação Voluntariado Calor Humano atua há 23 anos no Hospital Nardini e presta atendimento gratuito aos usuários do hospital. Além de oferecer palavras de acolhimento e incentivo para pacientes nos leitos, é responsável por arrecadar diversas doações como enxovais, roupas, agasalhos, chinelos, utensílios domésticos e de higiene pessoal para os usuários.

Faculdade lança Revista MedABC com orientações gerais de saúde à população

Postado por Eduardo Nascimento em 23/jul/2015 -

Depois de 19 anos e 147 edições do jornal Crescendo ABC, cujo alvo é o público interno da instituição, a Faculdade de Medicina do ABC inova e lança neste julho mais um veículo de comunicação: a Revista MedABC. Trata-se de publicação com periodicidade mensal e tiragem de 60 mil exemplares, que tem como objetivo central alcançar o público leigo e passar orientações que favoreçam a prevenção de doenças, a promoção da saúde e a busca pelo tratamento e acompanhamento adequados.

A Revista MedABC nasceu da preocupação da Fundação do ABC – mantenedora da faculdade – em melhorar qualidade de vida da população. Por meio deste novo veículo de comunicação, FUABC e FMABC buscarão levar informações que estimulem mudanças no estilo de vida, como a prática de atividades físicas regulares, reeducação alimentar e adoção de hábitos saudáveis. Para isso, o periódico conta com a consultoria de experts em saúde: os professores da Faculdade de Medicina do ABC e profissionais que atuam nos hospitais da FUABC.

“Com a ampliação dos planos de trabalho da Fundação do ABC e novas unidades em cidades como Guarulhos e Osasco, por exemplo, enxergamos a oportunidade e o momento ideais para desenvolver esse novo projeto. A partir de agora, a população do ABC e também os usuários de hospitais e serviços de saúde da FUABC nos demais municípios terão à disposição uma revista sobre saúde, feita pelos nossos especialistas em saúde”, explica o diretor da Faculdade de Medicina do ABC, Dr. Adilson Casemiro Pires.

Com 8 páginas, totalmente colorido e com grande destaque para fotos e ilustrações, o primeiro número da Revista MedABC traz como matéria principal os cuidados com as doenças de inverno, dicas para prevenção e as diferenças entre gripe, resfriado e alergia. A edição piloto também conta com artigos sobre a piora da caspa com a chegada do inverno, alergias respiratórias, dor de ouvido em recém-nascidos, entre outros temas. “Nosso objetivo principal é ampliar o conhecimento das pessoas sobre saúde e sobre prevenção de doenças, com consequente impacto positivo na qualidade de vida. Já de início serão 60 mil exemplares distribuídos mensalmente, mas esperamos que com o passar do tempo consigamos ampliar ainda mais essa tiragem e atingir mais e mais pessoas. Queremos alertar para problemas frequentes e possibilitar que a população, por meio da informação, consiga buscar alternativas preventivas ou mesmo o atendimento precoce frente aos primeiros sinais e sintomas de alguma doença”, completa Dr. Adilson Casemiro Pires.

A distribuição da Revista MedABC será feita prioritariamente na região do ABC Paulista, com entregas pontuais também nas unidades administradas pela Fundação do ABC em Mauá, Rio Grande da Serra, Franco da Rocha, Francisco Morato, Caieiras, Osasco, Guarulhos, Praia Grande e Guarujá.

Obras no pronto-socorro do Nardini alteram entrada de pacientes

Postado por Eduardo Nascimento em 23/jul/2015 -

A partir de segunda-feira (27/07) o usuário que se dirigir ao pronto-socorro do Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini, em Mauá, precisará acessá-lo a partir de uma nova porta de entrada. As obras de reestruturação do andar, que começaram neste mês, exigiram remanejamento interno de alas, o que provocou algumas alterações no fluxo interno dos pacientes. A entrada do PS continua sendo feita pela Rua Regente Feijó, porém estará localizada ao lado da área das ambulâncias (à esquerda da antiga entrada).

Para sinalizar as alterações à população, o hospital providenciou banners, placas, adesivos e cartazes. Além disso, uma equipe de Controladores de Acesso servirá de apoio para reforçar o monitoramento durante o período de transição. A previsão inicial de término das obras é de até 18 meses.

As primeiras áreas do PS que serão isoladas para início das obras são soroterapia e medicação, que já foram transferidas para outros locais no mesmo andar. A reforma do 1º pavimento, custeada pelo Governo do Estado, está orçada em R$ 6,5 milhões e integra o Projeto Novo Nardini, que contempla a reforma global do hospital e está alinhado às diretrizes de acolhimento e humanização do SUS (Sistema Único de Saúde). O objetivo da administração é transformar o antigo Nardini em um hospital referência no atendimento humanizado, com instalações modernas, nova ambiência e equipamentos, e principalmente com potencial técnico para garantir assistência qualificada aos usuários de toda a microrregião composta por Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

A empresa responsável pelos trabalhos fará as obras por etapas e não haverá interrupção dos serviços no pronto-socorro, uma vez que toda a demanda continuará sujeita à Classificação de Risco com acolhimento triado pela Enfermagem. Atualmente o PS da unidade, que realiza média de 6.000 atendimentos mensais de Urgência e Emergência, atende as especialidades de Ortopedia, Psiquiatria, Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia. Após as obras, a nova estrutura do PS contará com Enfermaria de Retaguarda (20 leitos), Área Verde (23 poltronas de observação), Área Amarela (8 macas de observação), Sala Vermelha (7 leitos de urgência), salas de emergência obstétrica, consultório odontológico, entre outras áreas. No primeiro andar também estão localizados 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e unidades de apoio como Nutrição e Farmácia.

MATERNIDADE

Outra área do hospital que recebe importante intervenção estrutural é a Maternidade, localizada no 4º andar. As obras para reforma completa do setor começaram neste mês em cinco leitos e a previsão é de que os trabalhos durem até 12 meses. O andar foi bloqueado e o atendimento às gestantes foi transferido para o pavimento superior. Entre janeiro e junho deste ano a maternidade do Hospital Nardini realizou 814 partos, sendo média mensal de 135 nascimentos.

A nova estrutura será composta por uma unidade com 19 leitos de PPP (pré-parto, parto, puerpério), sendo 10 deles como Centro de Parto Normal, 10 leitos de UTI Neonatal, 15 leitos de cuidados intermediários e 5 leitos na Unidade Mamãe Canguru. A reforma também possibilitará a construção de um novo e moderno Centro Obstétrico.

O investimento total será de R$ 5,3 milhões, sendo R$ 3,3 milhões da emenda parlamentar da senadora Marta Suplicy e o restante de recursos do Ministério da Saúde oriundos da Rede Cegonha (R$ 540 mil) e de contrapartida municipal de cerca de R$ 326 mil. Todas as fases de construção do projeto Novo Nardini respeitarão cronograma para que seja possível atender os pacientes sem provocar aumento do risco assistencial.

Ex-Alunos da MedABC organizam feijoada com show do grupo Fundo de Quintal

Postado por Eduardo Nascimento em 23/jul/2015 -

Com mais de 45 anos de história, a Faculdade de Medicina do ABC não é destaque apenas na área acadêmica, com ensino de ponta, assistência, extensão e pesquisa. Neste 2015, a instituição se lança no campo do showbiz e promove a “FeijucAssex” – feijoada organizada pela ASSEX – Associação dos Ex-Alunos da FMABC, que levará ao campus universitário show com o grupo Fundo de Quintal.

Com intuito de promover a confraternização entre todas as turmas formadas na FMABC, o encontro ocorrerá em 22 de agosto (sábado), das 12h às 23h, no Ginásio Poliesportivo da faculdade. O convite a R$ 200,00 dá direito a feijoada completa e bebida à vontade. Também haverá show do grupo Chinelo do Saci e apresentação do DJ Manteiga.

A apresentação ao vivo do grupo Fundo de Quintal marcará a quarta edição da FeijucAssex. Nos anos anteriores, o campus universitário recebeu nomes como Jorge Aragão, Leci Brandão, Demônios da Garoa, Jair Rodrigues e Reinaldo, o “príncipe do pagode”.

Serviço: A FeijucAssex 2015 ocorrerá em 22 de agosto, das 12h às 23h – com buffet de feijoada à vontade das 13h às 18h. Haverá shows com os grupos Fundo de Quintal, Chinelo do Saci e apresentação do DJ Manteiga. Os ingressos também dão direito a cerveja, caipirinha, água e refrigerante, custam R$ 200,00 e estão à venda pelo e-mail assex@fmabc.br.

HMU-SBC tem assistência humanizada ao parto normal

Postado por Eduardo Nascimento em 23/jul/2015 -

Com o objetivo de valorizar o parto natural e garantir às mulheres o direito de participar ativamente do nascimento de seus filhos, o Hospital Municipal Universitário (HMU) de São Bernardo adota uma série de boas práticas que vem transformando a rotina da unidade e, sobretudo, beneficiando mães e bebês.

As medidas incluem capacitação profissional, adequação de materiais e equipamentos, revisão de procedimentos e melhorias na ambiência. As ações se baseiam nas diretrizes da Rede Cegonha, estratégia do Ministério da Saúde que visa garantir atenção humanizada durante o pré-natal, parto e puerpério, até os 2 anos de idade da criança.

“Nossa proposta é ser menos intervencionista. Cirurgias e outros procedimentos só devem ser realizados se houver indicação médica, e não como prática rotineira. E tudo deve ser esclarecido à paciente, para que ela tome ciência do que se passa com próprio corpo”, afirma a coordenadora da Obstetrícia do HMU, Silvana Giovanelli.

Hoje, a maioria dos partos realizados no HMU, 61%, são normais. O índice está dentro da média nacional para partos na rede pública. A proporção só não é ainda maior porque o hospital atende 100% da demanda de partos de alto risco – que muitas vezes exigem intervenção cirúrgica para evitar o sofrimento fetal e garantir a saúde da mãe. Além disso, 20% dos partos de baixo risco são encaminhados para um hospital estadual.

No HMU, as enfermeiras obstetras estão cada vez mais presentes. Elas conduzem o parto em parceria com a equipe médica e residentes nos casos classificados como baixo risco – ou seja, ausência de intercorrências como hipertensão, diabetes ou rompimento da bolsa gestacional antes da 37ª semana. Com isso, e também graças ao programa de educação permanente da equipe médica, a taxa de episiotomia – corte feito entre o ânus e a vagina para facilitar a passagem do bebê – caiu drasticamente. Em 2011, a cirurgia para aumentar a abertura vaginal era feita em 75,9% dos partos normais. Hoje, o índice está em 23%, apresentando redução muito significativa, apesar de ainda estar acima do considerado aceitável pela OMS (Organização Mundial da Saúde), de 10%.

ALÍVIO DA DOR

Outra novidade implementada pelo HMU é o uso de técnicas não farmacológicas para alívio da dor e desconforto. Desde março, 95% das pacientes que tiveram parto normal no hospital aderiram a essas estratégias. Na unidade de pré-parto, as mulheres têm à disposição os banhos terapêuticos no chuveiro e massagens. Além disso, são ensinados exercícios respiratórios e ofertados elementos como bola de pilates, o espaldar (conjunto de barras de madeira fixadas na parede) e “cavalinho”, espécie de cadeira com assento invertido. Esses instrumentos promovem o alongamento da região lombar, o relaxamento muscular e facilitam a dilatação durante o trabalho de parto.

CHM ocupa 1º lugar em notificação e captação de órgãos no Grande ABC

Postado por Eduardo Nascimento em 17/jul/2015 -

Entre os equipamentos do Grande ABC, o Centro Hospitalar Municipal de Santo André (CHM), ex-Santa Casa, ocupa atualmente o primeiro lugar no ranking do Estado como hospital notificador e captador de órgãos em casos de morte encefálica. Na classificação geral da Central de Transplantes, o complexo deixou a 11ª posição e subiu para a 6ª colocação entre os hospitais cadastrados no Estado de São Paulo, segundo o último levantamento – de 1º de janeiro a 11 de junho. Na prática, a mudança de posição representa 35 órgãos captados, dos quais 20 rins, um fígado e 14 córneas, doados efetivamente às pessoas que aguardavam em fila de espera. Em Santo André, atualmente são 215 na lista.

Para subir no ranking da Secretaria de Estado da Saúde, o CHM registrou neste ano, no mesmo período, 25 notificações e 10 efetivações de órgãos à Central de Transplantes de São Paulo. No Grande ABC, por exemplo, a unidade está à frente do Hospital Estadual Mário Covas (2º), em Santo André, e do Hospital Dr. Radamés Nardini (9º), em Mauá, além das unidades privadas – Hospital e Maternidade Brasil (11º) e Hospital Santa Helena (17º), ambas em território andreense.

O CHM também lidera a lista com vários outros equipamentos de São Paulo, principalmente os localizados na região da Zona Leste, casos do Hospital Municipal do Tatuapé (4º) e Hospital Público Municipal Ermelino Matarazzo (7º). Em 2013, o hospital público andreense ocupava o 33º lugar – quando a direção da unidade andreense reativou a Cihdott (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), hoje nomeada CIHT (Comissão Intra-hospitalar de Transplante).

De lá para cá, no total, 117 órgãos foram captados – a maioria rins (60). No primeiro trimestre do ano passado, das 12 notificações, dois corações para doação em uma verdadeira “operação de guerra” na luta para salvar duas vidas, conforme recordou o enfermeiro Paulo Cezar Ribeiro, coordenador da CIHT no CHM.

Para Ribeiro, o novo cenário do CHM no ranking geral do Estado representa, antes de tudo, o comprometimento da equipe com a causa, seguido da conscientização dos profissionais e do treinamento do grupo. “Mas ainda estamos longe do ideal. Do que chamamos de cultura de doação de órgãos”, ponderou o enfermeiro, especialista na área pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Atualmente são cinco profissionais que integram a comissão multidisciplinar, entre médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem.

Criar cultura de doação no âmbito hospitalar, segundo Ribeiro, é trazer a possibilidade de veicular informação, propiciar espaço de reflexão e medidas eficazes para que o processo ocorra de forma satisfatória. “Assim, viabilizaremos potenciais doadores, aumentaremos os números de captações e transplantes para diminuirmos a fila de espera de pessoas que aguardam por um órgão”, afirmou.

Neste caso, são funções dos integrantes da CIHT identificar potenciais doadores, fazer a abordagem de seus familiares nos casos de vítimas com morte encefálica e a articulação do CHM com a Central de Transplantes de São Paulo. “Fora a aceitação, o entendimento dos familiares nesse processo ainda é um entrave”, apontou o enfermeiro.

No Grande ABC, atualmente são 751 vidas à espera de uma chance de sobrevida, segundo dados da Central de Transplantes do Estado de São Paulo: Santo André (215), São Bernardo (221), São Caetano (54), Diadema (131), Mauá (95), Ribeirão Pires (25) e Rio Grande da Serra (10). O rim é o órgão com maior demanda: 677.

NOVOS EQUIPAMENTOS

A Secretaria de Saúde de Santo André entregou em 8 de junho 228 itens entre equipamentos nas áreas da atenção básica, especializada e urgência/emergência, além de computadores para informatização dos serviços de assistência farmacêutica e programas de imunização, entre outros. Na oportunidade, o prefeito Carlos Grana conheceu as instalações do almoxarifado da Pasta, no Jardim Silveira, onde ficam armazenados medicamentos, materiais de enfermagem e dietas para alimentação por sonda distribuídos à população na rede municipal.

Entre os equipamentos, destaque para o eletrocardiógrafo, que realiza exames de eletrocardiograma, e também para o cardioversor, com módulo DEA, que monitora os batimentos cardíacos e produz choque elétrico para reversão de paradas cardiorrespiratórias e arritmias. Algumas unidades receberam ainda o otoscópio, para avaliação médica do ouvido, o oxímetro de pulso, que mede indiretamente a quantidade de oxigênio no sangue, e o laringoscópio adulto e infantil, para o exame de laringe.

Para o secretário de Saúde, Dr. Homero Nepomuceno Duarte, os novos equipamentos qualificam o atendimento à população. Santo André é um dos 485 municípios do país, mais o Distrito Federal, contemplados no QualiSUS-Rede, projeto de formação e melhoria da qualidade da rede de atenção à saúde e vinculado ao Ministério da Saúde. O programa do Governo Federal, implementado há três anos, possui financiamento do Banco Mundial.

Entre os 124 computadores entregues, 47 foram destinados às farmácias da rede municipal, inclusive à rede de atenção psicossocial.  A iniciativa, neste caso, faz parte do Qualifar-SUS, Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde. Na prática, o reforço representa mais agilidade no atendimento ao usuário e melhor organização dos estoques de medicamentos. Também prevê a realização de cursos de capacitação aos profissionais e gestores da área. No Brasil, o Ministério da Saúde iniciou a distribuição de 5.112 computadores e 1.704 impressoras a laser para informatizar os serviços farmacêuticos dos municípios.

No caso de Santo André, os computadores também são direcionados às salas de vacina, a fim de propiciar os dados individuais sobre a situação epidemiológica da cidade, por local de ocorrência da imunização, para o planejamento das ações necessárias.

Professor da Medicina ABC comandará Congresso Brasileiro de Diabetes

Postado por Eduardo Nascimento em 17/jul/2015 -

Presidida pelo professor titular de Endocrinologia da Faculdade de Medicina do ABC, Dr. Fadlo Fraige Filho, a Associação Nacional de Assistência ao Diabético organiza de 23 a 26 de julho o 20º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, que ocorrerá das 8h às 18h no prédio da Universidade Paulista UNIP (Rua Vergueiro, 1.211, Paraíso – SP).

Maior motivo de cegueira e de amputações no Brasil e no mundo, o diabetes também representa 50% das causas para hemodiálise. É considerada uma das principais epidemias das últimas décadas, sendo doença de grande incidência e prevalência, que desperta grande interesse da comunidade científica – é a segunda maior doença em pesquisas que produzem novos conhecimentos e medicamentos.

O objetivo do congresso é levar os avanços da ciência para a prática diária no tratamento do diabetes, assim como discutir com gestores públicos a política de Diabetes no Brasil. Estão programados 44 simpósios e mais de 200 palestras, que serão apresentadas pelos maiores expoentes da saúde no país e por convidados internacionais. Também haverá oficinas, cursos multiprofissionais e apresentação de temas livres.

EXPOSIÇÃO E LANÇAMENTOS

Conjuntamente ao Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, a ANAD realizará a “20ª Exposição Nacional de Produtos e Alimentos para Portadores de Diabetes”, com participação de todos os laboratórios farmacêuticos que atuam em diabetes e apresentação de lançamentos, insumos, produtos correlatos e indústria de alimentos diet.

“A importância da atualização e reciclagem dos profissionais é fundamental, pois 75% dos pacientes com diabetes são tratados por não especialistas e dependem unicamente do sistema público de saúde, onde o tratamento inadequado leva à maior incidência das graves complicações, aliado aos casos de quem desconhece ter a doença e à falta de conscientização dos que sabem”, alerta professor titular de Endocrinologia da Faculdade de Medicina do ABC, Dr. Fadlo Fraige Filho.

Mais de 80% dos pacientes elogiam serviços no Complexo Irmã Dulce

Postado por Eduardo Nascimento em 17/jul/2015 -

Apesar da grande demanda por atendimento médico nas unidades do Complexo de Saúde Irmã Dulce de Praia Grande, mantidas pela Fundação do ABC, o nível de satisfação dos pacientes supera 80% em muitos serviços. Os dados são obtidos por meio de pesquisas realizadas na Unidade de Pronto Atendimento Dr. Charles Antunes Bechara, no bairro Samambaia, assim como no Pronto-Socorro Central e no próprio Hospital Municipal Irmã Dulce, ambos localizados no Boqueirão.

As entrevistas ocorrem mensalmente e avaliam os serviços oferecidos de forma qualitativa nas três unidades hospitalares, com foco no nível de satisfação de pacientes internados ou em atendimento, considerando aspectos como: conduta médica e de profissionais de enfermagem; tempo de espera; recomendação do atendimento para outras pessoas, entre outros itens.

Entre janeiro e maio deste ano, o quesito mais bem avaliado foi o trabalho das equipes médicas e de enfermagem nos três locais: quase 90% do público consultado considerou bom ou ótimo o serviço ofertado pelos profissionais. A UPA Samambaia é a que registra maior nível de satisfação, com índices acima de 93%.

Segundo o superintendente do Complexo Irmã Dulce, Marco Antonio Espósito, há uma demonstração evidente de que, embora haja grande demanda de atendimento, inclusive de pacientes de outros municípios, o empenho pela prestação de serviço de qualidade nas unidades atinge seu objetivo. “Temos lidado com este grande fluxo de pacientes com profissionalismo e com a capacidade de quem sabe enfrentar esta realidade. A experiência de nossa instituição é crucial”, disse.

Para o diretor técnico do Irmã Dulce, Airton Gomes, o aumento da procura no serviço público de saúde ocorre devido ao momento econômico vivido pelo país. “Temos observado essa situação em toda a região, mas a instituição está atenta aos possíveis problemas pontuais em razão do aumento da demanda”, destaca.

Festa Junina da Pediatria do Nardini traz recreação para crianças internadas

Postado por Eduardo Nascimento em 17/jul/2015 -

Inverno, festa junina, pipoca, doces, brincadeiras. Há alguns anos o setor de Pediatria do Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini oferece uma tradicional Festa Junina para seus pacientes mirins impossibilitados de desfrutar do evento fora do ambiente hospitalar. Na manhã de 1º de julho, 16 crianças internadas com idade entre um mês e 13 anos participaram de brincadeiras junto a seus familiares e à equipe assistencial do hospital. Na mesa, todos os doces e salgados típicos desta época do ano. Os pacientes com restrições alimentares receberam acompanhamento da equipe de Nutrição.

Datas festivas como esta, dia das crianças, Páscoa e Natal são motivos anuais de celebração entre funcionários e crianças acompanhadas de suas famílias na Pediatria. Além da fartura dos pratos, os pequenos também curtiram brincadeiras como bingo e pescaria. Cinco crianças que estão no abrigo municipal e outras que já receberam alta médica também participaram da ação.

A recém-nascida Mariana Rocha Santos, de um mês, está internada no setor com problemas renais. A mãe, que acompanha o tratamento de perto, participou da festa e se surpreendeu com a ação. “Minha filha não tem idade para entender, mas é muito importante ter esses momentos que ‘quebram’ o clima de hospital. É uma distração. A equipe está de parabéns, não só pela festa, mas principalmente pelo atendimento prestado por toda equipe médica, de enfermagem e do serviço social. Há amor no que fazem”, disse Sueli Rosa da Rocha, 38 anos, moradora de Ribeirão Pires.

ARRAIAL NA FUABC

Não foi só o Hospital Nardini que entrou no clima de Festa Junina. Diversas unidades da Fundação do ABC organizaram arraiais para os colaboradores, a começar pela própria mantenedora, juntamente com a Faculdade de Medicina do ABC e com a Central de Convênios, que por meio da Associação dos Funcionários da FUABC-FMABC realizaram em 3 de julho a tradicional Festa Junina – responsável por reunir anualmente em torno de 250 funcionários do campus universitário.

CENTRO HOSPITALAR PENITENCIÁRIO

Celebração semelhante ocorreu dias 24 e 25 de junho, no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário. A unidade preparou comidas típicas e decoração especial no refeitório, além de disponibilizar mesa de doces, carrinhos de pipoca e de algodão doce. Entre os destaques gastronômicos, o café da manhã tradicional foi reforçado com chá de quentão e bolo de milho, por exemplo, enquanto o cardápio do almoço teve galinhada com batata e quiabo, cuscuz, tutu de feijão e doce de abóbora com coco. Outros destaques servidos no período foram espetos de carne e de linguiça, batata doce assada e canjica.

Ao todo foram mais de 1.300 registros de participantes – entre funcionários diretos da FUABC, terceirizados e colaboradores da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária do Governo do Estado) – nos dois dias de evento, contando café da manhã, almoço e jantar. Todos receberam kits juninos com doces como pingo de leite, balas, pé de moleque, paçoca, doce de abóbora, quebra queixo e pipoca de arroz.

CAFÉ JUNINO NO “IRMÃ DULCE”

Como parte das ações desenvolvidas pela Comissão de Humanização do Complexo de Saúde Irmã Dulce de Praia Grande, foi realizado dias 10 e 11 de junho o “Café Junino” para funcionários que atuam no Hospital Municipal, no Pronto-Socorro Central e na Unidade de Pronto Atendimento Dr. Charles Antunes Bechara, no bairro Samambaia. A iniciativa visou proporcionar descontração às equipes e contribuir para a continuidade do bem-estar no ambiente interno.

Segundo a enfermeira Josefa Carlos Cavalcante de Araújo, coordenadora das unidades de Clínica Médica e de Psiquiatria, que preside a Comissão de Humanização do Complexo, profissionais de saúde vivem uma intensa rotina de trabalho, que prima pelo atendimento sempre humanizado. “Para isso, é preciso investir também em ações voltadas ao público interno. Este é um momento muito importante, que favorece e estimula o bom desempenho diário”.

Além da Comissão de Humanização, o café contou com a ajuda de voluntários que atuam no Complexo de Saúde. Doces, bolos e demais comidas típicas juninas foram contribuições dos próprios funcionários. Cestas de café da manhã também foram sorteadas aos presentes.

Já a Unidade de Psiquiatria Hospital Municipal Irmã Dulce proporcionou em 30 de junho uma tarde “caipira”, com músicas e comidas típicas para pacientes internados. Os alimentos foram contribuições de parentes dos atendidos, de funcionários e de voluntários que atuam no local. A festa foi organizada pela Comissão de Humanização.